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Câmara de Barrancos quer barranquenho reconhecido como língua oficial

A Câmara de Barrancos vai candidatar o falar típico do concelho, o barranquenho, a Património Linguístico Nacional, para poder ser reconhecido como língua oficial, ensinado na escola básica da vila e candidatado a Património da Humanidade.

Fonte: Internet

Depois da classificação como Património Imaterial de Interesse Municipal em 2008, o “próximo passo” é candidatar o barranquenho à classificação de Património Linguístico Nacional, junto do Ministério da Cultura, e “depois, numa outra fase”, à de Património Cultural Imaterial da Humanidade, junto da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), disse hoje à agência Lusa o presidente da Câmara de Barrancos, António Tereno.

O objetivo da classificação como Património Linguístico Nacional é conseguir que o barranquenho seja “reconhecido oficialmente como língua – língua mista, mas língua -, a terceira em Portugal, além do português e do mirandês”, para poder ser ensinado como disciplina na Escola Básica Integrada de Barrancos.

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Lessons from Africa prove the incredible value of mother tongue learning

Sixty-five years ago a group of students paid with their lives in a fight for language. A number of students were shot and killed by police while demonstrating in defence of their language, Bengali (also called Bangla). The students wanted Bengali to be formally recognised as one of the two national languages in what was then Pakistan and is today Bangladesh.

Since 1999, the anniversary of the tragedy has been marked every year on February 21 by UNESCO as International Mother Language Day.

African research has made a valuable contribution to the framing of 2017’s International Mother Language Day theme: “Towards sustainable futures through multilingual education”.

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Aplicativo Giulia – para tradução simultânea entre falantes de LIBRAS e Português

Instalado em um smartfone compatível, o aplicativo oferece aos seus usuários diferentes recursos para comunicação, tais como: localização, chat, alerta, babá, despertador.

Fonte: Projeto Giulia

#Librário: Jogo criado por alunos da Uemg facilita aprendizado de Libras

Aluna da Escola Estadual Ari da Franca, em Belo Horizonte, a jovem Helena Regina Carneiro, 15 anos, comemora a facilidade para se comunicar com os três colegas surdos que dividem com ela a sala do 1º ano do ensino médio. A utilização da Língua Brasileira de Sinais (Libras) ficou ainda mais fácil para Helena depois que a turma recebeu uma oficina do Librário: Libras para Todos, jogo criado por alunos da Universidade Estadual de Minas Gerais (Uemg), que está tornando mais acessível o aprendizado de Libras no Estado.

Desenvolvido no Centro de Estudos em Design e Tecnologia (CEDTec) da Escola de Design da Uemg, o Librário é um baralho de pares de cartas que contém os sinais de Libras e seus respectivos significados em português. Divertido e inclusivo, o jogo estimula o aprendizado da língua, colaborando para o processo de inclusão dos surdos. “Um ouvinte geralmente não tem dificuldade para aprender Libras, ao passo que oralizar um surdo é muito mais difícil, e nem todos conseguem”, explica a professora da Uemg e coordenadora do Librário, Rita Engler.

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MEC aplicará pela primeira vez videoprovas em libras no Enem

O Ministério da Educação aplicará, pela primeira vez, videoprovas traduzidas para Libras (Língua Brasileira de Sinais) no Enem 2017. Para esta edição, foram solicitadas 1.897 utilizações dessa opção de acessibilidade. O recurso foi o mais selecionado entre os participantes surdos ou com deficiência auditiva. As informações são da Agência Brasil.

Outras opções de acessibilidade do Enem eram o Tradutor-Intérprete de Libras, que teve 1.489 solicitações, e o recurso de Leitura Labial, escolhido por mil pessoas. Cerca de 52 mil participantes solicitaram Atendimento Especializado para o Enem. Desses, 4.957 são deficientes auditivos e 2.184 são surdos.

A videoprova foi desenvolvida pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) em parceria com professores, pesquisadores e especialistas da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), do Ines (Instituto Nacional de Educação de Surdos), entre outros. As universidades federais de Santa Catarina e Santa Maria já têm usado o recurso. As questões desenvolvidas nos estudos para construção da ferramenta podem ser acessadas em simuladolibras.coperve.ufsc.br

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Há uns auriculares que traduzem cerca de 40 línguas em tempo real

Lembra-se do Peixe Babel, da série À Boleia Pela Galáxia, de Douglas Adams, que traduzia instantaneamente qualquer língua e que se podia colocar dentro ouvido?

Fonte: Volta ao Mundo

Fonte: Volta ao Mundo

Agora foi lançado um novo instrumento que em muito se assemelha ao fictício Peixe Babel. Apesar de não serem uns peixes verdadeiros, os novos auriculares «Dash Pro» traduzem cerca de 40 idiomas, em tempo real.

Graças a uma colaboração entre a aplicação iTranslate e a empresa de auriculares wireless Bragi, é possível perceber aquilo que o condutor de um tuk-tuk na Tailândia diz, ou perguntar onde fica o metro, em Tóquio. Combinando o hardware dos auriculares da Bragi com o revolucionário software de reconhecimento e tradução de voz da iTranslate, este é um sistema totalmente integrado que recebe um idioma e envia outro, diretamente para os seus ouvidos.
Fonte: Volta ao Mundo

Fonte: Volta ao Mundo

Com dois pares de Dash Pros, poderá usar o modo «AirTranslate Mode»: cada pessoa conecta os seus auriculares ao seu telemóvel via Bluetooth e, depois do sinal, pode começar uma conversa com a outra pessoa em dois idiomas. Assim, caso vá ter com um amigo à Polónia e ele também tiver os phones, poderá falar em português e ele em polaco. No caso de querer ter uma conversa com alguém que não tenha uns Dash Pros, basta ativar o modo de dispositivo único. É preciso ligar os phones ao telemóvel através do Bluetooth, definir os idiomas e entregar o telefone à outra pessoa. Desta forma, o taxista na China poderá compreender o que está a dizer através do som que sai do telemóvel e responder-lhe – aí receberá o som nos phones.

Os Dash Pros, que funcionam como também apenas como phones com microfone integrado, custam 298 euros. A aplicação para o iPhone tem o custo de 4,5 euros por mês. A versão da app para Android vai ser lançada em breve.

Uma alternativa: Google Tradutor
Para o caso de não ter os auriculares Dash Pro ou não conseguir descarregar a aplicação iTranslate, o Google Tradutor poderá ser uma solução. Tem noventa línguas disponíveis, tanto na escrita como em conversação. E a grande vantagem da aplicação é funcionar sem ligação à internet, desde que antes sejam descarregados os idiomas a usar (função apenas disponível para software Android). Outra ferramenta, talvez a mais impressionante, recorre à máquina fotográfica do smartphone e traduz diretamente no ecrã. Basta apontar para um texto e aparece a tradução, ajustando as palavras sem mexer no fundo. E até é possível desenhar letras que não estejam no teclado, por exemplo do alfabeto chinês.

Fonte: Volta ao Mundo

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