Notícias da Rede

Moscou propõe que a Armênia adote o russo como língua oficial

Inscrições em armênio em Nicósia, Chipre. Fonte: CEIRI Newspaper

Na última segunda-feira, 17 de julho, Vyacheslav Volodin, Presidente da Duma Federal, Câmara Baixa do Parlamento da Rússia, sugeriu que a Armênia alterasse sua constituição para incluir o russo como idioma oficial do país. A medida faria com que cidadãos armênios que exercem funções ligadas ao transporte pudessem conduzir seus veículos no território da Federação Russa.

A sugestão foi feita após a Duma ter aprovado uma Lei que permite que nacionais dos Estados membros da União Econômica Euroasiática, da qual a Armênia também faz parte, dirijam comercialmente na Rússia, desde que seus países de origem tenham o russo como uma de suas línguas oficiais. A justificativa é de que os motoristas precisariam ter conhecimento do idioma para compreender adequadamente a sinalização de trânsito. No entanto, nenhum teste de proficiência é exigido, apenas a oficialização constitucional.  Atualmente, Belarus, Quirguistão e Cazaquistão são os países que cumprem com os requisitos impostos.

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Português vai ser introduzido no ensino secundário no Zimbabué

zimO português é uma das línguas estrangeiras que vai integrar o currículo no ensino secundário no Zimbabué, a par do mandarim e do suaíli, anunciaram as autoridades nacionais.

O novo currículo escolar pretende preparar os jovens para a vida e o trabalho num ambiente globalizado, noticiou hoje o jornal The Chronicle.

A novidade foi bem recebida pelos professores do Zimbabué, que consideram que a introdução de línguas estrangeiras vai reforçar as capacidades dos estudantes.

“Temos países vizinhos, como Moçambique, que usam o português como língua oficial de comércio. Queremos que os nossos alunos possam usar estas línguas para que tenham sucesso na procura de oportunidades internacionais”, disse o responsável da Associação de Professores do Zimbabué, Sifiso Ndlovu. Continue lendo

Povos indígenas: o esquecimento está cheio de memória

Fonte: Brasil 247

Não é mistério nem segredo algum saber da trágica realidade em que se acham aprisionados os povos indígenas no Brasil. O que causa indignação e espanto é o descaso com que têm sido tratados esses povos.

Eles, os indígenas, só ganham visibilidade na mídia pelo viés negativo (bebem muito, pouco asseados, falam mal o português), violento (foram massacrados pela polícia, rechaçaram posseiros de sua aldeia, tomaram funcionários como reféns), discriminados (poucos chegam a universidade). E não deveria ser assim, isto que os povos indígenas tem uma rica cultura autônoma, possuem seus idiomas, línguas e dialetos, detém vasto conhecimento na arte da saúde e cura, possuem precioso legado religioso e espiritualista, e além disso são os verdadeiros ambientalistas – os índios protegem o Todo-Ambiente, ou seja, a harmonia implícita entre o ser humano e o ser natureza, defendem uma ecologia totalizadora, onde nós pertencemos à Terra, e não o seu exato contrário.

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Alunos de Lousada vão poder ter aulas de mandarim

Segundo a Câmara de Lousada está prevista a criação de duas turmas já este ano lectivo constituídas por 18 a 20 alunos do 2.º e 3.º ciclo

A Câmara de Lousada pretende avançar com aulas de mandarim em algumas escolas do concelho, já no próximo ano lectivo. O objectivo é dar aos jovens ferramentas que os ajudem a competir num mercado cada vez mais global.

A introdução do mandarim, uma das línguas mais faladas na China, nos estabelecimentos de ensino, nomeadamente no 2 e 3.º ciclo, está, para já, a funcionar a título experimental.

No passado dia 12 de Junho decorreu, na Escola Básica e Secundária Mário Fonseca, uma aula com cinco professoras do Instituto Confúcio, instituição que tem como finalidade dar a conhecer as tradições, usos e cultura deste país do continente asiático.

OBJECTIVO É DAR FERRAMENTAS AOS JOVENS PARA COMPETIR NUM MERCADO GLOBAL

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O “griko”, uma das heranças gregas da Itália que se recusa a morrer

No sudeste da Itália, o “griko” luta por sua sobrevivência: uma língua remanescente da herança grega na época romana em perigo de extinção, apesar de fazer parte das minorias linguísticas históricas reconhecidas pelo parlamento italiano em 1999.

Para a Unesco é uma língua “severamente em perigo”, só falada “pelas gerações mais velhas”, mas nove povoados de Salento (na Apúlia, sudeste da Itália) o mantêm vivo com distintas iniciativas culturais.

Como, por exemplo, as do Parco Turistico Culturale Palmieri (de Martignano, província de Lecce), que pretende “tornar atrativa a língua” através de atividades como o carnaval griko, que faz referências às raízes gregas do povoado e cujo responsável, Pantaleo Rielli, descreve como “muito popular, livre e gratuito”.

Além disso, a associação de Martignano (de menos de duas mil pessoas) organiza anualmente o festival de cinema das línguas minoritárias “Evò ce Esù”, (do griko, “Eu e tu”).

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Patrimônios culturais são bem protegidos em Xinjiang, diz livro branco

Fonte: Wikipedia

Um livro branco divulgado pelo Departamento de Comunicação do Conselho de Estado da China na quinta-feira indicou que os patrimônios culturais têm sido protegidos efetivamente na Região Autônoma Uigur de Xinjiang.

Segundo o livro branco “Direitos Humanos em Xinjiang — Desenvolvimento e Progresso”, mais de 3 mil relíquias culturais preciosas têm sido conservadas e renovadas.

Até o final de 2016, Xinjiang possuía dois locais de patrimônio cultural mundial, cinco cidades históricas e culturais nacionais, 113 locais de relíquia cultural sob proteção do Estado e 558 locais de relíquia cultural sob proteção da região autônoma, com mais de 616 mil relíquias culturais tangíveis sendo colecionados e preservados em 182 unidades estatais, segundo o livro branco.

  Além disso, as línguas faladas e escritas das minorias étnicas são usadas amplamente em Xinjiang, segundo ele.

Xinjiang tem atualmente 13 editoras que publicam livros, produtos audiovisuais e eletrônicos em seis línguas — Uigur, Mandarim, Cazaque, Quirguiz, Mongol e Xibe, de acordo com a mesma fonte.

Segundo o livro branco, Xinjiang publica 110 jornais, incluindo 52 em línguas de minorias étnicas, e 200 periódicos, incluindo 120 em línguas de minorias étnicas.

Fonte: CRI On line

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