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Encontro na UFSC discutirá situação de imigrantes e refugiados

noticas-ufscEncontro Regional Sul sobre Migrações e Refúgio será realizado nos dias 11 e 12 de março na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com o objetivo de discutir os fluxos migratórios atuais naregião Sul do Brasil. O evento trará palestras de professores e advogados do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina sobre o tema, com atenção especial aos refugiados. A organização é do Núcleo de Pesquisas e Extensão sobre as Organizações Internacionais e a Promoção da Paz, dos Direitos Humanos e da Integração Regional (Eirené), que tem ligação com o curso de Relações Internacionais da UFSC.

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2º Festival da Lusofonia Goa, 22 de Janeiro a 22 de Fevereiro 2016.

macau

Dr. António Monteiro, delegado do Instituto Internacional de Macau, inaugurando a exposição

Ocorreu entre os dias 22 de janeiro e 22 de fevereiro de 2016 o 2º Festival da Lusofonia Goa. Uma variedade de eventos culturais promovendo a cultura dos países e das regiões lusófonas.

O Festival da Lusofonia Goa pretende ser uma oportunidade para reunir pessoas e apresentar culturas lusófonas num festival que é único em Goa. O programa incluiu diversas palestras (temas e autores do Brasil, de Portugal e de Goa), exposições de fotografia (Moçambique, Macau, e São Tomé e Príncipe), exposições bibliográficas (Galiza/Espanha e União Europeia), um concerto de música pelo grupo português Senza, um curso de culinária brasileira e a tradicional festa “Feijoada e Samba”.

Veja aqui o Programa, as Fotos, a Revista da imprensa e alguns Textos das apresentações do Festival.

Em 2017 o Festival se repete e está aceitando propostas para Palestras, Exposição de fotografias, Workshops, Eventos musicais, etc, relacionados com a Lusofonia. Mais informações sobre o Evento de 2017 em:

info@lusophonegoa.org 

www.lusophonegoa.org

 

Fonte:     LSG – Lusophone Society of Goa   

Indígenas Baniwa vão estudar com livros escritos na língua materna

Índios, indígenas Luiz Gustavo Leme/Flickr/CC

Índios, indígenas Luiz Gustavo Leme/Flickr/CC

O material foi produzido por professores Baniwa, com suporte da Universidade Federal de São Carlos, de São Paulo

Estudantes indígenas da etnia Baniwa vão estudar com livros didáticos escritos na língua materna a partir deste ano. O líder indígena, André Baniwa diz que o material vai servir de apoio para alfabetização nas principais escolas do município amazonense de São Gabriel da Cachoeira, onde vivem 23 povos indígenas.
 
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Google Translate agora cobre 99% da população online

new-languages-animationO Google expandiu na semana passada, o suporte a novas línguas no Google Translate. Com a adição de 13 idiomas, o serviço agora conta com 103 línguas, cobrindo 99% da população online, de acordo com estimativas da própria empresa.

Entre as novas línguas estão o aramaico, o gaélico escocês, o samoa, o luxemburguês e a língua havaiana. “Isso significa uma adição de 120 milhões de novas pessoas aos milhões que já usam o tradutor em todo o mundo”, explica a companhia.

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Dia Internacional da Língua Materna – Educação de qualidade, língua(s) de ensino e resultados de aprendizagem

Mãe e filha (República Democrática Popular Laos) - Foto: Alison Clayson/UNESCO/WWAP

Mãe e filha (República Democrática Popular Laos) – Foto: Alison Clayson/UNESCO/WWAP

Mensagem de Irina Bokova, diretora-geral da UNESCO, por ocasião do Dia Internacional da Língua Materna, 21 de fevereiro de 2016

O tema do Dia Internacional da Língua Materna de 2016 é “Educação de qualidade, língua(s) de ensino e resultados de aprendizagem”.

Isso destaca a importância da língua materna para a educação de qualidade e a diversidade linguística, para fazer avançar a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

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Unesco alerta que 40% dos estudantes não têm acesso a educação em sua língua

Professor Suwilai Premsrirat | Fonte: Unesco

Professor Suwilai Premsrirat | Fonte: Unesco

Especial Dia Internacional da Língua Materna: 21 de Fevereiro

Paris (EFE) – A Unesco alertou nesta sexta-feira, 19, que 40% da população mundial não têm acesso à educação em uma língua que fale ou entenda, o que prejudica a aprendizagem dos estudantes, especialmente dos mais pobres (ver notícia original aqui ou abaixo).

Em algumas sociedades multiétnicas com frequência uma língua foi imposta para a educação, às vezes por necessidade, como o espanhol em vários países da América Latina, ou inglês e o francês em muitos Estados africanos, ou o farsi no Irã, afirmou a organização.

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