Línguas africanas e afro-brasileiras

20º Aniversário do Projeto A Rota do Escravo na América Latina e no Caribe e 50º aniversário do Projeto História Geral da África

20º Aniversário do Projeto A Rota do Escravo na América Latina e no Caribe e 50º aniversário do Projeto História Geral da África

unescoEm 2014, a UNESCO celebra o 20º aniversário do Projeto A Rota do Escravo, iniciado em 1994 na cidade de Ouidah (Benin). A celebração também faz parte do 50º aniversário do Projeto Historia Geral de África.

A Resolução 37 C/Res1.VI aprovada pela 37ª Conferência Geral da UNESCO, solicitou à diretora-geral da UNESCO “que elaborasse e implementasse um programa de atividades para celebrar o vigésimo aniversário do projeto nas distintas regiões do mundo”. Além disso, é o preâmbulo do lançamento, que acontecerá em janeiro de 2015, da Década Internacional dos Afrodescendentes (2015-2024). A América Latina e o Caribe se unem a esta celebração com programas de atividades em vários Estados-membros.

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Em defesa dos direitos indígenas e quilombolas e contra a criminalização dos defensores e defensoras de direitos humanos

Em defesa dos direitos indígenas e quilombolas e contra a criminalização dos defensores e defensoras de direitos humanos

São Leopoldo-RS

São Leopoldo-RS

As organizações sociais, os movimentos populares, os Defensores e as Defensoras de Direitos Humanos reunidos no I SEMINÁRIO ESTADUAL DOS DEFENSORES E DEFENSORAS DE DIREITOS HUMANOS NO RIO GRANDE DO SUL, que teve lugar nos dias 09, 10 e 11 de junho de 2014, em São Leopoldo/RS, vem a público manifestar-se em defesa dos direitos indígenas e quilombolas e contra a criminalização dos defensores e defensoras de direitos humanos, dos movimentos e organizações sociais populares e suas lideranças.

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V SEREM Seminário Educação, Relações Raciais e Multiculturalismo

V Seminário Educação, Relações Raciais e Multiculturalismo

VSEREM

Entre os dias 14 e 16 de maio de 2014, a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) sedia o Seminário Educação, Relações Raciais e Multiculturalismo – “Comunidades tradicionais e políticas públicas” – V SEREM.

O evento, organizado pelo NEAB-UDESC sob a coordenação das professoras Luisa Tombini Wittmann e Vera Marcia Marques Santos, contará com uma programação que engloba conferências, mesas redondas, comunicações orais e apresentações culturais.

Para maiores informações, consulte o blog do evento.

Fonte: V SEREM

Abertas inscrições para prêmio de cultura de matriz africana

Abertas inscrições para Prêmio Patrimônio Cultural dos Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana

Objetivo é reconhecer as ações de preservação, valorização e documentação do patrimônio cultural de comunidades tradicionais. Inscrições estão abertas até 05 de julho.

premio_iphan

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) abriu, nesta segunda-feira (28/04), inscrições para a primeira edição do Prêmio Patrimônio Cultural dos Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana, destinado a iniciativas para o Patrimônio de Comunidades Tradicionais de Matriz Africana. O edital está disponível e foi publicado no Diário Oficial da União (DOU). O prazo de inscrição termina em julho.

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Tradição linguística on-line

País plurilíngue, Angola investe na preservação dos idiomas com plataformas eletrônicas

“Em média, a cada quinze dias desaparece uma língua, e África é o continente mais ameaçado”, apontou o escritor José Eduardo Agualusa num artigo de 2011 sobre a evolução das línguas em Angola. Mas ao longo do último ano foram criadas várias plataformas on-line em favor da salvaguarda das línguas nacionais do país.

Angola é um país plurilíngue, com seis línguas africanas reconhecidas como nacionais a par do português enquanto língua oficial. Para além disso, estima-se que existam 37 línguas e 50 dialetos em uso no país. O blog Círculo Angolano Intelectual reportou, no final de outubro de 2013, que 30% da população (cerca de 8,5 milhões de angolanos) “só fala as línguas nacionais que não fazem parte de nenhum programa educacional, social”, acrescentando ser isto mais um dos fatores que gera exclusão social.

Num artigo de Agualusa, publicado pelo Instituto Cultural de Formação e de Estudo sobre Sociedades Africanas em São Paulo, Casa das Áfricas, o escritor premiado versa sobre “uma proposta de paz” para a coexistência das línguas nacionais e da língua portuguesa (“língua materna versus língua madrasta”), e  questiona: “Porque é que em Angola, país de muitas línguas, os escritores apenas utilizam o português?”

Projeto Evalina
Procurando contrariar o fenômeno, ao longo do ano de 2013 surgiram várias iniciativas on-line, criadas por jovens que olham para as tecnologias como um desafio para a promoção e salvaguarda das línguas nacionais.
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Lei sobre a violência doméstica traduzida em línguas nacionais na Angola

A lei sobre a violência doméstica está a ser traduzida em diferentes línguas nacionais, apurou a RNA.

A Secretária de Estado da Família e Promoção da Mulher, Ana Paula Sacramento Neto revelou a informação, garantiu também que, a lei sobre a violência doméstica já está traduzida em inglês e francês.

“Tão logo foi aprovado, foi traduzido em francês e inglês, depois foi traduzido para a língua kimbundo, agora estamos a trabalhar na língua nganguela, fiote, umbundo e kwanhama”, revelou.

Fonte: Radio nacional da Angola.

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