UFRR participa do 1º Encontro Nacional de Municípios Plurilíngues
UFRR participa de I Encontro Nacional de Municípios Plurilíngues
De 23 a 25 de setembro ocorreu em Florianópolis (SC) o I Encontro Nacional de Municípios Plurilíngues (I ENMP). O evento foi promovido pelo Instituto de Políticas Linguísticas (IPOL) e Observatório de Políticas Linguísticas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O Programa de Valorização das Línguas e Culturas Macuxi e Wapichana foi um dos apoiadores da atividade.
O Encontro representou um espaço de troca de experiências, discussão e formação para gestores, professores e agentes culturais, entre outros, de municípios brasileiros que cooficializaram línguas ou que potencialmente desejam ou podem fazê-lo e de outras iniciativas de reconhecimento das línguas realizadas por outros países.
A professora Ananda Machado participou do evento como coordenadora do Programa de Valorização das Línguas e Culturas Macuxi e Wapichana, realizado pelo Instituto Insikiran de Formação Superior Indígena da UFRR. Ananda, que é doutoranda do programa PPGHIS da UFRJ, assessorou o processo de cooficialização das línguas Macuxi e Wapichana no município de Bonfim e articulou o envio das leis que agora estão no livro Leis e Línguas no Brasil.
40 línguas Tupi estão no Boletim de Ciências Humanas do Museu Goeldi do Pará

Foto: Reprodução/Muraki.org
40 línguas Tupi estão no Boletim de Ciências Humanas do Museu Goeldi do Pará
10 artigos da edição de maio/agosto falam sobre riqueza linguística dos povos da Amazônia
Belém – Tacape, cutucar, catinga, pereba, jaguatirica, cutia, mucura, andiroba, copaíba, pororoca. Essas e muitas outras palavras incorporadas ao Português contemporâneo brasileiro têm origem na família linguística Tupi, um dos grandes agrupamentos de línguas indígenas do Brasil, formada por pelo menos 40 línguas. Essa riqueza linguística é tema de uma série de 10 artigos da edição de maio/agosto de 2015 do Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi – Ciências Humanas, publicação quadrimestral do Museu Goeldi.
Acesse aqui o a edição de maio/agosto de 2015 do Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi – Ciências Humanas
A festa não esquece a luta na abertura do III Encontro Nacional de Estudantes Indígenas

Foto: Henrique Almeida/Agecom/Diretoria-Geral de Comunicação/UFSC
A festa não esquece a luta na abertura do III Encontro Nacional de Estudantes Indígenas
A cerimônia de abertura do III Encontro Nacional de Estudantes Indígenas (Enei) terminou com dança em roda na noite dessa segunda-feira, 28 de setembro, no auditório Garapuvu, antes do convite para a confraternização logo em seguida, no Centro de Convivência. O clima era festivo, com diversas apresentações e manifestações culturais, mas, em nenhum momento, alguém esqueceu que a ocasião também representa parte de uma luta que prossegue.
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Dissertação investiga cooficialização das línguas indígenas como mecanismo jurídico de proteção do patrimônio cultural e instrumentalização da descolonialidade do saber

São Gabriel da Cachoeira-AM cooficializou as línguas nheengatu, baniwa e tukano à língua portuguesa.
Línguas indígenas e descolonização do saber
Ozorio Fonseca
Neste artigo, Ozorio Fonseca ainda fala sobre conhecimento tradicional, desenvolvimento, economia e miséria socializada
Nessa segunda-feira, 21 de setembro, fui membro da Banca de Avaliação da Dissertação de Mestrado em Direito Ambiental (Universidade do Estado do Amazonas-UEA) escrita por Brenda Reis dos Anjos cujo título é: “A cooficialização das línguas indígenas como mecanismo jurídico de proteção do patrimônio cultural e instrumentalização da descolonialidade do saber”. O orientador é o Prof. Dr. Edson Damas da Silveira e o co-orientador o Prof. Dr. Alfredo Wagner Berno de Almeida.
Pesquisadora narra o esforço no resgate de uma língua indígena
Pesquisadora narra o esforço no resgate de uma língua indígena
A doutora em linguística, professora da UFMT, Áurea Cavalcante Santana, lança livro com o objetivo de documentar e preservar a língua Chiquitano.
Simone Alves
Diversos estudos que apontam que as línguas indígenas estão em extinção. No caso do povo Chiquitano, um grupo que habita o oeste de Mato Grosso no Brasil e o leste da Bolívia, antes da chegada da linguista, Áurea Cavalcante Santana, a língua mãe estava restrita aos anciões das comunidades visitadas por ela. Este foi apenas um dos desafios enfrentados pela pesquisadora, autora do livro “Línguas Cruzadas, Histórias que se Mesclam: Ações de documentação, valorização e fortalecimento da língua Chiquitano no Brasil”.
Inicia nesta quarta o 1º Encontro Nacional de Municípios Plurilíngues (1ºENMP)
Inicia nesta quarta o 1º Encontro Nacional de Municípios Plurilíngues (1ºENMP)
Inicia nesta quarta, 23 de setembro, e vai até sexta, 25, o 1º Encontro Nacional de Municípios Plurilíngues (1ºENMP), que será realizado no Centro de Comunicação e Expressão (CCE – térreo do Bloco B) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis-SC.
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