Línguas de imigração

Encontro do Inventário e de Falantes do Hunsruckisch com lançamento de documentário

O Projeto Inventário do Hunsrückisch como Língua Brasileira de Imigração (IHLBrI) é uma parceria entre o IPOL (Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Linguística – http://e-ipol.org/) e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Projeto ALMA-H (UFRGS/ALMA) (https://www.ufrgs.br/projalma/ihlbri-inventario-do-hunsruckisch/). O projeto conta com o apoio do IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), Ministério da Cultura e seu objetivo é conhecer a situação da língua no Brasil e reconhece-la como Referência Cultural Brasileira.

Entre as ações previstas no Projeto, está a realização de Encontros Regionais do Inventário do Hunsrückisch juntamente com Encontros de Falantes de Hunsrückisch, sendo um em Santa Catarina e um no Rio Grande do Sul. Continue lendo

Como traumas e conviver com compatriotas pode nos fazer esquecer a língua materna no exterior

A maioria dos migrantes longe do país natal há algum tempo sabe como é ficar um pouco enferrujado na sua língua de origem.

frio, celular (Foto: GETTY IMAGES via BBC)

(FOTO: GETTY IMAGES VIA BBC)

Estou sentada na minha cozinha em Londres, tentando entender uma mensagem de texto do meu irmão. Ele vive em nosso país natal, a Alemanha. Conversamos em alemão, uma língua cheia de palavras esquisitas. E eu nunca tinha ouvido esta: fremdschämen. Seria algo como “envergonhado por desconhecidos”?

Sou orgulhosa demais para perguntar-lhe o que significa. Sei que em algum momento vou entendê-la. Mas é um pouco doloroso perceber que, após anos vivendo no exterior, minha língua materna às vezes pode soar como estrangeira para mim. Continue lendo

Hunsrückisch em Prosa & Verso – o livro

Textos do Concurso Literário de Poemas e Contos em Hunsrückisch 2017

Prefácio em Português
Cléo V. Altenhofen
Quando se fala do I Concurso Literário de Poemas e Contos em Hunsrückisch 2017, parte-se naturalmente do princípio de que estamos diante de um começo, senão não seria o primeiro. Até onde sabemos, não temos registro de um Concurso desse tipo. Para nós, já foi uma alegria enorme poder realizar esse começo. O resultado é este livro que
entregamos nas mãos dos falantes. Alimentamos com isso a esperança de que, agora, mais falantes se animem a escrever literariamente no seu alemão de casa, tal como já fazem na literatura algumas línguas internacionais fortes – como o português, o alemão e o inglês.

 

Baixe o livro: Hunsrückisch em Prosa & Verso_ebook

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Escola Carlos Moreira pode ser a única do Estado a incluir aulas de Língua Pomerana no currículo

A iniciativa busca fortalecer a fala e promover a escrita da língua pomerana em meio aos mais jovens
Escola Carlos Moreira

Em meio à uma época de intensa propagação de informação e significativa modernização de costumes, dado o progresso tecnológico,  um projeto ambicioso desenvolvido há cerca de 5 anos no município de Canguçu, se preocupa em conservar o que não deve se perder no tempo: a cultura.

Enquanto a maior parte dos alunos opta pelo inglês ou pelo espanhol, tanto no ensino fundamental, quanto no médio, para 60 alunos do sexto ao nono ano da Escola Municipal Carlos Moreira, a opção preferida passou bem distante das línguas mais tradicionais. Desde o início deste ano letivo, a escola passou a oferecer uma disciplina inédita na rede municipal e, segundo a professora Tanise Stumpf, provavelmente, no Estado: a Língua Pomerana.

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Siderópolis recebe palestra sobre cultura italiana

Assuntos sobre imigração, emigração, geografia, línguas e turismo foram aboradados
Siderópolis recebe palestra sobre cultura italiana

Foto: Divulgação Por Redação EngeplusEm 26/07/2018 às 20:45

Siderópolis recebeu na noite da última quarta-feira, dia 25, a pesquisadora Giorgia Miazzo Cavinato e o arquiteto Gianluca Parise, que palestraram sobre a cultura italiana. Eles abordaram assuntos sobre imigração, emigração, geografia, línguas e turismo italiano.

A presença italiana em Siderópolis é visível. Atualmente grande parte da população é bilíngue e permanece com o dialeto italiano como o Bergamasco e o Bellunese. “É muito importante dar valor e dignidade aos imigrantes”, esclareceu Giorgia durante a palestra.

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Blumenau terá duas escolas bilíngues

Iniciativa possibilitará a oferta de matérias em uma segunda língua, inglês ou alemão.

Durante a cerimônia de transferência simbólica da sede do governo para a Fundação Cultural de Blumenau (FCBlu), nesta quarta-feira, dia 25, o prefeito Mário Hildebrandt assinou o Decreto nº. 11.850/2018 que cria duas unidades de ensino bilíngue em Blumenau. A iniciativa é inédita na região e possibilitará que as unidades ofertem matérias em português e em uma segunda língua, inglês ou alemão.Uma das instituições a receber a novidade será a Escola Municipal Erich Klabunde, situada no Distrito da Vila Itoupava. Em 2019, os alunos do 1º ao 5ª ano passarão a ter aulas na língua alemã. A partir de 2020, a medida será estendida até o 9º ano do educandário, concluindo assim todas as turmas do Ensino Fundamental. Continue lendo

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