“Vivemos um processo de fechamento seletivo de fronteiras no mundo”, dizem pesquisadores

Fronteira entre México e EUA - Fonte: https://www.flickr.com/photos/justinknabb/5175822567/

Fronteira entre México e EUA – Fonte: https://www.flickr.com/photos/justinknabb/5175822567/

“Vivemos um processo de fechamento seletivo de fronteiras no mundo”, dizem pesquisadores

Marco Weissheimer

O mundo vive hoje um processo de “desfronteirização”, fenômeno que se expressa, entre outras coisas, pelo fechamento de fronteiras entre países, muitas vezes materializado pela construção de muros. Já há estimativas prevendo que, até o final da década de 2020, o mundo terá dez vezes mais muros do que tem hoje, na menor das hipóteses. E esses fechamentos têm um corte seletivo, como mostra o trabalho de pesquisadores internacionais: dentro dos muros está cerca de 75% da riqueza mundial e 20% da população. Fora do muro é o contrário: 20% da riqueza mundial e 80% da população. Esses muros passam a definir, portanto, os marcos de ricos condomínios fechados e têm o objetivo de não deixar os pobres entrar. A avaliação é dos pesquisadores Tito Carlos Machado de Oliveira, Coordenador do Centro de Análise do Espaço Fronteiriço, da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, e Adriana Dorfman, professora do Departamento de Geografia, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em entrevista ao Sul21.

Tito Carlos Machado de Oliveira e Adriana Dorfman participaram do 34º Encontro Estadual de Geografia, realizado em Porto Alegre de 13 a 15 de novembro, numa iniciativa da Associação dos Geógrafos Brasileiros. A entrevista ao Sul21 foi marcada por uma coincidência histórica e temática. Ela foi concedida algumas horas antes dos atentados que atingiram Paris no dia 13 de novembro e abordou alguns dos temas que desafiam a política europeia hoje, como o fechamento das fronteiras em função de questões de segurança e da crise dos refugiados que está provocando o fluxo de algumas centenas de milhares de pessoas do norte da África e do Oriente Médio para a Europa. Os dois pesquisadores analisam também as principais características que definem o conceito de fronteira e rebatem o estereótipo que apresenta essas regiões como espaços de crimes e de violência.

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El Gobierno del País Vasco brindará cooperación técnica al Paraguay para la normalización del uso del Guaraní, en caracter de idioma oficial

VascoUna comitiva del Gobierno Vasco arribará a la ciudad de Asunción este lunes 23, para suscribir el día siguiente, martes 24, un Memorándum de Entendimiento con la Secretaría de Políticas Lingüísticas (SPL) de la Presidencia de la República, a fin de establecer un mecanismo que posibilite la asistencia técnica de diagnóstico de la situación lingüística y planificación del uso oficial del guaraní en los servicios del Estado, así como la transferencia de experiencia en normalización lingüística. De este modo, se espera lograr la visibilización del guaraní en todos los ámbitos de la vida nacional, su normal empleo en los medios masivos de comunicación, en las nuevas tecnologías de información y comunicación, sumando la participación de la sociedad civil en este proceso y en la protección de los derechos lingüísticos de los guaraní parlantes.

La Firma de Memorándum de Entendimiento entre la SPL y el Departamento de Educación, Política Lingüística y Cultura del Gobierno Vasco, será a las 9:30, del martes 24, en el Salón de Actos de la Cancillería (Calle Palma esq. 14 de mayo). Previamente, se realizará una firma de Convenio Marco de Cooperación entre el Ministerio de Relaciones Exteriores y la Secretaría de Políticas Lingüísticas.

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Workshop reúne ativistas digitais que revitalizam línguas indígenas na Colômbia

Participantes do Encontro de ativistas digitais de línguas indígenas, realizado na Colômbia, entre 18 e 19 de junho.

Participantes do Encontro de ativistas digitais de línguas indígenas, realizado na Colômbia, entre 18 e 19 de junho.

