Ailton Krenak: um professor formado na luta

Krenak: o notório saber não está apenas na universidade Foto: Alexandre Dornelas / UFJF
Em algumas universidades no Brasil, os conhecimentos profundos da diversidade epistemológica do País estão finalmente atravessando o alto muro da academia.
Por: Felipe Milanez
Nesse início de ano letivo de 2016, a Universidade Federal de Juiz de Fora deu um grande exemplo de como a produção de conhecimento deve ser feita a partir de uma descolonização da própria universidade, e concedeu o título de professor honoris causa a Ailton Krenak.
Conferência Diversidade linguística e conhecimento científico
A Reitoria da Universidade do Minho e o BabeliUM – Centro de Línguas do Instituto de Letras e Ciências Humanas – convidam para a Conferência «Diversidade linguística e conhecimento científico», a decorrer no dia 4 de março de 2016 no Campus de Gualtar, em Braga.
UFSC divulga lista de aprovados no curso de Licenciatura Intercultural Indígena
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) divulgou a lista de aprovados no vestibular para o curso de Licenciatura Intercultural Indígena nesta quarta-feira, 2 de março. São 45 vagas distribuídas igualmente entre os povos guarani, kaingang e Xokleng-Laklãnõ.
O curso oferece uma formação para docência nos anos finais do ensino fundamental e ensino médio, segmentada em duas áreas – Licenciatura do Conhecimento Ambiental e Licenciatura em Artes e Linguagens, com o tema norteador “Territórios e Conhecimentos Indígenas no Bioma Mata Atlântica”. Continue lendo
Filme sobre povo Guarani em SP denuncia opressão fundiária

Crianças indígenas da tribo Guarani M’bya em Jaraguá, SP
Logo na abertura do filme “Atrás da Pedra – Resistência Tekoa Guarani” (2016), o líder indígena David Karai Popygua pergunta: “Como a gente vai comprovar documento se foi tirado o direito da gente ter a nossa terra?”. O documentário de Thiago Carvalho parte da luta do povo Guarani M’Bya em São Paulo, na região do Jaraguá. Mas diz muito sobre o paradoxo – imposto por nossa civilização – relativo ao direito dos povos originários ao próprio espaço.
Por Alceu Luís Castilho
SE crea Licenciatura en Educación Intercultural

Se pretende fortalecer la cultura indígena desde la universidad
El Instituto Paraguayo del Indígena, INDI promueve el acceso a la educación terciaria de jóvenes indígenas mediante una articulación que respete la cultura de los pueblos y en esta ocasión tiene el agrado de informar a la ciudadanía que el Consejo Nacional de Educación Indígena, la Asociación Jopotyra del Pueblo Paí tavytera, la Supervisión de Educación Escolar Indígena del Departamento de Amambay y la Universidad Nacional de Concepción (UNC) con el apoyo y gestión de la Dirección de Educación Escolar Indígena y la Dirección General de Universidades e Institutos Superiores del Ministerio de Educación y Cultura se encuentran ejecutando el proyecto de “Inserción de Pueblos Originarios en la Educación Superior” la cual se implementara este año con la apertura de la Licenciatura en Educación Intercultural para miembros del pueblos Pai tavytera del Departamento de Amambay, a ser desarrollada por la UNC.El Instituto Paraguayo del Indígena, INDI promueve el acceso a la educación terciaria de jóvenes indígenas mediante una articulación que respete la cultura de los pueblos y en esta ocasión tiene el agrado de informar a la ciudadanía que el Consejo Nacional de Educación Indígena, la Asociación Jopotyra del Pueblo Paí tavytera, la Supervisión de Educación Escolar Indígena del Departamento de Amambay y la Universidad Nacional de Concepción (UNC) con el apoyo y gestión de la Dirección de Educación Escolar Indígena y la Dirección General de Universidades e Institutos Superiores del Ministerio de Educación y Cultura se encuentran ejecutando el proyecto de “Inserción de Pueblos Originarios en la Educación Superior” la cual se implementara este año con la apertura de la Licenciatura en Educación Intercultural para miembros del pueblos Pai tavytera del Departamento de Amambay, a ser desarrollada por la UNC. Continue lendo
Educação: Alunos Tukano escrevem dissertação de mestrado da Ufam na língua da etnia
Por: Elaíze Farias

O aluno Dagoberto Azevedo nasceu na comunidade Pirarara, no rio Tiquié. (Foto: Alberto César Araújo/AmReal)
Os indígenas Dagoberto Azevedo, 37 anos, e Gabriel Maia, 45 anos, falam língua Tukano, originária dos territórios margeados pelos rios Uaupés, Tiquié e Papuri, afluentes do Alto Rio Negro, município de São Gabriel da Cachoeira, no noroeste do Estado do Amazonas, na fronteira com a Colômbia. É nesta língua, e não no português, que eles vão escrever suas dissertações de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS) da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), uma iniciativa considerada um marco no sistema educacional do ensino superior do país.


