Diversidade Linguística e Cultural

Exposição temporária sobre a Amazônia entra em cartaz no Museu do Amanhã

Fruturos – Tempos Amazônicos traz ambientação, interatividade, sons e informações sobre o maior bioma tropical do mundo

Infográfico das línguas do mundo: as 7.102 línguas e suas proporções de uso

A língua é uma das expressões culturais mais importantes de um povo. Ela unifica, agrega e pode ser responsável por grandes transformações, mas alguma vez você parou para pensar em quantas línguas são faladas em todo o planeta?

Existem, pelo menos, 7.102 línguas vivas no mundo hoje. Vinte e três dessas línguas são línguas maternas de mais de 50 milhões de pessoas. As 23 línguas deram origem à língua nativa de 4,1 bilhões de pessoas. Para ficar mais simples de entender o Visual Capitalist produziu esse infográfico representando cada idioma e fornecemos o número de falantes nativos (em milhões) por país. A cor desses mostra mostra como as línguas se enraizaram em muitas regiões diferentes.

Os países cujos números em cada idioma são muito pequenos para serem representados foram colocados em um único grupo e mercado com o símbolo ‘+’

Regiões em que essas línguas estão presentes

 

As áreas representadas estão de acordo com os dados fornecidos pela “Ethnologue-Languages ​​of the World“. Essas estimativas não são absolutas porque a demografia está em constante evolução. Alguns estudos são baseados em dados de censo antigo e podem remontar a mais de 8 anos.

A língua mais falada no mundo

Das 7,2 bilhões de pessoas no mundo hoje, 6,3 bilhões foram incluídas no estudo do qual foram obtidos os dados. Com isso foi identificado que 4,1 bilhões de pessoas têm como língua nativa uma das 23 línguas mais faladas. De acordo com as fontes da pesquisa, a língua mais falada do mundo é o inglês, com 110 países.

 

Via: Redação Hypeness

Fotos: Reprodução/ Visual Capitalist

Geopolitical Linguistics: Portuguese as an International Language – Brazil, India and beyond”

Pode ser uma imagem de ao ar livre e texto que diz "1) Introduction Ms. Arizangela Figueiredo. 2) address Prof. Indrani speech Prof Mazhar Asif, Dean School of Language Studies, Speech by Mr. Paulo José Chiarelli Vicente Azevedo, Counselo Brazilian Embassy in New Delhi. Moderator Dr. Gaurav Kumar Prof. Gilvan Müller Oliveira, Federal University Catarina. Prof. Pramod Pandey, Jawaharlal Nehru University Concluding Remarks Vote of Thanks Ms. Figueiredo. LINK FOR THE REGISTRATIONFO CONTACT INFORMATION: MAIL: SASBRASILINDIA@GMAIL.COM FP ID=100075346847497 PHONE: (91) 9599314505 BRAZIL NEWDEHI LEITORADO BRASILEIRO"

Português de/em Angola: Peculiaridades linguísticas e a diversidade no ensino

 
LANÇAMENTO DO LIVRO: 

Peculiaridades linguísticas e a diversidade no ensino

Dr. Alexandre António Timbane,  Dr. Daniel Peres Sassuco,  Márcio  Edu da Silva Undolo

[ Organizadores ]

Sinopse: A Língua Portuguesa surgiu na Península Ibérica e se espalhou pelo mundo por meio do processo de colonização. Após o contato entre o português e as línguas autóctones em Angola iniciou uma nova configuração linguística, com características peculiares ou próprias o que contribuiu para o surgimento da variedade angolana do português. O artigo 19º da Constituição da República de Angola (2010) estabelece a LP como a única língua oficial. A variedade angolana do português distanciou-se do Português Europeu ao longo do tempo, daí que é de suma importância que haja debates que visem caracterizar e descrever esta nova realidade sociolinguística. Este ebook tem como objetivo atiçar debates sobre a variedade  angolana do português buscando refletir as peculiaridades da variedade por forma a que se possa caminhar para a normalização e criação de dicionários e gramáticas que possam ser utilizadas no ensino de português em Angola.

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Webinário Direitos Linguísticos e Direitos Humanos é destaque no Boletim da Assessoria Internacional da DPU

Websérie apresentada em língua de sinais mostra cultura do Amazonas para a comunidade surda

Produção audiovisual que prioriza a comunicação em Libras, teve um diretor surdo trabalhando representatividade e inclusão social

Pela primeira vez no Amazonas, um produto audiovisual é produzido utilizando integralmente a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como língua principal. A websérie “Amazonas em Libras”, lançada oficialmente hoje, 6, já está disponível nas  plataformas de streaming e pelo instagram

Apesar de haver legenda e narração em português para que o público ouvinte acompanhe a programação, a websérie é apresentada em Libras para dar foco a comunidade surda, como explica a idealizadora do projeto, jornalista e produtora cultural, Natália Lucas.

“A comunidade surda, diante da cultura ouvinte, está sempre representada em segundo plano por meio de legendas ou janelas de interpretação em língua de sinais. Na ‘Amazonas em Libras’ buscamos trazer para um único plano, para uma única tela a língua oficial da comunidade surda”, destaca.

A produção, além de colocar a Libras em primeiro plano, empoderou e inseriu os surdos dentro do universo audiovisual. Isso porque a produção contou com o estudante surdo de Letras Libras Ednilton Barreto que, além de dividir a direção, atuou como diretor e consultor de acessibilidade do projeto.

“O Ednilton teve papel primordial dentro de todo o processo. Nada era feito sem a validação dele. Foi muito bonito perceber que ele se sentia parte do processo e que isso despertou nele a vontade de se aprofundar nesse universo e buscar mais essa representatividade”, lembra Natália.

A Amazonas em Libras também teve a participação de dois tradutores intérpretes de Libras que, de acordo com a idealizadora, o projeto seria apresentado por um surdo, mas que devido a pandemia não pôde ser realizado.

“O público surdo, assim como diversas outras comunidades linguísticas minorizadas tem carência de equidade, direitos e acessibilidade linguística, projetos como a ‘Amazonas em Libras’, que protagonizam a língua de sinais, são extremamente necessários. Oportunizar o acesso de pessoas surdas não só nesse ambiente de trabalho, mas em espaços de discussão e construção de conhecimento é dar vez e lugar à cultura e a língua de povo que resiste”, destaca.

Para Andrei Severiano, que ficou responsável por mediar a comunicação dos ouvintes com o surdo, conta que a experiência transformou seu olhar para as produções e para as demandas da comunidade. “Foi desafiador e totalmente novo trabalhar como intérprete nesse projeto. Me possibilitou fazer novas tarefas e ações até mais técnicas dentro dessa área”, explica.

A websérie foi contemplada no prêmio Feliciano Lana, com recursos da Lei Aldir Blanc, promovido pelo Governo do Estado, via Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa,  e apoio do Governo Federal – Ministério do Turismo – Secretaria Especial da Cultura.

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