Este artigo contém links que levam à outras páginas, inclusive em outros idiomas, caso queiras aprofundar o assunto.

A diversidade cultural colombiana é refletida em seu rico patrimônio linguístico, representado por mais de 60 línguas indígenas. Enquanto algumas línguas estão em perigo de extinção, muitas outras estão vivas e bem.

Faladas por aproximadamente um milhão de pessoas espalhadas pelo país, estas línguas podem ser encontradas em salas de aula, nos mercados, no transporte público e na internet. As pressões sociais e a histórica repressão de línguas nativas (não apenas na Colômbia, mas na América Latina como um todo) desincentivaram muitas pessoas a manter suas línguas maternas. No entanto, a juventude está liderando o reavivamento, lutando por sua língua e cultura através do uso de ferramentas digitais fáceis e de plataformas da web. Estes “ativistas digitais” estão no centro deste movimento cuja missão é assegurar que a próxima geração possa encontrar a sua linguagem e cultura na web.

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Abertas inscrições para observadores da Etapa Nacional da 1ª Conferência de Política Indigenista

conf-indigenistaFoi publicado no Diário Oficial da União (D.O.U.) desta quinta-feira, 19 de novembro, a nova data de realização da Etapa Nacional da 1ª Conferência Nacional de Política Indigenista: 14 a 17 de dezembro, em Brasília.

Acesse aqui a página da 1ª Conferência Nacional de Política Indigenista e aqui sua página no Facebook.

Atenção! Você que se interessa em participar da Conferência, estão abertas as inscrições para Observadores da Etapa Nacional. São 188 vagas, que serão preenchidas por ordem de inscrição. Envie o formulário por email e garanta a sua vaga! Os Observadores terão direito de acompanhar as mesas, rodas de conversa e plenárias, sem, contudo, intervir no processo.

Acesse aqui o site da Conferência.

Preencha a ficha de inscrição e envie, por email.

Contato para inscrições: Elaine Jácome dos Santos – Telefones: (61) 3247-6041 / 6020 – Email: conferencia@funai.gov.br

Fonte: Página no Facebook da 1ª Conferência Nacional de Política Indigenista

Marco: UFPA tem primeiro indígena doutor

ufpa1Marco: UFPA tem primeiro indígena doutor

A tarde deste 20 de novembro de 2015 foi um marco para a inclusão da população indígena na Universidade Federal do Pará (UFPA). Após a defesa de sua tese, Almires Martins Machado, da etnia Guarani, é o primeiro indígena a receber o título de doutor na Instituição, com o trabalho intitulado De Sonhos ao Oguatá Guassú em busca da(s) Terra(s) Isenta(s) de Mal. A apresentação aconteceu em uma Sala, lotada, da Congregação no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH), com a presença de docentes, discentes e outros indígenas, além da imprensa televisiva local.

O trabalho de Almires, orientado pela professora Jane Beltrão, no Programa de Pós-Graduação em Antropologia (PPGA), do IFCH, versou sobre a história de seu povo. “Quando disse na minha aldeia que iria fazer uma tese, me disseram ‘Agora vais escrever a nossa história, de um jeito que os brancos entendam’”, disse o agora doutor.

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Conheça o boletim eletrônico do Centro Europeu para Línguas Modernas do Conselho da Europa

ECMLDivulgamos nesta postagem a edição de novembro de European Language Gazette, boletim eletrônico do Centro Europeu para Línguas Modernas do Conselho da Europa – European Centre for Modern Languages of the Council of Europe-ECML/Centre Européen pour les Langues Vivantes du Conseil de l’Europe-CELV (página | facebook).

Clique aqui para acessar a edição de European Language Gazette

A publicação fornece notícias atualizadas sobre o ECML/CELV (eventos, projetos, recursos), a Unidade de Política Linguística e outros setores relevantes do Conselho da Europa, assim como os parceiros do Centro. Ela se concentra nos desenvolvimentos no campo do ensino de línguas nos estados-membros e além.

Fonte: ECML/CELV

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