Línguas Indígenas

Presentarán documentos lingüísticos del Guaraní inéditos de la época colonial del siglo XVIII

Científicos de la Universidad la Sorboncartasa de Francia presentarán hallazgos de alto valor histórico y lingüístico del guaraní que era hablado en el siglo XVIII en el Paraguay colonial y en regiones de las Reducciones Jesuíticas de entonces ubicadas hoy en Argentina y Uruguay. La presentación de los hallazgos se realizará en el marco de un Taller que se efectuará este viernes 4 de marzo, de 8 a 16 horas, en la sede de la Organización de Estados Iberoamercianos (OEI) situada en Humaitá casi 14 de mayo en Asunción. El evento es organizado por la Secretaría de Políticas Lingüísticas con la presencia de la ministra-ejecutiva, Ladislaa Alcaraz de Silvero.

 

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Educação: Alunos Tukano escrevem dissertação de mestrado da Ufam na língua da etnia

O Tukano é lingua cooficial no Município de São Gabriel da Cachoeira e, ao lado nheengatu e baniwa, é uma das línguas de instrução no curso de Licenciatura Indígena “Políticas Educacionais e Desenvolvimento Sustentável”, também oferecido pela UFAM. Saiba mais em http://www.ensinosuperiorindigena.ufam.edu.br/.

Por:  Elaíze Farias

Decisão da Universidade Federal do Amazonas é um marco no sistema do ensino superior para os índios do Brasil. 

 

 

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O aluno Dagoberto Azevedo nasceu na comunidade Pirarara, no rio Tiquié. (Foto: Alberto César Araújo/AmReal)

Os indígenas Dagoberto Azevedo, 37 anos, e Gabriel Maia, 45 anos, falam língua Tukano, originária dos territórios margeados pelos rios Uaupés, Tiquié e Papuri, afluentes do Alto Rio Negro, município de São Gabriel da Cachoeira, no noroeste do Estado do Amazonas, na fronteira com a Colômbia. É nesta língua, e não no português, que eles vão escrever suas dissertações de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS) da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), uma iniciativa considerada um marco no sistema educacional do ensino superior do país.

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Indígenas Baniwa vão estudar com livros escritos na língua materna

Índios, indígenas Luiz Gustavo Leme/Flickr/CC

Índios, indígenas Luiz Gustavo Leme/Flickr/CC

O material foi produzido por professores Baniwa, com suporte da Universidade Federal de São Carlos, de São Paulo

Estudantes indígenas da etnia Baniwa vão estudar com livros didáticos escritos na língua materna a partir deste ano. O líder indígena, André Baniwa diz que o material vai servir de apoio para alfabetização nas principais escolas do município amazonense de São Gabriel da Cachoeira, onde vivem 23 povos indígenas.
 
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El rock tsotsil que reinvindica la lengua maya: Lumaltok (entrevista)

Foto: revistaenheduanna.com.mx

Foto: revistaenheduanna.com.mx

Uno de los híbridos más interesantes de la globalización es la apropiación de géneros internacionales a culturas locales, como la maya tsotsil.

Por Ana Paula de la Torre Diaz

Libertad es el buen vivir.
Lumaltok

La globalización ha hecho de las suyas con sus muchas de sus virtudes, y también vicios. Entre las virtudes está la música; hoy es posible conocer propuestas de todo el mundo, y como contraparte también se ha tendido a homogeneizar la oferta. Sin embargo la música es universal e indudablemente puede ser un vehículo para expandir ideas. El rock, desde un inicio, siempre rebelde y joven, ha tocado las fibras de millones de personas en el mundo sea cual se su cultura.

Una de las expresiones más increíbles de la universalización del rock es el hecho de que en Chiapas, en los últimos años, han surgido algunas bandas que han acoplado esta música a sus propias raíces, cultura y lengua. Una de ellas es Lumaltok, una propuesta en lengua maya tsotsil. Continue lendo

“Manual para defender los derechos de los pueblos indígenas” disponível para baixar

manualEl objetivo de este manual es contribuir, con un instrumento práctico, a la labor que realizan personas, pueblos indígenas y organizaciones dedicadas a proteger y gestionar a favor de los derechos de los pueblos indígenas. El manual no solo desarrolla los principales derechos de los pueblos indígenas protegidos por los instrumentos internacionales sino que también describe los sistemas universal e interamericano para la protección de los derechos humanos y el funcionamiento de los órganos que en cada uno de estos sistemas velan por el cumplimiento de estos derechos. Ante los múltiples conflictos que actualmente existen en la región, relacionados con la extracción de recursos naturales en zonas habitadas por poblaciones indígenas, este documento se presenta como una guía de actuación tanto para grupos afectados como para funcionarios estatales.

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Fonte: Fundación para el Debido Proceso

Livro infantil sobre povos indígenas pode entrar na grade do MEC

Brasil abriga 246 povos indígenas, totalizando 900 mil pessoas que falam mais de 150 línguas - Foto: Memória/EBC

Brasil abriga 246 povos indígenas, totalizando 900 mil pessoas que falam mais de 150 línguas – Foto: Memória/EBC

Consciência
Livro infantil sobre povos indígenas pode entrar na grade do MEC

“Esperamos que este livro sirva ao menos para tocar as próximas gerações para um Brasil mais respeitoso”, afirma Tatiane Klein, do Instituto Socioambiental, responsável pelo projeto

São Paulo – Por meio de uma iniciativa do Instituto Socioambiental (ISA), crianças brasileiras poderão ampliar o conhecimento sobre os povos indígenas. O livro “Povos Indígenas no Brasil Mirim” carrega esta proposta, como afirma Tatiane Klein, do ISA, para a Rádio Brasil Atual. “O principal objetivo deste livro é desconstruir uma ideia genérica de que estes povos ficaram no passado e que não existem mais no Brasil contemporâneo”, afirma.

Ouça o áudio completo desta matéria aqui ou abaixo:

A entidade aguarda edital do Ministério da Educação (MEC) para ampla distribuição nas escolas do país. Por enquanto, é possível encontrar exemplares da obra em escolas que demonstrarem interesse espontâneo, e também nas livrarias Cultura e da Vila, além do portal da instituição: mirim.socioambiental.org.

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