UFSC sobe para a nona posição entre as melhores universidades da América Latina
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) subiu da 12ª para a nona posição no ranking elaborado pelo THE (Times Higher Education). Dentre as dez melhores universidades da América Latina, a UFSC é a terceira melhor instituição federal brasileira, atrás apenas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), empatadas na quinta colocação. A notícia foi divulgada pelo Portal UOL nesta terça-feira, 7 de julho.
O Brasil possui no ranking, sete das 10 melhores universidades da América Latina. Em 2019, eram seis. Dentre as brasileiras, a UFSC é a única da região Sul.
“Desde o início da gestão, nosso trabalho sempre foi voltado à melhoria da qualidade da UFSC. E isso, em um ambiente de restrições e reduções orçamentárias e de ataques às universidades. Nunca tive dúvidas da capacidade de nossos docentes, da dedicação de nossos técnicos e da competência da UFSC na pesquisa, no ensino e na extensão. Estamos, todos, com muito orgulho deste crescimento”, ressaltou o reitor Ubaldo Cesar Balthazar.
As 10 melhores Universidades da América Latina
2º – Universidade de São Paulo (USP), Brasil
3º – Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Brasil
4º – Instituto Tecnológico y de Estudios Superiores de Monterrey, México
5º – Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Brasil *
5º – Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Brasil *
7º – Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), Brasil
8º – Universidade do Chile, Chile
9º – Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Brasil
10º – Universidade Estadual Paulista (Unesp), Brasil
*As duas universidades aparecem na mesma posição.
Há 13 indicadores de desempenho utilizados para formular o ranking latino-americano, incluindo o ambiente de ensino, a internacionalização, a inovação, o número de pesquisas, o volume investido nos estudos e as citações, ou seja, a influência das pesquisas. A metodologia é a mesma empregada para avaliar universidades em escala global, mas os pesos são recalibrados para refletir as características das universidades da América Latina.
Via https://noticias.ufsc.br/
Pesquisa analisa diferenças entre as línguas indígenas faladas em Mato Grosso do Sul
A presença marcante dos povos indígenas no estado é motivo de orgulho para o sul-mato-grossense. Mato Grosso do Sul possui, hoje, a segunda maior população indígena do país, contando com povos Guarani-Kaiuá, Terena, Kinikinau, Kadiwéu, Guató e Ofayé.
Acompanhando a importância da cultura indígena no contexto regional, a UFMS tem, em sua história, empregado esforços para se aprofundar, aprender e valorizar as práticas e conhecimentos desses povos. Em Aquidauana, destaca-se a institucionalização do curso de Licenciatura Intercultural Indígena, que desde 2019 oferece ingresso anual, em graduação específica, para os pertencentes às comunidades indígenas.
Além do ensino, a Universidade também atua de forma coordenada para a pesquisa indígena. São diversos os pesquisadores da Instituição que se dedicam ao saber científico na área. E os seus resultados têm contribuído para descobertas importantes, que se agrupam a um esforço mundial para desmistificar e desvendar os saberes dos povos nativos.
Registro Nacional de Intérpretes y Traductores de Lenguas Indígenas u Originarias del Ministerio de Cultura do Perú
RENITLI es una plataforma automatizada, con datos actualizados y aquí mismo podrán descargar sus credenciales. Ya se están planificando los talleres con los Traductores e Intérpretes de manera regional.
Podcast – “As línguas importam! O multilinguismo e a agenda da Unesco”
Podcast – “As línguas importam! O multilinguismo e a agenda da Unesco”
Gilvan Müller de Oliveira
Ouça aqui:
Dia do Imigrante Pomerano – 28 de junho
No dia 28 de junho de 1859, as primeiras 27 famílias desembarcaram em Vitória, dando início à colonização Pomerana no Espírito Santo, 161 anos atrás.
https://www.facebook.com/watch/?v=558809974794663&t=90
Hoje comemoramos o Dia do Imigrante Pomerano. No dia 28 de junho de 1859, as primeiras 27 famílias desembarcaram em Vitória, dando início à colonização Pomerana no Espírito Santo, 161 anos atrás. Foram tempos muito difíceis. Mas o povo Pomerano é forte, trabalhador e, com muita luta, conseguiu superar todas as dificuldades. No Espírito Santo, somos mais de 150 mil descendentes. Os pomeranos residem, em maior número, nos municípios de Santa Leopoldina, Pancas, Laranja da Terra, Domingos Martins, Vila Pavão, Afonso Cláudio, Itaguaçu, Itarana, Baixo Guandu, Vila Valério e Santa Maria de Jetibá, que concentra uma das maiores colônias pomeranas do mundo.Várias pessoas e instituições trabalham para preservar a Língua, a Cultura e as Tradições Pomeranas no nosso Estado.Por isso, a minha homenagem e o meu agradecimento a todos os Pomeranos residentes em terras capixabas! Eu tenho orgulho de ser Pomerano!#deputadoadilsonespindula #adilsonespindula #deputadoestadual #imigracaopomerana #pomerano #pomerana
Publicado por Adilson Espindula em Domingo, 28 de junho de 2020
Aula online da Cátedra UNESCO em Políticas Linguísticas para o Multilinguismo
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