Leitura e escrita indígenas são discutidas entre professores de 50 etnias do Amazonas
Leitura e escrita indígenas são discutidas entre professores de 50 etnias do Amazonas
O X Encontro de Leitura e Escrita em Sociedades Indígenas (Elesi) teve início nesta quarta-feira (25). Edições do evento acontecem desde a década de 90
Promover a socialização de experiências e saberes, de discussões sobre o cenário social, político, econômico e educacional dos povos indígenas e das instituições indígenas e indigenistas de forma abrangente. Esses são os principais objetivos do X Encontro de Leitura e Escrita em Sociedades Indígenas (Elesi), que reúne cerca de 250 professores de 50 etnias, além de indigenistas e representantes de Organizações não Governamentais (ONG).
O evento teve início na noite desta quarta-feira (26), no auditório da Secretaria Municipal de Educação (Semed), no bairro Parque Dez, Zona Centro-Sul de Manaus. As atividades seguem até esta sexta-feira (27).
Microsoft quer usar tecnologia de tradução para preservar línguas ameaçadas
Microsoft quer usar tecnologia de tradução para preservar línguas ameaçadas
Jocelyn Auricchio
Depois de ter mostrado uma prévia da capacidade de tradução em tempo real do Skype, a Microsoft anunciou o engajamento de sua tecnologia para ajudar na preservação da linguagem e cultura de comunidades que, sem tal suporte, estariam fadadas a desaparecer.
Comemorando o Dia Internacional da Língua Materna da UNESCO, celebrado nessa semana (21 de fevereiro), a empresa de Redmond mostrou a aplicação de sua ferramenta de tradução para derrubar barreiras linguísticas e trazer à luz a cultura indígena do México, considerada patrimônio da humanidade.
Atlas Sociolingüístico de Pueblos Indígenas en América Latina: disponibilizados links para acessar os dois tomos, o material do DVD e o blog
Atlas Sociolingüístico de Pueblos Indígenas en América Latina
O Atlas Sociolingüístico de Pueblos Indígenas en América Latina, publicado originalmente em 2009 numa parceria entre o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), a Agencia Española de Cooperación Internacional para el Desarrollo (AECID) e a Fundación para la Educación en Contextos de Multilingüismo y Pluriculturalidad (FUNPROEIB Andes), mostra a imensa diversidade étnica e cultural da população indígena da região, desempenhando um importante papel de disseminador e valorizador das sociedades indígenas latino-americanas, além de ser um documento que permite aprofundar o debate sobre as políticas, planos e programas de interesse destes povos.
A versão em pdf do Atlas, em dois tomos, pode ser baixada aqui e aqui. Também é possível acessar aqui ao material do DVD que acompanha os tomos, no qual o internauta visualiza vários recursos do Atlas.
Outro recurso importante é o Blog do Atlas (acesse aqui), que apresenta mapas e fichas com informações de cada um de los 522 povos indígenas que vivem na América Latina, distribuídos em 20 países (Argentina, Belize, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Guiana, Guiana Francesa, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Suriname e Venezuela).
Lanzan película para que lengua mapuche sea co-oficial en toda la Araucanía, Chile
Lanzan película para que lengua mapuche sea co-oficial en toda la Araucanía
Un nuevo paso dan las organizaciones sociales de la Araucanía en pos de lograr que la lengua mapuche, el mapuzugun, sea declarada co-oficial en toda la Región de la Araucanía, ya que consideran que su lengua es un motor fundamental para alcanzar la autonomía y la autodeterminación. Esta vez presentan un documental (ver más abajo) que narra cómo el movimiento consigue que la lengua ancestral sea co-oficial en toda la comuna de Galvarino.
Producción audiovisual: Marcos Yáñez Millañir; Carlos Gutiérrez Gutiérrez, Pascual Pichun, Danko Mariman. Duración: 32 minutos. Año: 2014. Idiomas: Mapuzugun y Español.
Relacionado:
- Aprueban ordenanza que declara lengua co-oficial el Mapuzugun en Galvarino
- Hacia la cooficialidad del Mapuzugun
Fonte: El Ciudadano, Chile
Guarani é incorporado em universidades do Brasil, Paraguai e Argentina

Alunos da Unila, em Foz do Iguaçu, participam da oficina do idioma, que é língua oficial no Paraguai.
Guarani é incorporado em universidades do Brasil, Paraguai e Argentina
Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), em Foz do Iguaçu (PR), está entre as que oferecem o ensino da língua
Assunção, EFE – O ensino da língua guarani, idioma oficial no Paraguai junto com o espanhol, foi incorporado ao currículo de estudos de universidades no Paraguai, na Argentina e no Brasil, segundo informou hoje (12) a Secretaria de Políticas Linguísticas (SPL).
Pesquisadores indígenas defendem seus trabalhos de conclusão do Curso Licenciatura Intercultural Indígena da UFSC
Assim na terra como no céu Guarani (seguido de versión en Español)
José Ribamar Bessa Freire
(De Biguaçu, SC) Três pesquisadores indígenas defenderam nesta quarta feira (4/2) seus trabalhos de conclusão de curso (TCC). Ronaldo A. Barbosa batizado em guarani como Karai Dju descreveu, com os pés na terra, a agricultura tradicional e, para ilustrar suas hipóteses, trouxe da roça vários tipos de milho, melancia, amendoim, aipim, abóbora e batata doce. Já seus colegas Geraldo Moreira (Karai Okenda) e Wanderley Moreira(Karai Ivyju Miri), com os olhos no céu, enveredaram pela astronomia e trouxeram um mapa do universo que demarca o céu guarani com suas estrelas e constelações.
Alunos do Curso de Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica, eles fazem parte da turma de 120 índios Xokleng Laklãnõ, Guarani e Kaingang, com ingresso em fevereiro de 2011 na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Quatro anos depois, as defesas mencionadas – as primeiras da UFSC em terra indígena – aconteceram não no campus, mas numa aldeia com o nome poético de Reflexo das Águas Cristalinas (Yynn Moroti Wherá em guarani), localizada no município de Biguaçu, para onde os membros da banca se deslocaram. Continue lendo



