PET Letras, UFSM, lança Dicionário Compartilhado de Língua de Fronteira

Texto: Paola Brum, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias
Edição: Ricardo Bonfanti
Na fronteira gaúcha, região de divisa entre Brasil e Argentina, as pessoas falam diferente. A língua naquela região possui muita influência do espanhol, o que originou expressões como “bem capaz”, “cusco”, “eito”, entre outras, bastante usuais, porém, não encontradas nos dicionários de língua portuguesa.
Para que os moradores de outras regiões possam compreender o significado destas palavras, o grupo do Programa de Educação Tutorial (PET) Letras da UFSM criou o Dicionário Compartilhado de Língua da Fronteira. Elaborado por estudantes de escolas de Itaqui, o Dicionário foi lançado em junho.
Inglês pode ter dias contados como ‘língua da internet’

Algumas das maiores tecnológicas do mundo estão a facilitar a utilização de múltiplas línguas em simultâneo.
Desde que a internet começou a ser utilizada que o inglês foi naturalmente adotado como uma língua comum, acelerando ainda mais o processo de globalização que foi acentuado com o aparecimento de redes sociais e proliferação de aplicações de mensagens. Contudo, isto pode estar prestes a terminar.
As mais recentes ações de grandes tecnológicas como o Facebook, a Apple e a Google pode ser determinante para o terminar desta fase. Enquanto o Facebook está a testar uma funcionalidade capaz de permitir aos utilizadores publicar em múltiplas línguas, a Apple está a trabalhar em algo semelhante para o seu teclado. A Google não pretende ficar pelo caminho e já permite mudar em plataformas mobile o idioma de inglês para hindu.
Como nota o Recode, a intenção por parte destas três tecnológicas é clara: continuar a aumentar o seu número de utilizadores abrindo-se a novas línguas. A esperança é ter margem de progressão suficiente para crescer e continuar a agregar cada vez mais pessoas na sua rede.
Fonte: Notícias ao Minuto.com
Kike Martins: “Quando perguntava se no centro contavam com informação da Conselharia a respeito do ensino de português 100% das respostas foram negativas”

Foto: PGL
Kike Martins
O projeto Telefonemas foi uma iniciativa idealizada e financiada pola DPG, a AGLP e a AGAL. Tinha como objetivo informar todos os centros de secundário da Galiza, públicos, privados e subvencionados, dos passos a dar para incluir a língua portuguesa na oferta educativa do centro. A iniciativa nascia do conhecimento de a Conselharia da Junta não ter feito este labor, como se evidenciou. Continue lendo
Tras el ‘Brexit’, ¿el inglés seguirá siendo idioma oficial en la Unión Europea?
Por: Gloria Rodríguez-Pina
Irlanda y Malta eligieron gaélico y maltés como lengua oficial en la UE porque el inglés ya estaba gracias a Reino Unido
Instituto de Letras da UFF promove: III Colóquio do LABPEC “Dinâmicas etnolinguísticas em debate”
No dia 8 de julho de 2016 acontece no Instituto de Letras, da Universidade Federal Fluminense/UFF, o III Colóquio do LABPEC ” Dinâmicas etnolinguísticas em debate”.
Neste ano, Rosângela Morello participa de mesa redonda às 16:00, que debaterá Políticas Linguística e diversidade cultural.
Com a proposta“Escrever na língua que falo? Desafios para o registro das Receitas de Imigração”, a pesquisadora vai compartilhar reflexões geradas durante o processo de produção do livro Receitas de Imigração, lançado nesse ano, com a participação de moradores e falantes das línguas de imigração, da região do Vale do Itajaí, em Santa Catarina.
O evento tem início na manhã do dia 8 e segue até às 19:00, com lançamentos de publicações.
Segue abaixo programação completa:

BRICS ainda é prioridade estratégica para o Brasil

Por: Oliver Stuenkel
Serra faria bem em enviar um sinal inequívoco de que país está disposto a fortalecer a cooperação
Há quase dez anos, em 2007, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva era um dos palestrantes mais esperados no Fórum Econômico Mundial de Davos. Um enorme fluxo de investimentos transbordava um dos mercados emergentes mais empolgantes do mundo, e o chanceler Celso Amorim — que mais tarde seria considerado “o melhor ministro das relações exteriores do mundo” pela revista norte-americana Foreign Policy — estava começando a expandir a presença econômica e diplomática do Brasil ao redor do mundo.
Era a primeira vez que um país da América do Sul estabelecia uma rede tão ampla de embaixadas, a ponto de rivalizar com as de grandes potências. Um ano mais cedo, Amorim começara a se encontrar regularmente com seus pares na Rússia, Índia e China para discutir como os países BRIC poderiam fortalecer seus laços de cooperação e articular posições para lidar com desafios globais de forma conjunta. O grupo BRICS (que desde 2010 passou a incluir a África do Sul) se tornou rapidamente uma das inovações mais importantes da política mundial desde a virada do século, e foi capaz de chamar a atenção de potências tradicionais para a necessidade de adaptar estruturas globais a novas realidades. Continue lendo


