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El turismo idiomático del español crece en todo el mundo

Un grupo de alumnas en clase de español en la academia Eureka, en Madrid, ayer - Foto: Gorka Lejarcegi.

Un grupo de alumnas en clase de español en la academia Eureka, en Madrid – Foto: Gorka Lejarcegi.

El turismo idiomático del español crece en todo el mundo

El número de viajeros que visitan España o América Latina para estudiar y aprender la lengua crece cada vez más

Patricia Peiro

Pocas cosas hay con las que Ruth María Hoffmann disfrute más que viendo la serie Cuéntame. Esta alemana de 52 años y trabajadora de una gran multinacional sigue a la familia Alcántara desde su país natal. Asegura que esta ficción ha sido una gran ayuda tanto en su aprendizaje del idioma como para profundizar en la cultura española. Esta semana está en Madrid, un viaje que repite al menos dos veces cada año, para seguir mejorando su pronunciación y gramática. Como ella, más de 858.000 turistas visitaron España el último año por motivos académicos, muchos de ellos relacionados con el idioma, según datos del Instituto Cervantes. El número de viajeros que mueve el aprendizaje del español está al alza, según los informes y expertos consultados.

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4to Encuentro internacional de español como lengua extranjera

4toencuentro4to Encuentro internacional de español como lengua extranjera
Ensenãnza, aprendizaje y evaluación
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El 4to Encuentro internacional de español como lengua extranjera es un evento académico de la Red Académica del Español como Lengua Extranjera —EnRedELE—, organizado por un grupo de instituciones de educación superior pertenecientes a la Asociación Colombiana de Universidades —ASCUN—. El encuentro tendrá lugar en la ciudad de Bogotá, Colombia, durante los días 18, 19 y 20 de agosto de 2015. Sus ejes temáticos serán la enseñanza, el aprendizaje y la evaluación del español como lengua extranjera.

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Dissertação discute integração e identidade fronteiriça do Mercosul no âmbito do Programa Escolas Interculturais Bilíngues de Fronteira (PEIBF)

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Escolas participantes do PEIBF em Dionísio Cerqueira-SC-Brasil e Bernardo de Irigoyen-Misiones-Argentina (março de 2005) – Foto: Stela Maris Veiga (PEREIRA, 2014, p. 110).

Dissertação discute integração e identidade fronteiriça do Mercosul no âmbito do Programa Escolas Interculturais Bilíngues de Fronteira (PEIBF)

A dissertação de mestrado intitulada Programa de escolas interculturais bilíngues de fronteira: integração e identidade fronteiriça foi defendida no ano passado em Florianópolis-SC por Stella Maris Meira da Veiga Pereira, aluna do Programa de Pós-Graduação em Geografia, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Florianópolis-SC, sob a orientação da Profª. Drª. Leila Christina Duarte Dias.

O trabalho de Stela Maris Veiga na fronteira teve início quando foi pesquisadora do IPOL. Vale lembrar que o IPOL participou do PEIBF entre 2005 e 2010 realizando assessoria pedagógica e técnica, bem como os primeiros diagnósticos sociolinguísticos sobre as línguas e suas comunidades de falantes das regiões de fronteira com a Argentina inicialmente e depois com o Paraguai, o Uruguai e a Venezuela.

Acesse aqui a dissertação na íntegra.

Apresentamos a seguir o Resumo da dissertação.

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Nova publicação do IPOL: Mapas linguísticos do OBEDF

capa-mapas-obedfNova publicação do IPOL: Mapas linguísticos do OBEDF

O resultado da pesquisa apresentada nesta publicação, na forma de mapas linguísticos, constitui um panorama sobre as línguas declaradas como sendo faladas pela comunidade escolar dos municípios de Ponta Porã (MS), Guajará-Mirim (RO) e Epitaciolândia (AC), observando os modos de uso e lugares de circulação das diferentes línguas e dando visibilidade para esse traço evidentemente importante da região fronteiriça, que se singulariza pela diversidade linguística e cultural. O objetivo do livro é apresentar espacialmente as línguas que circulam nas zonas de fronteira pesquisadas e proporcionar aos professores e alunos dos anos finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio elementos para discussão em sala de aula sobre a diversidade linguística no Brasil.

Acabamos de receber da gráfica os exemplares de nossa mais recente publicação: o livro OBEDF – Observatório da Educação na Fronteira: Mapas Linguísticos, de Márcia R. P. Sagaz e Rosângela Morello (Florianópolis: IPOL; Editora Garapuvu, 2014, 40p.).

 Diante do quadro de promoção e reconhecimento das línguas brasileiras nos últimos anos, uma questão motivou a realização do projeto Observatório da Educação na Fronteira (OBEDF): “se há tantas línguas no Brasil, como as crianças que aprenderam a falar em outra língua e não sabem ou sabem pouco português aprendem a ler, a escrever, a fazer contas e outros conteúdos quando vão à escola brasileira?”.

Assim, o projeto OBEDF, financiado pela Coordenação de Pessoal de Ensino Superior (CAPES), através do Edital 038/2010/CAPES/INEP, com coordenação interinstitucional envolvendo a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a Universidade Federal de Rondônia (Unir), no âmbito do Observatório da Educação (OBEDUC/CAPES) e escolas da rede pública de ensino dos municípios de Ponta Porã (MS), Guajará-Mirim (RO) e Epitaciolândia (AC), desenvolveu suas atividades entre 2010 e 2013.

