Centro Cultural Indígena de Formação Audiovisual de Goiânia (Guaias) tem previsão para abrir ao público até o final do ano
Nova Unidade do Museu do Índio mais perto das aldeias
Com localização privilegiada, próximo às aldeias das Regiões Norte e Centro-Oeste, o Centro Cultural Indígena de Formação Audiovisual de Goiânia – Guaias – é a unidade do Museu do Índio voltada para o registro e a documentação das diversas expressões indígenas.
Paraguay: Por primera vez se podrá votar en guaraní
Por primera vez se podrá votar en guaraní
Asunción – Los paraguayos podrán votar por primera vez en su historia en guaraní, tras un convenio alcanzado por el Gobierno para las próximas municipales de noviembre, informó la Secretaría de Políticas Lingüísticas (SPL).
Miguel Verón, director de Planificación Lingüística de la SPL, señaló que el convenio de cooperación, firmado entre la titular de esa institución, Ladislaa Alcaraz, y el presidente del Tribunal Superior de Justicia Electoral (TSJE) , Jaime Bestard, constituye un “ hito histórico ” para la democracia paraguaya y para la normalización del guaraní.
NA BOLOM Asociación Cultural, San Cristóbal de Las Casas-Chiapas-México
NA BOLOM Asociación Cultural, San Cristóbal de Las Casas-Chiapas-México
NA BOLOM es una organización no lucrativa fundada en 1950 por el arqueólogo danés Frans Blom y la fotógrafa conservacionista suiza Gertrude Duby.
Su misión, creada por sus fundadores que amaron Chiapas inmensamente, es preservar el patrimonio cultural y ambiental del estado y trabajar con las comunidades para su desarrollo sustentable.
La casa está modestamente financiada por los donativos que provienen de los visitantes al hotel, el museo y el comedor en San Cristóbal de Las Casas.
Acadêmicos da Unila poderão optar por aulas de Guarani e Quéchua
Acadêmicos da Unila poderão optar por aulas de Guarani e Quéchua
O Quéchua é uma língua indígena falada no Peru, Bolívia e Equador
O aprendizado de línguas é destaque na Unila desde a sua criação, devido à proposta de bilinguismo na pedagogia e na administração, além da promoção e do reconhecimento do multilinguismo. A Universidade conta com disciplinas obrigatórias a todos os cursos da graduação, integradas ao Ciclo Comum de Estudos (o estudante brasileiro aprende o espanhol e o estudante estrangeiro aprende o português). Existem ainda projetos de extensão que buscam difundir o acesso ao ensino de diversas línguas com a comunidade interna e externa.
Nova publicação do IPOL: Mapas linguísticos do OBEDF
Nova publicação do IPOL: Mapas linguísticos do OBEDF
O resultado da pesquisa apresentada nesta publicação, na forma de mapas linguísticos, constitui um panorama sobre as línguas declaradas como sendo faladas pela comunidade escolar dos municípios de Ponta Porã (MS), Guajará-Mirim (RO) e Epitaciolândia (AC), observando os modos de uso e lugares de circulação das diferentes línguas e dando visibilidade para esse traço evidentemente importante da região fronteiriça, que se singulariza pela diversidade linguística e cultural. O objetivo do livro é apresentar espacialmente as línguas que circulam nas zonas de fronteira pesquisadas e proporcionar aos professores e alunos dos anos finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio elementos para discussão em sala de aula sobre a diversidade linguística no Brasil.
Acabamos de receber da gráfica os exemplares de nossa mais recente publicação: o livro OBEDF – Observatório da Educação na Fronteira: Mapas Linguísticos, de Márcia R. P. Sagaz e Rosângela Morello (Florianópolis: IPOL; Editora Garapuvu, 2014, 40p.).
