Coloquio Internacional de Lenguas en Peligro y Tecnologías de la Información
Coloquio Internacional de Lenguas en Peligro y Tecnologías de la Información
04-05 de Diciembre 2015
Facultad de Filosofia, Universidad Autónoma de Querétaro
Instituciones convocantes:
Universidad Autónoma de Querétaro, Facultad de Filosofía, Maestría en Estudios Amerindios y Educación Bilingüe, Centro Interdisciplinar de Documentação Lingüística e Social CIDLES), Universidad Nacional Mayor de San Marcos de Perú, Centro de Investigaciones en Lingüística Aplicada.
Objetivo general: establecer un espacio de discusión en torno al uso y aplicación de las tecnologías de la información a favor de procesos de fortalecimiento de lenguas amenazadas.
Objetivos específicos:
- Difundir iniciativas y proyectos comunitarios que fomenten el uso y apropiación de nuevas tecnologías por parte de comunidades de hablantes de lenguas en peligro.
- Establecer una red internacional de colaboración que permita contribuir a los procesos de revitalización lingüística a través del uso de tecnologías de la información.
- Extender el uso de tecnologías digitales para el fortalecimiento de lenguas amenazadas.
- Fomentar el uso de software y plataformas en línea para la enseñanza y difusión de lenguas en peligro.
Mayores informes: http://filosofia.uaq.mx/fils/CILPTI.pdf
Simpósio: “Cartografia Sociolinguística Latinoamericana: condições de vitalidade e possibilidades de revitalização”
Simpósio: “Cartografia Sociolinguística Latinoamericana: condições de vitalidade e possibilidades de revitalização”
O Simpósio “Cartografia Sociolinguística Latinoamericana: condições de vitalidade e possibilidades de revitalização”, coordenado por Lorena Córdova Hernández (México, lorenacordova64@gmail.com) e Ananda Machado (Brasil, machado.ananda@gmail.com), faz parte da programação do II CIPIAL (Congreso Internacional Los Pueblos Indígenas de América Latina. Siglos XIX-XXI), que será realizado de 20 a 24 de setembro de de 2016, em Santa Rosa (La Pampa), Argentina (ver notícia aqui).
Para maiores informações acesse aqui a página do II CIPIAL e aqui sua página no Facebook.
UFRR participa do 1º Encontro Nacional de Municípios Plurilíngues
UFRR participa de I Encontro Nacional de Municípios Plurilíngues
De 23 a 25 de setembro ocorreu em Florianópolis (SC) o I Encontro Nacional de Municípios Plurilíngues (I ENMP). O evento foi promovido pelo Instituto de Políticas Linguísticas (IPOL) e Observatório de Políticas Linguísticas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O Programa de Valorização das Línguas e Culturas Macuxi e Wapichana foi um dos apoiadores da atividade.
O Encontro representou um espaço de troca de experiências, discussão e formação para gestores, professores e agentes culturais, entre outros, de municípios brasileiros que cooficializaram línguas ou que potencialmente desejam ou podem fazê-lo e de outras iniciativas de reconhecimento das línguas realizadas por outros países.
A professora Ananda Machado participou do evento como coordenadora do Programa de Valorização das Línguas e Culturas Macuxi e Wapichana, realizado pelo Instituto Insikiran de Formação Superior Indígena da UFRR. Ananda, que é doutoranda do programa PPGHIS da UFRJ, assessorou o processo de cooficialização das línguas Macuxi e Wapichana no município de Bonfim e articulou o envio das leis que agora estão no livro Leis e Línguas no Brasil.
40 línguas Tupi estão no Boletim de Ciências Humanas do Museu Goeldi do Pará

Foto: Reprodução/Muraki.org
40 línguas Tupi estão no Boletim de Ciências Humanas do Museu Goeldi do Pará
10 artigos da edição de maio/agosto falam sobre riqueza linguística dos povos da Amazônia
Belém – Tacape, cutucar, catinga, pereba, jaguatirica, cutia, mucura, andiroba, copaíba, pororoca. Essas e muitas outras palavras incorporadas ao Português contemporâneo brasileiro têm origem na família linguística Tupi, um dos grandes agrupamentos de línguas indígenas do Brasil, formada por pelo menos 40 línguas. Essa riqueza linguística é tema de uma série de 10 artigos da edição de maio/agosto de 2015 do Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi – Ciências Humanas, publicação quadrimestral do Museu Goeldi.
Acesse aqui o a edição de maio/agosto de 2015 do Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi – Ciências Humanas
A festa não esquece a luta na abertura do III Encontro Nacional de Estudantes Indígenas

Foto: Henrique Almeida/Agecom/Diretoria-Geral de Comunicação/UFSC
A festa não esquece a luta na abertura do III Encontro Nacional de Estudantes Indígenas
A cerimônia de abertura do III Encontro Nacional de Estudantes Indígenas (Enei) terminou com dança em roda na noite dessa segunda-feira, 28 de setembro, no auditório Garapuvu, antes do convite para a confraternização logo em seguida, no Centro de Convivência. O clima era festivo, com diversas apresentações e manifestações culturais, mas, em nenhum momento, alguém esqueceu que a ocasião também representa parte de uma luta que prossegue.
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Dissertação investiga cooficialização das línguas indígenas como mecanismo jurídico de proteção do patrimônio cultural e instrumentalização da descolonialidade do saber

São Gabriel da Cachoeira-AM cooficializou as línguas nheengatu, baniwa e tukano à língua portuguesa.
Línguas indígenas e descolonização do saber
Ozorio Fonseca
Neste artigo, Ozorio Fonseca ainda fala sobre conhecimento tradicional, desenvolvimento, economia e miséria socializada
Nessa segunda-feira, 21 de setembro, fui membro da Banca de Avaliação da Dissertação de Mestrado em Direito Ambiental (Universidade do Estado do Amazonas-UEA) escrita por Brenda Reis dos Anjos cujo título é: “A cooficialização das línguas indígenas como mecanismo jurídico de proteção do patrimônio cultural e instrumentalização da descolonialidade do saber”. O orientador é o Prof. Dr. Edson Damas da Silveira e o co-orientador o Prof. Dr. Alfredo Wagner Berno de Almeida.


