Português terá grande crescimento de falantes no final do século

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Foto: Lusa

Até ao final do século XXI, o português será uma das cinco línguas com grande crescimento e projeção no mundo, com 400 milhões de falantes, disse hoje Guilherme d´Oliveira Martins, administrador da Fundação Calouste Gulbenkian.

 “A língua portuguesa vai até ao final do século XXI ser uma das cinco línguas do mundo que vai registar não apenas um grande crescimento, mas também uma projeção global, em todos os continentes”, disse.

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Oficinas “Línguas de imigração como patrimônio”, em Blumenau

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Pesquisadoras Mariela Silveira e Ana Paula Seiffert Foto: IPOL

Aconteceu no dia 09 de abril, na Sede da AMMVI – Associação dos Municípios do Médio Vale do Itajaí, em Blumenau,  oficina do Projeto “Línguas de imigração como patrimônio: (re)conhecendo a diversidade linguística no sabor da herança culinária”, contemplado pelo edital Edital Elisabete Anderle,  da Fundação Catarinense de Cultura.

Na oportunidade, os pesquisadores do IPOL, Gilvan Müller de Oliveira, Rosângela Morello, Ana Paula Seiffert e Mariela Silveira participaram de debates acerca da imigração no Brasil e do deslocamento necessário para uma compreensão das línguas de imigração não mais como um “problema”, e sim, como direito e como recurso linguísticos. Compreensão essa que tem apoiado a construção de políticas que visam garantir o futuro dessas línguas, tais quais o Inventário Nacional da Diversidade Linguística (INDL) e as cooficializações de línguas em âmbito municipal, ambas debatidas nas oficinas.

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Professora Maristela Pereira Fritzen Foto: IPOL

A participação da Professora Maristela Pereira Fritzen, da FURB, enriqueceu a oficina trazendo o panorama das atividades que envolvem as línguas de imigração, sobretudo as de origem alemã, no Vale do Itajaí. A professora e pesquisadora situou o público presente sobre as pesquisas que vem sendo desenvolvidas, trazendo muitos exemplos que contextualizam vários fenômenos linguísticos e identitários que influenciam na manutenção e/ou perda dessas línguas na região.

No início da tarde, Rosângela Morello apresentou um panorama das cooficializações de línguas em nível municipal no Brasil, discutindo as potencialidades dessa política que vem se disseminando e que já alcança 11 línguas (4 de descentes de imigrantes e 7 de indígenas) em 19 municípios brasileiros.

A rodada de conversa do segundo dia de oficinas foi finalizada com um trabalho em grupo para a elaboração de proposições para a promoção das línguas de imigração na região e os grupos presentes socializaram suas reflexões e propostas.

Em breve o IPOL divulgará novas notícias, programação e um fechamento especial do ciclo de ações realizadas na região, contemplando o lançamento de documentário produzido pelo IPOL e que busca valorizar os saberes, memórias e fazeres culinários dos povos envolvidos “das doçuras às amarguras”, como se referiu a pesquisadora Rosângela Morello, no prefácio do livro Receitas de Imigração, também produzido no âmbito das atividades recentes realizadas no Vale do Itajaí.

 

Fonte: IPOL Comunicação

Projeto da UEMS capacita professores para alfabetização bilíngue em Libras/Português

librasPor: Eduarda Rosa

Está com inscrições abertas o projeto de Alfabetização Bilíngue – Língua Brasileira de Sinais (Libras) e Língua Portuguesa – um curso voltado para a capacitação de professores alfabetizadores. As aulas serão na unidade de Campo Grande, da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS).

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Conferência sobre educação para jovens e adultos começa hoje, em Brasília

logoO desafio de incluir cada vez mais jovens e adultos na escola é o principal assunto da Conferência Internacional de Educação de Adultos – Confintea Brasil +6, que começa nesta segunda-feira, 25, e segue até a próxima quarta, 27, em Brasília. No evento, o Ministério da Educação fará um balanço das ações tomadas pelo Brasil desde a última conferência, realizada em Belém do Pará, em 2009.

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Mulheres indígenas organizam marcha para garantia de direitos

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Letícia Yawanawa Roosewelt Pinheiro / Agência Brasil

Letícia Yawanawa diz que a 1ª Marcha das Mulheres Indígenas do Brasil será em maio

Por Agência Brasil
No dia 19, consagrado à luta das populações indígenas por território e cidadania, Viva Maria saudou todas as lideranças e todos os povos na pessoa de Letícia Yawanawa, coordenadora geral do Movimento das Mulheres Indígenas no Acre e conselheira da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab). Continue lendo

Cursos de licenciatura elevam autoestima e fortalecem cultura das populações indígenas

agcom

Os 87 alunos que participaram da primeira turma formada pela UFSC acreditam que o curso fortalece sua cultura (Foto: Henrique Almeida/Agecom/DGC/UFSC)

Os cursos de licenciatura indígena ofertados pelas universidades públicas, além de distintos entre si, respeitam as diferenças interculturais e territoriais de cada etnia. Atualmente existem mais de 20 cursos de licenciatura indígena em nosso país, exclusivo para essas populações.

No próximo dia 25 de abril começam as aulas da segunda turma do curso de licenciatura intercultural indígena do Sul da Mata Atlântica. A graduação está ligada ao Centro de Filosofia e Ciência Humanas do Departamento de História da Universidade Federal de Canta Catarina (UFSC), mas recebe alunos dos estados do Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Espirito Santo.

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