Libras poderá se tornar disciplina obrigatória na rede de ensino de Goiânia
Proposta de autoria da vereadora Cristina Lopes tramita na Câmara Municipal
A vereadora Cristina Lopes (PSDB) apresentou nesta terça-feira (19), na Câmara de Goiânia, projeto de lei que visa incluir o ensino da Língua Brasileira de Sinais (Libras) nas escolas da rede pública da capital. Pela proposta, a Libras deverá ser oferecida desde a Educação Infantil até o Ensino Fundamental como disciplina curricular obrigatória no Município.
Cristina cita, ao justificar sua iniciativa, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira (LDB, número 9394/1996). “De acordo com a perspectiva da Lei, o professor deveria ser o responsável por mediar e incentivar a construção do conhecimento do aluno com deficiência auditiva, por meio da sua interação com os estudantes e do desenvolvimento de estratégias pedagógicas que os atendam em suas necessidades”, destaca a vereadora, acrescentando que, “fazer a escola bilíngue, irá torná-la mais inclusiva”. Continue lendo
I Seminário Internacional de Educação Intercultural Bilíngue
A UFRR é uma instituição jovem (1989) que acompanha a própria criação do Estado e Roraima, localiza-se na região fronteiriça que envolve a República Cooperativista da Guiana e República Bolivariana de Venezuela. Ao longo desses 28 anos de existência tem respondido as demandas sociais no cenário regional, além de sua internacionalização. Dentro dessas demandas sociais foi criado em 2001, o Núcleo Insikiran de Formação Superior Indígena – Insikiran, com a oferta do Curso de Licenciatura Intercultural na formação de professores indígenas com 720 ingressos ao longo desses anos, tendo formado 315 professores indígenas em nível superior. Com o passar dos anos outras demandas dos movimentos indígenas de Roraima chegaram à universidade, a exemplo da criação dos Cursos de Bacharelados, o de Gestão Territorial Indígena (2009) e o de Gestão em Saúde Coletiva Indígena (2012), isso no contexto das políticas específicas no âmbito do direito à diferença, totalizando aproximadamente 700 alunos regularmente matriculados no Insikiran. Recentemente foi a realizada a III Semana dos Povos Indígenas da UFRR, resultado de um esforço coletivo para reunir, e apresentar a toda a sociedade roraimense, o pensamento e a produção artística, científica e cultural dos indígenas. Esta edição foi trabalhado o tema A Formação Intercultural de Indígenas no Contexto da Universidade. Tema este que traz a reflexão de como a formação intercultural vem sendo pensada na educação superior, seja no contexto do Insikiran ou nos demais cursos da UFRR, levando-se em conta a função social da universidade nas demandas sociais e políticas da região amazônica. Outro aspecto neste contexto de relevante apoio por parte da Capes é que em Roraima não tem Agência de Fomento à Pesquisa. Portanto, o apoio financeiro da Capes via Edital 35/2017 do PAEP é de grande valia para o desenvolvimento e execução do evento em virtude da sua relevância social, acadêmica e científica para a graduação e pós-graduação.
Informações e incrição: I Seminário Internacional de Educação Intercultural Bilíngue
Novas datas para o Encontro de Falantes e do Inventário do Hunsruckisch
Nos meses de Agosto e Outubro a equipe do Inventário do Hunsrückisch como língua de imigração dará sequência nas ações do projeto realizando quatro encontros, sendo dois em Santa Catarina e dois no Rio Grande do Sul.
Acompanhem as datas e atividades abaixo:
II Encontro de Falantes do Hunsrückisch e I Encontro do Inventário do Hunsrückisch
Local: Cecomtur Hotel | Rua Arcipreste Paiva 107, Centro, Florianópolis
2. Dias 12 e 13 de outubro de 2018Florianópolis, SC (local exato a definir)
III Encontro de Falantes do Hunsrückisch e II Encontro do Inventário do Hunsrückisch
Local: Nova Petrópolis, RS (local exato a definir)
Você pode acompanhar novidades pelo link Encontro Falantes Hunsruckisch
Ou baixe a programação dos encontros de Florianópolis no link Programação Preliminar Encontro SC
O Projeto Inventário do Hunsrückisch como Língua Brasileira de Imigração (IHLBrI) é uma parceria entre o IPOL (Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Linguística – http://e-ipol.org/) e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Projeto ALMA-H (UFRGS/AlMA) (https://www.ufrgs.br/projalma/ihlbri-inventario-do-hunsruckisch/). O projeto conta com o apoio do IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), Ministério da Cultura e seu objetivo é conhecer a situação da língua no Brasil e reconhece-la como Referência Cultural Brasileira.
Seminário Língua Portuguesa e Literatura na Escola
O Seminário “Língua portuguesa e literatura na escola” objetiva reunir professores, pesquisadores e estudantes interessados em discutir o ensino da língua portuguesa e da literatura, com especial atenção ao contexto da educação pública. Trata-se de um evento idealizado durante o processo de avaliação de obras didáticas de Língua Portuguesa para o Ensino Médio – PNLD 2018, em que se observaram avanços e lacunas nas obras didáticas. Assim, o objetivo central do evento é colocar em diálogo os pesquisadores do campo do ensino da língua e da literatura e os professores da educação básica, a fim de que se construam avanços no que respeita à formação crítica do estudante brasileiro.
Informações e inscrições: Seminário Língua Portuguesa e Literatura na Escola
Línguas dravídicas faladas na Índia existem há 4.500 anos
Nova Deli – As línguas dravídicas, faladas por 220 milhões de pessoas na Índia e países vizinhos, existem há 4.500 anos, descobriram investigadores do instituto Max Planck, que esperam compreender melhor como surgiram e se disseminaram, informou a Lusa
Fundamentais para perceber a dispersão dos seres humanos a partir de África, os 80 idiomas e dialectos da família dravídica são falados no sul e centro da Índia mas também no Paquistão, Afeganistão e Nepal.
As quatro línguas mais faladas têm tradições literárias seculares, a mais antiga dos quais é o Tamil, cuja evolução está documentada em poesia, canções, textos religiosos e seculares.
“O estudo das línguas dravídicas é crucial para perceber a pré-história na Eurásia, uma vez que influenciaram outros grupos de línguas”, notou a linguista Annemarie Verkerk, do Instituto Max Planck para as Ciências da História Humana.
Feira cultural pomerana acontece na próxima semana em Espigão D”’Oeste, RO
8ª edição ocorre nos dias 16 e 17 de junho. Recurso arrecadado com a festa será destinada para a manutenção da Associação Pomerana.
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Portal de entrada de Espigão D 39;Oeste, RO Foto: Carlos Tesch/Arquivo pessoal
Apresentação teatral de um típico casamento pomerano e danças regionais são algumas das atrações esperadas durante a 8ª edição da Feira Cultural Pomerana.
O evento acontece entre os dias 16 e 17 de junho em Espigão D’Oeste (RO), município da Zona da Mata, a 539 quilômetros de Porto Velho.
Segundo a organização, o objetivo da feira é resgatar a cultura do povo alemão. A entrada é gratuita.
Severino Schulz, presidente da Associacao Pomerana de Espigão D’Oeste (Aspomer), entidade responsável pelo evento, contou ao G1 que os pomeranos são povos alemães originários da Pomerânia, que foram expulsos da Alemanha. Continue lendo


