Dobragem ou legendas?

educareDesenhos animados dobrados em português ou apenas com legendas? O EDUCARE.PT esteve à conversa com especialistas na matéria para perceber se a televisão pode contribuir para ensinar inglês às crianças.

Andreia Lobo

Na televisão começa o Karate Kid, de 2010, com Jaden Smith no papel principal. Entusiasmado, Gonçalo, de 8 anos, vai sentar-se no sofá com a mãe. Vão ver o filme no idioma original, com recurso a legendas em português. Se a família vivesse em Espanha ou no Brasil, só para dar dois exemplos, ouviria as falas das personagens dobradas na sua língua nativa. Assim, vai ouvi-las em inglês. Portugal, ao contrário do país vizinho e do país-irmão, não recorre com tanta frequência à dobragem. Filmes, séries televisivas, desenhos animados tendem a manter as “vozes originais”. Exceção feita aos que são dirigidos às crianças. Na televisão há programas infantis com e sem legendas. Sendo o inglês predominante no mundo audiovisual, será que a tendência para legendar em vez de dobrar traz vantagens na aprendizagem do idioma? Vamos por partes.

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Uff Hunsrickisch schreiwe: Entrevista mit Cléo Altenhofen / Escrever em Hunsrückisch: Entrevista com Cléo Altenhofen

O IPOL e o Grupo ALMA-H (Atlas Linguístico da Minorias Alemãs na Bacia do Prata: Hunsrückisch – http://www.ufrgs.br/projalma) da UFRGS iniciaram, em janeiro deste ano, os trabalhos para o Inventário do Hunsrückisch como língua brasileira de imigração, cujo objetivo é reunir um conjunto de informações sobre essa língua visando seu reconhecimento como Referência Cultural Brasileira. A pesquisa será realizada em várias cidades e comunidades dos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Espírito Santo.

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Cléo Altenhofen – Foto: SWR.de

A execução desse e de outros inventários traz à tona importantes debates sobre a especificidade das línguas brasileiras e seu futuro. Por “línguas brasileiras” compreende-se, de acordo com a política do Inventário Nacional da Diversidade Linguística (INDL/IPHAN/MINC), o conjunto das línguas presentes no país há pelo menos três gerações, sejam elas indígenas, afro-brasileiras, de sinais, crioulas ou de imigração.

Entre as questões em debate está a política de produção de escrita ou escritas da língua. Essa é uma questão central para grande parte das línguas brasileiras e foi fortemente tematizada no I Encontro Nacional de Municípios Plurilíngues, realizado em setembro de 2015, em Florianópolis. Para contribuir com esse debate, e avançar na implementação do INDL, o IPOL e parceiros têm a honra de publicar essa primeira entrevista com o professor Cléo Altenhofen, coordenador do Projeto ALMA-H / UFRGS, sobre as perspectivas para a escrita do Hunsrückisch (pt. hunsriqueano). Prevemos realizar outras entrevistas que serão oportunamente divulgadas.

Ortografia da língua brasileira de imigração alemã Hunsrückisch
Entrevista com Cléo Altenhofen
Por Willian Radünz (Graduando, UFRGS)

1. O Hunsrückisch é uma língua essencialmente falada. Uns diriam que é uma língua ágrafa, que não tem, pelo menos por enquanto, uma escrita definida. O que isso significa para a discussão sobre a “escrita do Hunsrückisch”?

