Política Linguística

“O Estado tem avançado em algumas políticas sociais, porém, não tem sido suficiente para atender a todos”, avalia professora Teodora

No ano em que a Reserva Indígena Francisco Horta Barbosa comemora 100 anos, a professora indígena Guarani Ñandeva, Teodora de Souza, conta um pouco sobre os objetivos do governo ao criar a Reserva, bem como, as dificuldades e necessidades do povo indígena, na atualidade.

O início da escolarização e os avanços nesta área são destacadas pela educadora, que acredita na educação escolar como mecanismo de valorização e revitalização da cultura indígena, dando lugar aos Saberes Indígenas na Escola no mesmo nível de importância de outros conhecimentos ocidentais. Continue lendo

Há línguas quase extintas. Como as podemos salvar?

O minderico é uma língua ameaçada em Portugal NUNO FERREIRA SANTOS

Em todo o planeta há línguas ameaçadas. Agora, uma equipa de cientista fez uma nova árvore evolutiva com algumas línguas do Sudeste asiático e do oceano Pacífico que devem ser preservadas. Também em Portugal há uma “quase extinta” que se tem procurado revitalizar.

Numa aldeia de Taiwan, existe uma língua que tem apenas 24 falantes, muitos deles já pessoas mais velhas. É o kavalan, considerado uma língua “quase extinta” e que ocupa o primeiro lugar de um ranking de línguas a preservar segundo um artigo na revista científica Royal Society Open Science. Construído por cientistas do Canadá, Reino Unido e da África do Sul, esse ranking é uma como árvore evolutiva para línguas de ilhas do Sudeste asiático e do oceano Pacífico. Continue lendo

Lei que exige interprete de libras em eventos é aprovada na Câmara de Campina Grande

Câmara de Vereadores de Campina Grande (Foto: Artur Lira/G1)

Eventos acadêmicos e da prefeitura devem ter pelo menos dois intérpretes de Libras.

Um projeto de Lei que obriga a atuação de interpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras) em eventos na cidade de Campina Grande, foi aprovada pela Câmara Municipal. A medida vai valer para todos os eventos profissionais e acadêmicos, além de eventos públicos promovidos pela Prefeitura de Campina Grande.

De acordo com o texto do projeto de Lei ordinária 366/2017, de autoria do vereador Lucas Ribeiros (PP), fica determinada a obrigatoriedade da presença de no mínimo dois interpretes de Libras, para que seja feito o revesamento no máximo a cada 20 minutos.

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Portugal pode assinar a Carta Europeia de Línguas Minoritárias

A presidente do Comité de Peritos para as Línguas Minoritárias defendeu esta sexta-feira, em Miranda do Douro, no distrito de Bragança, que Portugal reúne as condições necessárias para a assinatura da Carta Europeia de Línguas Minoritárias (CELM).

A croata Vesna Crnic-Grotic falava no encerramento do Encontro Europeu das Línguas Minoritárias, que reuniu naquela cidade transmontana representantes do Conselho da Europa e do Governo português, para uma avaliação das línguas minoritárias em Portugal, trabalhos que hoje terminaram. Continue lendo

“Língua brasileira de sinais precisa ser incorporada à política educacional”, diz ministro

Em entrevista à TV NBR, ministro da Educação, Mendonça Filho, afirmou que o Governo do Brasil trabalha para ampliar acesso à educação para surdos.

O ministro da Educação, Mendonça Filho, afirmou, nesta segunda-feira (6), que a Língua Brasileira de Sinais (Libras) deve ser, cada vez mais, incorporada à política educacional brasileira e que o Governo do Brasil trabalha para ampliar o acesso de surdos à educação.

Em entrevista à TV NBR, o ministro comentou o tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio, aplicada neste domingo (6). O assunto que os estudantes precisaram abordar nos textos foi Desafios para a Formação Educacional de Surdos no Brasil. Continue lendo

Disputa entre idiomas trava o desenvolvimento da Argélia

Placas na Argélia usam vários idiomas para indicar a direção do zoológico (Foto: ECA International)

A mistura de línguas dificulta a comunicação na Argélia, um país marcado pela conquista árabe e pela longa colonização francesa

Para a maioria dos países, a questão da língua é tão simples como soletrar ABC. Não na Argélia. Os jardins de infância dificultam o aprendizado das crianças. A língua oficial do país é o árabe, mas poucas crianças falam árabe, portanto, sentem-se perdidas já no primeiro dia de escola. O berbere, a língua de cerca de um quarto dos argelinos, foi reconhecida oficialmente no ano passado, mas não se chegou a um consenso a respeito de qual dos seis dialetos seria ensinado nas escolas.

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