Primer Encuentro Mundial de Poesía de Pueblos Indígenas
Del 16 al 23 del octubre , Ciudad de México.
La propuesta del Encuentro Mundial de Poesía de los Pueblos Indígenas: Voces de Colores para la Madre Tierra, surge como iniciativa de un grupo de poetas indígenas del mundo que tuvieron la oportunidad de reunirse en el Foro Celebración de la Tierra con los Pueblos Originarios, realizado en el marco del 24° Festival Internacional de Poesía de Medellín, desarrollado del 22 al 24 de julio de 2014.
Primeira estudante índigena da Pós em Antropologia Social da UFSC defende dissertação sobre povos Kaingang

Crédito: Pipo Quint / Fotógrafo da Agecom / DGC / UFSC
Por: Bruna Bertoldi Gonçalves / Jornalista / DGC / UFSC
Revisão: Claudio Borrelli / Revisor de Textos da Agecom / DGC / UFSC
Fotos: Pipo Quint / Fotógrafo da Agecom / DGC / UFSC
Em seu trabalho, a geógrafa deu ênfase a três narrativas de luta de mulheres kaingang a partir das décadas de 60 e 70. “O movimento indígena pela terra e pelos direitos não se inicia pela Constituição de 88. Houve uma luta grande do movimento indígena, que conseguiu se articular sem internet, telefone, dinheiro. Alguns artigos específicos (231 e 232 – direito aos costumes, território e crenças) nos asseguram o direito de sermos quem somos. O tema vinha sendo discutido em fóruns institucionais; a promulgação da Constituição de 88 veio depois”, destaca.
Exposição em Recife expõe os significados da palavra Cariri

Esta é a primeira exposição de Carlos Mélo na cidade após quatro anos. Crédito: Maíra Martions/Divulgação
Artista visual Carlos Mélo estreia nesta quarta a exposição Cariri: a palavra vista por dentro
Por: Larissa Lins – Diário de Pernambuco
Cariri significa calado, silencioso, taciturno. Germinada do tupi-guarani kiri’ri, a palavra designa a principal família de línguas indígenas do Sertão do Nordeste do Brasil, cuja ascendência é reivindicada por tribos contemporâneas como as pernambucanas truká, atikum e pankará. Cariri remete, ainda, à região marcada pela presença do povo cariri e pela Guerra dos Bárbaros (série de confrontos entre colonizadores portugueses e etnias indígenas nas capitanias do Nordeste brasileiro no século 17), imortalizada em canções como Pau-de-arara (Luiz Gonzaga e Guio de Morais), Cariri (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira) e Meu cariri (Dilú Mello e Rosil Cavalcanti)
Publicação do IPHAN aborda Diversidade Linguística no espaço Ibero-Americano
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) acaba de lançar os Anais do Seminário Ibero-Americano da Diversidade Linguística, evento ocorrido no ano de 2014, em Foz do Iguaçu, Paraná. Disponibilizado em meio digital para acesso livre, a publicação apresenta contribuições de pesquisadores, gestores públicos e de representantes das comunidades linguísticas, estando subdividida em três eixos principais.
Deputado denuncia Índio que quis depor em idioma natural

Wagner Guimarães-ALMS
Paulino Terena terá de prestar esclarecimentos à justiça
Por Clayton Neves
Sessão da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Cimi desta terça-feira (31) acabou sendo suspensa e virando caso de polícia, depois que Paulino Silva, liderança indígena da Aldeia Moreira no município de Miranda, informou aos integrantes da comissão o desejo de prestar depoimento em seu idioma materno já que, segundo ele, não dominava a língua portuguesa.
O deputado João Grandão (PT), membro da CPI do Cimi, conta que diante da afirmação, integrantes da mesa se manifestaram contrários a afirmativa do terena e asseguraram que Paulino sabia falar em português. O deputado lembra que um vídeo onde a liderança podia ser vista falando em português foi exibido à comissão pelo deputado Paulo Corrêa (PR).
Depois da exibição das imagens, o depoimento foi suspenso e um Boletim de Ocorrência foi registrado. Paulino Terena terá de prestar esclarecimentos à justiça e em seguida caso vai ser encaminhado ao juizado especial criminal.
No Facebook, o advogado dos índios, Luiz Henrique Heloy afirmou que o fato de os deputados Mara Caseiro (PSDB) e Paulo Corrêa (PR) “não permitirem o Terena de depor em seu idioma materno sob o argumento de que ele entende português” configura ação de “vergonha e extrema ignorância”.
O advogado alega que é prerrogativa do depoente indígena falar no seu idioma materno e que “a liderança que é vítima de vários atentados, saiu da Assembleia Legislativa como réu”.
Fonte: Mídia Max
Entrevista com Gilvan Müller de Oliveira na ReVeL

“Políticas linguísticas são uma faceta das políticas públicas dos países, das organizações internacionais, das corporações e instituições, e nesse sentido são um fazer permanente do homem, sempre adaptadas à sua época, aos interesses geopolíticos, econômicos e culturais em jogo numa determinada fase histórica. Não se esgotam, mudam de foco; não se completam, estão sempre em construção.”
A entrevista foi publicada no volume 14, número 26, da Revista Virtual de Estudos da Linguagem – ReVEL, dedicado ao tema Política Linguística.
A Revista Virtual de Estudos da Linguagem – ReVEL é uma publicação eletrônica, com periodicidade semestral. Idealizada por dois jovens estudantes de Linguística, a ReVEL lançou seu primeiro volume em 2003 e desde então vem contribuindo com a formulação de um pensar e divulgar os estudos da linguagem no Brasil. A atual edição apresenta 11 artigos inéditos, 3 resenhas, 1 artigo traduzido e na seção ReVEL na Escola conta com mais dois artigos.
O número apresenta ainda duas entrevistas inéditas sobre o tema, com os linguistas Bernard Spolsky, da Universidade Bar-Ilan de Israel, e Gilvan Müller de Oliveira, professor da Universidade Federal de Santa Catarina e pesquisador do IPOL.
Em sua entrevista, Gilvan Müller de Oliveira responde a dúvidas conceituais, cita ações importantes que vem desenvolvendo nas diversas instituições em que atua, coordenando e assessorando projetos e pesquisas sobre as diferentes línguas do Brasil e sobre as políticas públicas que elas demandam. Também discute as questões linguísticas da era digital.
Leia a entrevista completa na edição atual da Revista ReVEL em http://www.revel.inf.br/files/e92f933a3b0ca404b70a1698852e4ebd.pdf
Fonte: IPOL Comunicação


