Educação Bilíngue

Coimbra cria mestrado para professores de Português na China

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Imagem urbana de Cantão

A Universidade de Estudos Estrangeiros de Cantão, na China, vai acolher um mestrado para formar professores de Português, criado pela Universidade de Coimbra (UC) em parceria com o Instituto Politécnico de Macau.

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Universidade Católica de Macau vai criar Licenciatura em Estudos Portugueses e Chineses

sao joseA Universidade de São José, instituição de ensino superior católica de Macau, anunciou no último dia 05 de abril que vai criar uma licenciatura em Estudos Portugueses e Chineses.

A criação do curso foi autorizada por um despacho do secretário que tutela a Educação no Governo de Macau, Alexis Tam.

A licenciatura em Estudos Portugueses e Chineses (Língua e Cultura) terá quatro anos, segundo o plano de estudos publicado, e abrange áreas como o ensino da língua portuguesa e chinesa e da cultura e literatura dos países lusófonos e da China.

O curso tem ainda uma componente de tradução e interpretação, de “história global do mundo lusófono”, de “estudos macaenses” e de “literatura e arte de Macau”.

Chinês, português e inglês serão as línguas veiculares do curso.

A Universidade de São José pertence à Fundação Católica, uma organização presidida pelo bispo de Macau e instituída pela Universidade Católica de Portugal e pela Diocese de Macau.

A vice-reitora da universidade, Maria Antónia Espadinha disse à Rádio Macau que esta licenciatura poderá arrancar já no próximo ano letivo, dependendo do número de inscritos.

A China definiu a Região Administrativa Especial de Macau como a sua plataforma para o reforço da cooperação econômica e comercial com os países de língua portuguesa em 2003.

A formação de quadros bilingues (em português e chinês) tem sido apontada pelas autoridades locais como um elemento importante para potenciar esta plataforma.

Macau é uma região chinesa com administração especial desde 1999, quando a administração do território passou de Portugal para a China. O português e o chinês são as duas línguas oficiais do território.

Fonte: http://observalinguaportuguesa.org/

Inicia projeto ‘Talian: perspectivas e ações’ nas escolas de Flores da Cunha, RS.

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Carolina Antoniazzi/Assessoria de Imprensa

Na última semana a secretaria de Educação, Cultura e Desporto, em parceria com a secretaria de Turismo, Indústria, Comércio e Serviços deu o pontapé inicial no projeto “Talian: perspectivas e ações”, que desenvolverá oficinas para os estudantes de 4º ano de todas as escolas da rede pública ou particular da cidade  de Flores da Cunha, RS.

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Mais de sete milhões de angolanos falam línguas nacionais

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Mais de sete milhões de angolanos falam pelo menos uma língua nacional em casa, sobretudo nas zonas rurais, apesar de o português ser a língua habitualmente mais falada em Angola, por cerca de 18 milhões de pessoas.

Os números resultam da análise da Lusa aos dados definitivos do censo da população angolana realizado pelo Instituto Nacional de Estatística de Angola em 2014, tornados públicos a 23 de março e que colocam a língua nacional umbundu (centro e sul) como a segunda mais falada, por 22,96 por cento da população, o equivalente a cerca de 5,9 milhões de pessoas.

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Congreso de Hispanistas en Foz de Iguazú, días 22, 23, 24 y 25 de agosto de 2016

12512779_10153826671411195_3088108499923806250_nA Associação Brasileira de Hispanistas lança 3a circular sobre as inscrições para o IX Congresso Brasileiro de Hispanistas, que acontecerá na Universidade Federal de Integração Latino-americana (UNILA)  e na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), de 22 a 25 de agosto de 2016.

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Indígenas Baniwa vão estudar com livros escritos na língua materna

Índios, indígenas Luiz Gustavo Leme/Flickr/CC

Índios, indígenas Luiz Gustavo Leme/Flickr/CC

O material foi produzido por professores Baniwa, com suporte da Universidade Federal de São Carlos, de São Paulo

Estudantes indígenas da etnia Baniwa vão estudar com livros didáticos escritos na língua materna a partir deste ano. O líder indígena, André Baniwa diz que o material vai servir de apoio para alfabetização nas principais escolas do município amazonense de São Gabriel da Cachoeira, onde vivem 23 povos indígenas.
 
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