A maioria dos falantes de Hunsrückisch de fato apenas fala sua língua e não a escreve, embora o pudesse, mesmo que só para anotar uma lista de compras do supermercado ou para terminar um e-mail com um “fosche Abrass”. Historicamente, quando se precisava escrever em alemão, por exemplo a ata de uma sociedade de canto, ou uma inscrição em uma sepultura, ou mesmo um ditado em um pano de prato, no caso um Wandschoner, se optava pela escrita em Hochdeutsch. Contudo, não se pode dizer que não há uma tradição escrita em Hunsrückisch. Basta lembrar os contos do Padre Balduíno Rambo, os poemas de Alfredo Gross e de Lily Clara Koetz, livros como o de José Inácio Flach, ou ainda diversos textos avulsos em jornais ou almanaques e revistas, como o Brumbärkalender e o Sankt Paulus Blatt. Eles fazem parte da história da língua Hunsrückisch, no Brasil. Ignorá-los é ignorar sua história e memória. Assim, temos aqui um primeiro princípio, fundamental para mim, ao discutir a escrita do Hunsrückisch: o respeito à sua história e coletividade. A consequência é que não podemos simplesmente inventar uma escrita nova, como se não tivesse havido nada antes. Porque, se quisermos compreender por que o Hunsrückisch é como é, temos que dialogar com a sua história e origem. O Hunsrückisch não foi inventado por nós, e sim herdado como uma construção coletiva de várias gerações.

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Imprensa achou que o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa fosse uma reforma, agora acha que a reforma francesa é um acordo ortográfico

Foto: Reuters

Foto: Reuters

França vai ter o seu acordo ortográfico e há quem não goste da ideia

Por Pedro Filipe Pina

O acento circunflexo é a principal ‘vítima’ das alterações que serão introduzidas.

A partir do próximo ano letivo, os livros adotados nas escolas primárias francesas vão contar com algumas mudanças em relação a outros anos.

Tal como o Acordo Ortográfico de 1990, que tem sido motivo de polémica em Portugal e noutros países dos PALOP’s nos anos mais recentes, também em França há normas acordadas em 1990 pela Academia Francesa que vão começar a ser cada vez mais visíveis.

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II Escuela de Verano PELSE Lenguas: integración y diversidad

pelseDel 15 al 18 de febrero de 2016 se llevará a cabo en la Ciudad de Córdoba-Argentina la segunda edición de la Escuela de Verano PELSE (Portugués y Español como lenguas segundas y extranjeras).

La Actividad está coorganizada por el Núcleo Disciplinario PELSE (Enseñanza de Español y Portugués como Lenguas Segundas y Extranjeras) de la Asociación de Universidades del Grupo Montevideo (AUGM); la Prosecretaría de Relaciones Internacionales, de la Universidad Nacional de Córdoba, La Facultad de Lenguas de la Universidad Nacional de Córdoba , la Escuela de Lenguas de la Universiad Nacional de Rosario y el Centro de idiomas de la Universidad Nacional del Litoral.

Descargar pdf Programa Final II EV PELSE aulas

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Celpe-Bras: Abertas inscrições do exame de proficiência em língua portuguesa para estrangeiros

celpebraslogoNessa quinta, 11/02, foram abertas as inscrições para a primeira edição de 2016 do exame de obtenção do Certificado de Proficiência em Língua Portuguesa para Estrangeiros (Celpe-Bras). Os candidatos poderão se inscrever até as 23h59 (de Brasília) do dia 2 de março.

As provas serão realizadas entre 26 e 28 de abril, em 25 postos aplicadores credenciados no Brasil e em 65 no exterior. O edital nº 1, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) sobre esta edição do exame, foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) de 29 de janeiro.

Obtenha mais informações no edital nº 1, de 28 de janeiro de 2016

As inscrições devem ser feitas na página eletrônica do Celpe-Bras

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“Manual para defender los derechos de los pueblos indígenas” disponível para baixar

manualEl objetivo de este manual es contribuir, con un instrumento práctico, a la labor que realizan personas, pueblos indígenas y organizaciones dedicadas a proteger y gestionar a favor de los derechos de los pueblos indígenas. El manual no solo desarrolla los principales derechos de los pueblos indígenas protegidos por los instrumentos internacionales sino que también describe los sistemas universal e interamericano para la protección de los derechos humanos y el funcionamiento de los órganos que en cada uno de estos sistemas velan por el cumplimiento de estos derechos. Ante los múltiples conflictos que actualmente existen en la región, relacionados con la extracción de recursos naturales en zonas habitadas por poblaciones indígenas, este documento se presenta como una guía de actuación tanto para grupos afectados como para funcionarios estatales.

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Fonte: Fundación para el Debido Proceso

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