Audiência pública #FICAESPANHOL

Audiência pública para tratar sobre a Discussão de questões relativas à disciplina de Espanhol na Educação Básica em Santa Catarina.

Dia: 14/08/2018

Horário: 9h às 13h

Local: Plenarinho Deputado Paulo Stuart Wright, na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina.

EF abre primeira escola de português

EF abre primeira escola de português

A EF – Education First está à procura de professores de português, directores de estudos, responsáveis de alojamento e responsáveis de actividades comerciais. Tudo porque decidiu avançar com a sua primeira escola de português em Lisboa.

A estreia da multinacional sueca no ensino da língua portuguesa está marcada para Novembro deste ano. A EF irá ocupar o Palacete Castilho, na zona do Príncipe Real, mas primeiro precisa de recrutar todos os profissionais necessários para a implementação de um novo programa. Continue lendo

Pesquisa de Aluno do Uniaraxá é destaque em eventos nacionais

Pesquisa de Aluno do Uniaraxá é destaque em eventos nacionais
O Uniaraxá marcará presença no 38º Encontro Nacional de Engenharia de Produção que acontecerá em Maceió (AL), entre os próximos dias 16 e 19 de outubro. O trabalho de autoria do Aluno Egresso do Curso de Engenharia de Produção do Uniaraxá, Rafael dos Santos Guimarães, intitulado “Processo Produtivo de Batata Pré-Frita na Empresa Bem Brasil” foi aprovado e representará o Centro Universitário de Araxá, no evento de âmbito nacional.

O Encontro Nacional de Engenharia de Produção (Enegep) acontece, anualmente, desde 1981. A partir de 1986, passou a ser organizado pela Associação Brasileira de Engenharia de Produção (Abepro); Entidade que agrega profissionais, pesquisadores, estudantes e professores interessados no desenvolvimento da Engenharia de Produção no país. Continue lendo

Como traumas e conviver com compatriotas pode nos fazer esquecer a língua materna no exterior

A maioria dos migrantes longe do país natal há algum tempo sabe como é ficar um pouco enferrujado na sua língua de origem.

frio, celular (Foto: GETTY IMAGES via BBC)

(FOTO: GETTY IMAGES VIA BBC)

Estou sentada na minha cozinha em Londres, tentando entender uma mensagem de texto do meu irmão. Ele vive em nosso país natal, a Alemanha. Conversamos em alemão, uma língua cheia de palavras esquisitas. E eu nunca tinha ouvido esta: fremdschämen. Seria algo como “envergonhado por desconhecidos”?

Sou orgulhosa demais para perguntar-lhe o que significa. Sei que em algum momento vou entendê-la. Mas é um pouco doloroso perceber que, após anos vivendo no exterior, minha língua materna às vezes pode soar como estrangeira para mim. Continue lendo

Hunsrückisch em Prosa & Verso – o livro

Textos do Concurso Literário de Poemas e Contos em Hunsrückisch 2017

Prefácio em Português
Cléo V. Altenhofen
Quando se fala do I Concurso Literário de Poemas e Contos em Hunsrückisch 2017, parte-se naturalmente do princípio de que estamos diante de um começo, senão não seria o primeiro. Até onde sabemos, não temos registro de um Concurso desse tipo. Para nós, já foi uma alegria enorme poder realizar esse começo. O resultado é este livro que
entregamos nas mãos dos falantes. Alimentamos com isso a esperança de que, agora, mais falantes se animem a escrever literariamente no seu alemão de casa, tal como já fazem na literatura algumas línguas internacionais fortes – como o português, o alemão e o inglês.

 

Baixe o livro: Hunsrückisch em Prosa & Verso_ebook

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Como amansar a escola? O barro, o jenipapo, o giz

Duas mestras Xakriabá que trabalham com barro – dona Libertina Ferro e dona Lurdes Evaristo – foram convidadas pela Faculdade de Arquitetura da UFMG para serem professoras da disciplinaArquitetura e Cosmociência. Elas moram na terra indígena de São João das Missões, norte de Minas, e viajaram pela primeira vez a Belo Horizonte. Encerraram o Programa Saberes Tradicionaiscom aulas práticas, construindo no campus Pampulha da Universidade Federal uma casa tradicional de pau-a-pique com pinturas artísticas de pigmentos de toá e telhas de barro. Foi quando um aluno, com calculadora à mão, perguntou:

– Como é que se mede o espaçamento da madeira? Qual a quantidade de barro?

– São três mãos cheias de barro para cada quadrado – foi a resposta de uma das mestras, que encheu a mão e mostrou na hora como se fazia.

Os futuros arquitetos indagaram quanto tempo durava uma casa xakriabá e foram informados que entre quatro a seis anos, dependendo da fase da lua no momento de retirar o barro. Um deles, então, ofereceu uma técnica capaz de manter em pé durante a vida toda casas tão bonitas como aquela.

– Não, meu filho. Obrigado, mas isso é perigoso. Se aceito sua oferta, como é que vou ensinar meus filhos e netos a construir? Não é a casa que tem que durar, mas o conhecimento. A casa usada se desfaz justamente para que eles observem como se faz uma nova. A casa cai, mas se fica a forma de aprender, a gente levanta outras e é assim que o conhecimento permanece, circula e se renova.

A construção da casa, em 2015, foi narrada por Célia Xakriabá Mīndã Nynthê nesta terça-feira (31), na Universidade de Brasília (UnB) durante a defesa de sua dissertação de mestrado, que discute a reativação da memória e a lógica territorializada, com reflexões epistemológicas sobre os caminhos da educação numa temporalidade marcada pelo barro, o jenipapo e o giz. Continue lendo

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