Estudante capixaba é selecionada para a Olimpíada Internacional de Linguística na Coréia do Sul

A estudante capixaba Julia Ramos Alves
A competição acontece desde 2011, envolvendo alunos do Ensino Médio de diferentes partes do país em torno de temas envolvendo línguas, linguagem, cultura e cognição
No último domingo (19), foram anunciados os oito estudantes que vão representar o Brasil na Olimpíada Internacional de Linguística (IOL) que será sediada na Coréia do Sul entre 29 de julho e 02 de agosto. E a capixaba Julia Ramos Alves, estudante do Instituto Federal do Espírito Santo (IFES), está entre os selecionados. Continue lendo
Política linguística para internacionalização do ensino superior
A FAUBAI, ciente da importância que as línguas vêm assumindo na concretização de uma internacionalização mais inclusiva e possível, criou, em encontro realizado em Porto Alegre, em abril de 2017, um Grupo de Trabalho (GT) sobre Políticas Linguísticas para Internacionalização. Composto por assessores de relações internacionais (RIs) e pesquisadores ligados à área de Linguística Aplicada, o GT tem objetivo de elaborar sugestões norteadoras para a política linguística de internacionalização do ensino superior das instituições brasileiras. Continue lendo
Inovação Stance: do Bilíngue ao Multilíngue
Inclusão, tolerância e respeito às diferenças, além da formação multilíngue, são princípios de base da Stance Dual School, presentes em todas as atividades e planejamentos pedagógicos da Educação Infantil ao Ensino Fundamental 2.
A partir disso, inovamos mais uma vez com o início de um curso bastante especial: neste segundo semestre de 2018, os estudantes passarão a ter a oportunidade de fazer aulas de LIBRAS, Língua Brasileira de Sinais, no Dual Day do Ensino Fundamental 2, com o Prof. Marcelo Bessa de Lima, surdo, presidente da Associação de Surdos de São Caetano do Sul. Continue lendo
Seminário Língua Portuguesa e Literatura na Escola
O Seminário “Língua portuguesa e literatura na escola” objetiva reunir professores, pesquisadores e estudantes interessados em discutir o ensino da língua portuguesa e da literatura, com especial atenção ao contexto da educação pública. Trata-se de um evento idealizado durante o processo de avaliação de obras didáticas de Língua Portuguesa para o Ensino Médio – PNLD 2018, em que se observaram avanços e lacunas nas obras didáticas. Assim, o objetivo central do evento é colocar em diálogo os pesquisadores do campo do ensino da língua e da literatura e os professores da educação básica, a fim de que se construam avanços no que respeita à formação crítica do estudante brasileiro.
Informações e inscrições: Seminário Língua Portuguesa e Literatura na Escola
Mercado de trabalho: conheça o curso de inglês voltado para mulheres negras
Que tal estudar em um curso de inglês e aprender cantando com Tina Turner, Nina Simone, Beyoncé, ou relatando, em inglês, a vida de Dandara dos Palmares, Aqualtune ou Luiza Mahin? Também é possível aprimorar a fluência no idioma ouvindo os discursos de Viola Davis, Oprah Winfrey, Lupita Nyong’o e lendo Chimamanda Ngozi ou Maya Angelou. Este é o formato de um curso de inglês criado para atender às demandas de um grupo totalmente excluído das escolas de idiomas e que, por mais este motivo, não consegue acessar melhores oportunidades de emprego: a mulher negra.
“Lecionamos um conteúdo da cultura africana que estimula a curiosidade das alunas. Assim os temas tratados se tornam maiores do que as barreiras que a sociedade nos impõe”, explica a professora e poeta Ryane Leão. O método permite que, durante os estudos, as alunas também descubram mais sobre a própria história e consigam, finalmente, avançar na assimilação do idioma. Continue lendo
Entenda como as línguas são criadas (e por que desaparecem)
Idiomas são elementos vivos, que mudam o tempo todo — para sobreviver, uma língua também depende do poder político de seu povo

‘OS LUSÍADAS’, DE LUÍS DE CAMÕES, CLÁSSICO DA LÍNGUA PORTUGUESA (FOTO: REPRODUÇÃO)
Àmedida que se espalhavam pela Terra, grupos deHomo sapiens deixaram de conviver entre si e o seu jeito de falar também mudou. É que as línguas vivem em movimento. “Por que se separaram ninguém sabe, mas eles começaram a desenvolver características próprias de linguagem, mudar a fonética”, explica Thomas Finbow, professor de linguística da Universidade de São Paulo. E, sem contato nenhum, ao longo do tempo, o jeito de falar mudou tanto que eles já não conseguiam mais se entender.
Passaram a falar idiomas completamente diferentes. Essa mudança acontece quase sem querer — cada povo cria novos vocabulários e altera a pronúncia das palavras naturalmente, com o passar dos anos. “Isso pode ocorrer até por uma questão de eficiência articulatória — por exemplo, por ter um gasto energético menor ao colocar a língua de tal jeito na boca”, afirma Finbow. Continue lendo