Nesse contexto, o projeto OBEDF, em parceria com o IPOL, realizou, dentre outras ações, uma série de levantamentos, constituindo um quadro sobre as línguas declaradas como sendo faladas pela comunidade escolar dos três municípios citados acima, observando os modos de uso e lugares de circulação das diferentes línguas e dando visibilidade para esse traço evidentemente importante da região fronteiriça, que se singulariza pela diversidade linguística e cultural.

A partir dos levamentos, o IPOL responsabilizou-se então pela condução das pesquisas do diagnóstico para o qual contou com uma equipe formada por linguistas e profissionais de Letras e também com a colaboração de bolsistas de graduação e pós-graduação do OBEDF nas discussões que nortearam o trabalho.

O diagnóstico da situação das línguas nas escolas tem como objetivo amplo conhecer as línguas que os alunos, o corpo docente, o pessoal de apoio/funcionários e os gestores falam, conhecem, entendem e com as quais se identificam, assim como o contexto de imersão, a cidade,a fronteira. Com essas informações, objetiva-se proporcionar aos docentes e gestores reflexão sobre a presença de outras línguas, além do português, nas escolas.

Os mapas linguísticos do OBEDF foram desenvolvidos a partir dos dados coletados no diagnóstico sociolinguístico por equipe multidisciplinar e têm como foco apresentar espacialmente as línguas que circulam nas zonas de fronteira pesquisadas e proporcionar aos professores e alunos dos anos finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio elementos para discussão em sala de aula sobre a diversidade linguística no Brasil.

Professores de todas as áreas podem lançar mão desta publicação. As áreas do conhecimento, tais como Geografia, Matemática, História, Língua Portuguesa e Línguas Estrangeiras, encontram aqui elementos para discussão e pesquisa de ensino-aprendizagem que podem ser desenvolvidas em sala de aula.

Assim, a pergunta sobre as crianças, suas línguas e seu aprendizado na escola motivou-nos a realizar este trabalho. Acreditamos que a partir dele muitos outros questionamentos podem estimular professores e alunos à construção do conhecimento.

O livro tem distribuição gratuita e será enviado para instituições de ensino (escolas, universidades) durante o ano de 2015. Se o pesquisador ou o professor quiser um exemplar, precisa entrar em contato pelo e-mail ipol.secretaria@gmail.com solicitando o envio. As despesas de correio são por conta do solicitante.

Apresentamos a seguir o Sumário da publicação.

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Foto: Márcia Sagaz (clique na imagem para ampliar)

Sumário
Apresentação
1 Diagnóstico Sociolinguístico
1.1 Escolas participantes
1.2 Dados coletados
2 As cidades e seus aspectos linguísticos
Ponta Porã (MS): fronteira seca
Guajará-Mirim (RO): pérola do Mamoré
Epitaciolândia (AC): município independente
3 Mapeamento das línguas
3.1 Guia de Símbolos
3.2 Línguas Declaradas
3.3 Sobre os Mapas: Arranjo Geral
Mapa 1 – Línguas declaradas / Línguas indígenas declaradas
Mapa 2 – Arranjo geral
3.4 Sobre os Mapas: Mapas Temáticos
Mapa 3 – Espanhol Proficiência em Leitura
Mapa 4 – Espanhol língua materna – Língua do lar
Mapa 5 – Guarani língua materna – Língua do lar / Guarani âmbitos de uso
Mapa 6 – Espanhol âmbitos de uso
Mapa 7 – Atitudes linguísticas
Mapa 8 – Português língua materna – Língua do lar e âmbitos de uso
Referências

Portal do STF disponibiliza conteúdo para público internacional

STFinternacional

Portal STF Internacional

Portal do STF disponibiliza conteúdo para público internacional

Na página do Supremo Tribunal Federal (STF) na internet, cidadãos de língua inglesa e espanhola encontram conteúdo elaborado em seus idiomas para que possam conhecer o funcionamento e as principais decisões da corte constitucional brasileira.

Acesse aqui ao Portal STF Internacional.

Embora não seja uma tradução do site oficial nessas duas línguas, é possível consultar a jurisprudência do Supremo com decisões selecionadas, temas em matéria constitucional e bancos internacionais de jurisprudência que podem ser acessados em um menu localizado no lado esquerdo da página, dentro da aba “Jurisprudência Comparada”.

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Unila abre inscrições para mestrado em Integração Contemporânea da América Latina

Unila abre inscrições para mestrado em Integração Contemporânea da América Latina

unilaCandidatos passarão por duas fases no processo seletivo para ocupar uma das 15 vagas ofertadas

Nesta segunda-feira (13) foram abertas as inscrições para o curso de mestrado em Integração Contemporânea da América Latina, que seguem até o dia 17 de novembro. O edital que disciplina o processo seletivo pode ser conferido aqui. Mais informações podem ser obtidas no site do PPG-ICAL, em www.unila.edu.br/mestrado/ical.

Estão abertas 15 vagas gratuitas para esta que será a segunda turma do programa. As vagas são destinadas, preferencialmente, a candidatos latino-americanos, graduados na área de Ciências Humanas e Sociais, Linguística, Letras e Artes. Na distribuição das vagas, será considerada a proporcionalidade entre brasileiros e demais latino-americanos. O quadro docente é composto por professores efetivos e seniores da UNILA, além de docentes externos. Continue lendo

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