3º Congresso Internacional dos Povos Indígenas da América Latina (CIPIAL) 2019

Linguajar cuiabano, um dialeto de confluência indígena e europeia
O jeito cuiabano de falar carrega traços dos Bororos que habitavam região da Prainha da chega dos bandeirantes que se misturou o sotaque europeu
O termo “Ikuêbo” tem a tradução de “córrego da cor das estrelas” e vem do dialeto Bororo. Era a etnia indígena que habitava a região da Prainha à época da chegada dos bandeirantes no Centro-Oeste do Brasil, no século XVIII, mestre na pescaria com arpão e arco e flecha.
“O sentido provavelmente era para descrever o brilho do sol nas águas do córrego. ‘A cor das estrelas’ era o reflexo do sol, para um povo que era mestre na pescaria e habitava as margens do córrego”, diz a doutora em antropologia do imaginário, Cristina Campos. Continue lendo
Official Global Launch Event of the 2019 International Year of Indigenous Languages
This official launch event is co-organized by UNESCO, UNDESA, and the members of Steering Committee for the organization of the International Year, as well as with the participation of other relevant stakeholders.
To be held under the theme “Indigenous languages matter for sustainable development, peace building and reconciliation”, this official launch event will gather high-level governmental officials, indigenous peoples, civil society, academia, media, information and memory organizations, United Nations agencies, public language harmonization and documentation institutions and private sector bodies. Continue lendo
Vamos aprender WAPICHANA
Watuminhap Wapichan Da’y! Vamos Aprender Wapichana é o primeiro ebook com áudio, desenvolvido por indígenas para o ensino da língua Wapcihana em Roraima.
Os organizadores do livro são: Dr Ronaldo Macdonell, Ananda Machado e Edney Veras.
Fonte: Ebooks Indígenas
Como Paraguai e Bolívia conseguiram se transformar em países bilíngues
Ambos os países têm iniciativas para manter as línguas indígenas vivas, convivendo com o espanhol; esforço se reflete desde a educação bilíngue nas famílias à legislação dos países.
O Paraguai e a Bolívia estabeleceram, nos últimos anos, medidas para garantir que as línguas indígenas continuem sendo bastante faladas por gerações e gerações – uma estratégia que ajuda a explicar por que, diferentemente do Brasil, dominar esses idiomas não é algo ligado a minorias nesses países.
Como a cultura Tupi-guarani foi impactada pelo homem branco
A Cultura Tupi-guarani sofreu forte impacto no convívio com o colonizador
O termo Tupi-guarani define uma das dez famílias linguísticas do tronco Tupi.
Os outros troncos linguísticos são o Jê e Arauak, de onde vêm o grupo de línguas dos habitantes do Brasil antes da chegada dos colonizadores portugueses.
O Tupi tem origem na língua Tupinambá, incorporada pelos colonizadores e missionários e adotada como Língua Geral do Brasil.
O Guarani é falado ainda nos dias de hoje pelos povos Guarani, Guarani-kaiowá, Guarani-ñhandeva e Guarani-m’byá.



