#Ficaespanhol: movimento ganha força no RS após lei alterar ensino de idiomas nas escolas
Reforma do Ensino Médio deixa apenas o inglês como idioma obrigatório, o que motivou mobilização no Estado
Duarte Azinheira, diretor editorial da Imprensa Nacional. ‘Nós, portugueses, sofremos de hiperidentidade’

A concentração editorial marcou os primeiros anos do século XXI no sector do livro em Portugal, com o Estado a assistir passivamente. Nesses anos a Imprensa Nacional não se desviou um milímetro do que vinha fazendo. E parecia ter virado as costas ao seu período de ouro, nos anos 1980. Até há uns anos, esta ruminava no prado académico, restringindo a sua ação difusora aos textos canónicos, tendo feito muito pouco para assegurar espaço para a criação, particularmente nos géneros minoritários – Ensaio, Ficção, Poesia e Teatro -, marginalizados nos catálogos dos grandes grupos editoriais. Em 2010, Duarte Azinheira assumiu a direção editorial da instituição e, hoje, a Imprensa Nacional está a dar sinais entusiasmantes de que pretende reafirmar o seu papel na defesa de áreas essenciais da cultura quando os privados já não a asseguram.
Ministra defende resgate das manifestações artísticas
A ministra da Cultura defendeu ontem, em Cabinda, o resgate das manifestações artísticas de cada região do país.

Carolina Cerqueira orienta Conselho Consultivo Fotografia: Rafael Tati | Cabinda|Edições Novembro
Carolina Cerqueira, que falava na abertura do VI Conselho Consultivo Alargado do Ministério da Cultura, sublinhou que este desafio passa pelo “reforço do projecto de municipalização da cultura”.
A ministra disse ser fundamental o contributo dos municípios nesta tarefa, promovendo feiras de artesanato e outras exposições de vária índole com recursos próprios.
Carolina Cerqueira anunciou que o sector que dirige vai, nos próximos doze meses, desenvolver tarefas ligadas ao resgate e preservação do património cultural e imaterial, à preservação dos monumentos, divulgação da história de Angola e dedicar atenção particular à cidade de Mban-za Kongo, que celebrou no dia 8 do mês em curso o primeiro aniversário de elevação a Património Mundial.
O Esperanto em congresso mundial pela primeira vez em Portugal
Por Miguel Faria Bastos
Ainda à espera do reconhecimento como Património Imaterial da Humanidade, o Esperanto tem proteção especial, económica ou académica em vários países.
Será alto patrono do congresso o ministro da Cultura, Luís Castro Mendes. A Comissão de Honra é constituída por 13 figuras de primeiro plano nacional, entre as quais o ex-Presidente da República, general Ramalho Eanes, e o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Dr. Fernando Medina, do mundo das cátedras, chefia das Forças Armadas, Provedoria de Justiça, magistratura judicial do Supremo, carreira diplomática, artes plásticas, letras, difusão do português, jornalismo, vida desportiva. Continue lendo
Luiz Bolognesi retorna à temática indígena na animação ‘O ESTRANGEIRA`
Após uma passagem bem-sucedida pelo documentário com “Ex-Pajé“, Luiz Bolognesi retorna à animação com “O Estrangeira”. A produção será apresentada no Festival de Annency, na França, no próximo dia 14 de junho. O projeto feito no clássico 2D é produzido pela Filme de Papel, de Alê Abreu (“O Menino e o Mundo”), e a Buriti Filmes, de Laís Bodanzky (“Como Nossos Pais”). As informações são do site da Variety. Continue lendo
Libras poderá se tornar disciplina obrigatória na rede de ensino de Goiânia
Proposta de autoria da vereadora Cristina Lopes tramita na Câmara Municipal
A vereadora Cristina Lopes (PSDB) apresentou nesta terça-feira (19), na Câmara de Goiânia, projeto de lei que visa incluir o ensino da Língua Brasileira de Sinais (Libras) nas escolas da rede pública da capital. Pela proposta, a Libras deverá ser oferecida desde a Educação Infantil até o Ensino Fundamental como disciplina curricular obrigatória no Município.
Cristina cita, ao justificar sua iniciativa, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira (LDB, número 9394/1996). “De acordo com a perspectiva da Lei, o professor deveria ser o responsável por mediar e incentivar a construção do conhecimento do aluno com deficiência auditiva, por meio da sua interação com os estudantes e do desenvolvimento de estratégias pedagógicas que os atendam em suas necessidades”, destaca a vereadora, acrescentando que, “fazer a escola bilíngue, irá torná-la mais inclusiva”. Continue lendo