Diante do quadro de promoção e reconhecimento das línguas brasileiras nos últimos anos, uma questão motivou a realização do projeto Observatório da Educação na Fronteira (OBEDF): “se há tantas línguas no Brasil, como as crianças que aprenderam a falar em outra língua e não sabem ou sabem pouco português aprendem a ler, a escrever, a fazer contas e outros conteúdos quando vão à escola brasileira?”.
Assim, o projeto OBEDF, financiado pela Coordenação de Pessoal de Ensino Superior (CAPES), através do Edital 038/2010/CAPES/INEP, com coordenação interinstitucional envolvendo a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a Universidade Federal de Rondônia (Unir), no âmbito do Observatório da Educação (OBEDUC/CAPES) e escolas da rede pública de ensino dos municípios de Ponta Porã (MS), Guajará-Mirim (RO) e Epitaciolândia (AC), desenvolveu suas atividades entre 2010 e 2013.
Nesse contexto, o projeto OBEDF, em parceria com o IPOL, realizou, dentre outras ações, uma série de levantamentos, constituindo um quadro sobre as línguas declaradas como sendo faladas pela comunidade escolar dos três municípios citados acima, observando os modos de uso e lugares de circulação das diferentes línguas e dando visibilidade para esse traço evidentemente importante da região fronteiriça, que se singulariza pela diversidade linguística e cultural.
A partir dos levamentos, o IPOL responsabilizou-se então pela condução das pesquisas do diagnóstico para o qual contou com uma equipe formada por linguistas e profissionais de Letras e também com a colaboração de bolsistas de graduação e pós-graduação do OBEDF nas discussões que nortearam o trabalho.
O diagnóstico da situação das línguas nas escolas tem como objetivo amplo conhecer as línguas que os alunos, o corpo docente, o pessoal de apoio/funcionários e os gestores falam, conhecem, entendem e com as quais se identificam, assim como o contexto de imersão, a cidade,a fronteira. Com essas informações, objetiva-se proporcionar aos docentes e gestores reflexão sobre a presença de outras línguas, além do português, nas escolas.
Os mapas linguísticos do OBEDF foram desenvolvidos a partir dos dados coletados no diagnóstico sociolinguístico por equipe multidisciplinar e têm como foco apresentar espacialmente as línguas que circulam nas zonas de fronteira pesquisadas e proporcionar aos professores e alunos dos anos finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio elementos para discussão em sala de aula sobre a diversidade linguística no Brasil.
Professores de todas as áreas podem lançar mão desta publicação. As áreas do conhecimento, tais como Geografia, Matemática, História, Língua Portuguesa e Línguas Estrangeiras, encontram aqui elementos para discussão e pesquisa de ensino-aprendizagem que podem ser desenvolvidas em sala de aula.
Assim, a pergunta sobre as crianças, suas línguas e seu aprendizado na escola motivou-nos a realizar este trabalho. Acreditamos que a partir dele muitos outros questionamentos podem estimular professores e alunos à construção do conhecimento.
Apresentamos a seguir o Sumário da publicação.
Sumário
Apresentação
1 Diagnóstico Sociolinguístico
1.1 Escolas participantes
1.2 Dados coletados
2 As cidades e seus aspectos linguísticos
Ponta Porã (MS): fronteira seca
Guajará-Mirim (RO): pérola do Mamoré
Epitaciolândia (AC): município independente
3 Mapeamento das línguas
3.1 Guia de Símbolos
3.2 Línguas Declaradas
3.3 Sobre os Mapas: Arranjo Geral
Mapa 1 – Línguas declaradas / Línguas indígenas declaradas
Mapa 2 – Arranjo geral
3.4 Sobre os Mapas: Mapas Temáticos
Mapa 3 – Espanhol Proficiência em Leitura
Mapa 4 – Espanhol língua materna – Língua do lar
Mapa 5 – Guarani língua materna – Língua do lar / Guarani âmbitos de uso
Mapa 6 – Espanhol âmbitos de uso
Mapa 7 – Atitudes linguísticas
Mapa 8 – Português língua materna – Língua do lar e âmbitos de uso
Referências






