Marcondes Namblá: desenhando com o próprio sangue

“… meu ódio é o melhor de mim / Com ele me salvo /  e dou aos poucos

uma esperança mínima”. (Carlos Drummond – A flor e a náusea)

– Faça um desenho mostrando como são tratados, hoje, os índios no Brasil, imaginando que daqui a 400 anos um historiador o encontrará num arquivo junto com outros documentos que atravessaram o tempo.   Continue lendo

Encontro do Conselho Europeu de Línguas Minoritárias

Fonte: Memórias e outras coisas

O país com mais de 10 línguas oficiais

As montanhas de Cederberg, na África do Sul, desbravadas por colonos holandeses no século 18 | Foto: Denby Weller

O rancho poeirento de Traveller’s Rest fica a 260 km da Cidade do Cabo, no seio da região montanhosa da cordilheira de Cederberg.

As montanhas se elevam majesticamente e formam uma proteção natural para a área de cultivo de cítricos ao norte. Essa barreira natural mantém a chuva – e a maioria dos turistas – no sul.

Para além dela, a terra vira uma paisagem quase marciana de rochedos esculpidos pelo vento, com laranjeiras e habitada por leopardos e babuínos.

Algumas das pinturas feitas por nativos San datam de 8 mil anos atrás. Continue lendo

Em uma Kombi, venezuelanas levaram música e cinema à República de Emaús

República do Emaús no bairro do Jurunas em Belém (Foto: Reprodução/TV Liberal)

Conhecer gente de várias culturas, conversar com pessoas em diferentes idiomas, passar por diversos lugares do mundo usando uma Kombi como meio de transporte. Esse é o projeto “Buscando a mi gente”, das venezuelanas Cori Malvestuto e Verónica Otero.

Conhecer gente de várias culturas, conversar com pessoas em diferentes idiomas, passar por diversos lugares do mundo usando uma Kombi como meio de transporte. O Projeto “Buscando a mi gente”, das venezuelanas Cori Malvestuto e Verónica Otero, mostrou como viver essa realidade na sede do Movimento República de Emaús, no Bairro do Bengui, em Belém. Ali será estacionada a Kombi Vela Blue, do “Buscando a mi gente”, que em Belém recebe o apoio da Fundação Cultural do Pará (FCP).

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Superando barreiras linguísticas na Suíça

A alemã Diana Linder é um dos inúmeros tradutores e intérpretes que trabalham na região de Genebra. (Bill Harby)

Em um país com quatro línguas oficiais e uma inoficial, como é o trabalho dos tradutores profissionais na Suíça?

Haveria algum outro país com maior demanda de tradutores do que a Suíça? Nosso pequeno país de 8,3 milhões de habitantes tem quatro línguas oficiais: o alemão, o francês, o italiano e o reto-romano; e uma língua inoficial corrente, o inglês. Os imigrantes compõem 25% da população. Nós somos sede das Nações Unidas, de ONGs, de agências governamentais, de firmas e de organizações artísticas que produzem continuamente documentos em diversas línguas.

A resposta à questão acima é, portanto, sim: a Suíça é um país rico em oportunidades para tradutores profissionais e intérpretes (“tradutores” vertem textos escritos, enquanto “interpretes” trabalham na comunicação oral). Continue lendo

Afinal, quais são os desafios para a formação educacional de surdos no Brasil?

Tema da redação do Enem 2017 gerou discussão e pegou candidatos de surpresa

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