Diversidade linguística

Publicação do IPHAN aborda Diversidade Linguística no espaço Ibero-Americano

Anais5O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) acaba de lançar os Anais do Seminário Ibero-Americano da Diversidade Linguística, evento ocorrido no ano de 2014, em Foz do Iguaçu, Paraná. Disponibilizado em meio digital para acesso livre, a publicação apresenta contribuições de pesquisadores, gestores públicos e de representantes das comunidades linguísticas, estando subdividida em três eixos principais.

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Anel possibilita que cegos leiam livros comuns que não têm Braille

 readerfingerO avanço tecnológico tem se mostrado muito eficaz no que se refere a salvar  e melhorar a qualidade de vida de pessoas mundo a fora. Conheçam um produto, que ainda está em fase de protótipo, desenvolvido por pesquisadores do MIT (Instituto de Tecnologia de Masschussets), trata-se de um anel que ajuda deficientes visuais a ler livros comuns (aqueles que não tem braile).

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Inicia projeto ‘Talian: perspectivas e ações’ nas escolas de Flores da Cunha, RS.

talianflores

Carolina Antoniazzi/Assessoria de Imprensa

Na última semana a secretaria de Educação, Cultura e Desporto, em parceria com a secretaria de Turismo, Indústria, Comércio e Serviços deu o pontapé inicial no projeto “Talian: perspectivas e ações”, que desenvolverá oficinas para os estudantes de 4º ano de todas as escolas da rede pública ou particular da cidade  de Flores da Cunha, RS.

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Deputado denuncia Índio que quis depor em idioma natural

indioparlamentar

Wagner Guimarães-ALMS

Paulino Terena terá de prestar esclarecimentos à justiça 

Por Clayton Neves

Sessão da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Cimi desta terça-feira (31) acabou sendo suspensa e virando caso de polícia, depois que Paulino Silva, liderança indígena da Aldeia Moreira no município de Miranda, informou aos integrantes da comissão o desejo de prestar depoimento em seu idioma materno já que, segundo ele, não dominava a língua portuguesa.

O deputado João Grandão (PT), membro da CPI do Cimi, conta que diante da afirmação, integrantes da mesa se manifestaram contrários a afirmativa do terena e asseguraram que Paulino sabia falar em português. O deputado lembra que um vídeo onde a liderança podia ser vista falando em português foi exibido à comissão pelo deputado Paulo Corrêa (PR).

Depois da exibição das imagens, o depoimento foi suspenso e um Boletim de Ocorrência foi registrado. Paulino Terena terá de prestar esclarecimentos à justiça e em seguida caso vai ser encaminhado ao juizado especial criminal.

No Facebook, o advogado dos índios, Luiz Henrique Heloy afirmou que o fato de os deputados Mara Caseiro (PSDB) e Paulo Corrêa (PR) “não permitirem o Terena de depor em seu idioma materno sob o argumento de que ele entende português” configura ação de “vergonha e extrema ignorância”.

O advogado alega que é prerrogativa do depoente indígena falar no seu idioma materno e que “a liderança que é vítima de vários atentados, saiu da Assembleia Legislativa como réu”. 

Fonte: Mídia Max

Entrevista com Gilvan Müller de Oliveira na ReVeL

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“Políticas linguísticas são uma faceta das políticas públicas dos países, das  organizações internacionais, das corporações e instituições, e nesse sentido são um  fazer permanente do homem, sempre adaptadas à sua época, aos interesses geopolíticos, econômicos e culturais em jogo numa determinada fase histórica. Não se esgotam, mudam de foco; não se completam, estão sempre em construção.”

A entrevista foi publicada no volume 14, número 26, da Revista Virtual de Estudos da Linguagem – ReVEL, dedicado ao tema Política Linguística.

A Revista Virtual de Estudos da Linguagem – ReVEL é uma publicação eletrônica, com periodicidade semestral. Idealizada por dois jovens estudantes de Linguística, a ReVEL lançou seu primeiro volume em 2003 e desde então vem contribuindo com a formulação de um pensar e divulgar os estudos da linguagem no Brasil. A atual edição apresenta 11 artigos inéditos, 3 resenhas, 1 artigo traduzido e na seção ReVEL na Escola conta com mais dois artigos.

O número apresenta ainda duas entrevistas inéditas sobre o tema, com os linguistas  Bernard Spolsky, da Universidade Bar-Ilan de Israel, e Gilvan Müller de Oliveira, professor da Universidade Federal de Santa Catarina e pesquisador do IPOL.

Em sua entrevista, Gilvan Müller de Oliveira responde a dúvidas conceituais, cita ações importantes que vem desenvolvendo nas diversas instituições em que atua, coordenando e assessorando projetos e pesquisas sobre as diferentes línguas do Brasil e sobre as políticas públicas que elas demandam. Também discute as questões linguísticas da era digital.

Leia a entrevista completa na edição atual da Revista ReVEL em http://www.revel.inf.br/files/e92f933a3b0ca404b70a1698852e4ebd.pdf

Fonte: IPOL Comunicação

 

Investigadores de sete países europeus analisam língua mirandesa

mirandesaA aldeia de Picote, no concelho de Miranda do Douro, acolhe até quarta-feira, o primeiro Encontro Internacional de Investigadores de Língua Mirandesa oriundos de seis países europeus, com a finalidade de proporcionar a partilha de saberes e experiências.

“O principal objetivo da iniciativa é o de juntar as pessoas que trabalham em torno da língua mirandesa, da investigação da segunda língua oficial em Portugal e que têm estudo publicados. Pretende-se, ao mesmo tempo, discutir os trabalhos que têm sido feitos por investigadores estrangeiros”, disse à Lusa António Bárbolo Alves, um dos mentores do Encontro Internacional de Investigadores de Língua Mirandesas.

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