O II ENMP visa aprofundar as discussões sobre os desafios da cooficialização de línguas com especial atenção às etapas seguintes à aprovação da lei municipal: a regulamentação e a implementação. Florianópolis, 1 e 2 de setembro. Participem!

Línguas Africanas

Televisão de Moçambique passa a transmitir notícias nas línguas moçambicanas para todo o país

O canal público Televisão de Moçambique passa a emitir noticiários em cadeia nacional nas 15 línguas moçambicanas, permitindo a difusão de notícias para todo o país.

O canal público Televisão de Moçambique (TVM) passa a partir de esta segunda-feira a emitir noticiários em cadeia nacional nas línguas moçambicanas, como forma de alargar o acesso à informação aos telespectadores que não falam português, anunciou esta segunda-feira a emissora.

O administrador para a Área de Conteúdos da TVM, Cláudio Jone, disse à Lusa que o canal vai difundir notícias em 15 línguas locais para todo o país, de segunda a sexta-feira entre as 17h00 e as 18h00 locais (entre as 15h00 e as 16h00 em Lisboa). Continue lendo

Especialistas têm de conhecer melhor as línguas nacionais

O docente universitário Vatomene Kukanda defendeu a inclusão da disciplina de Linguística nos cursos de licenciatura em Antropologia e História por forma facilitar o trabalho dos profissionais das respectivas áreas.

Vatomene Kukanda defende inclusão da cadeira de Linguística Fotografia: Vigas da Purificação | Edições Novembro

A tese foi defendida pelo docente universitário quando dissertou sobre “Linguística Africana”, no último dia de conferências sobre Antropologia, que durou dois dias no Centro Cultural Brasil-Angola.
Vatomene Kukanda, que também é linguista, fez saber que a referida cadeira dota os profissionais de conhecimentos que os auxiliam na compreensão de fenómenos sociais e de artefactos característicos de regiões, comunidades e povos.

Segundo o académico, a língua permite desmistificar as origens e os significados dos nomes, testar a veracidade dos arquivos e informações, que de acordo com o docente “há necessidade de cruzamento de fontes.” Continue lendo

Há 17 mil palavras portuguesas traduzidas para Changana

Um total de 17 mil palavras portuguesas estão traduzidas para a língua mais falada na capital de Moçambique, o Changana, no novo dicionário de Bento Sitoe, linguista e docente universitário.

ANTÓNIO SILVA/LUSA

Um total de 17 mil palavras portuguesas estão traduzidas para a língua mais falada na capital de Moçambique, o Changana, no novo dicionário de Bento Sitoe, linguista e docente universitário.

Além do muito recorrente “Khanimambu”, que significa “obrigado”, é possível construir inúmeras expressões, como “Ripelile va ka hina”, que quer dizer, “Boa noite compatriotas”, exemplifica o autor, em entrevista à Lusa. Continue lendo

A língua também pode ser o pior inimigo na escola

Na maioria das escolas africanas a língua em que se leciona é a língua oficial do país e geralmente é uma língua europeia. Mas será que aprender a escrever num idioma que não é o aprendido em casa é uma boa ideia?
Kenia Schüler bei Abschlussprüfung für (DW/Shisia Wasilwa)

A sul do Saara falam-se mais de 2.000 idiomas africanos diferentes. Estes ouvem-se, sobretudo, dentro das casas e na rua, em algumas estações de rádio, mas quase nunca dentro das salas de aula: aqui as línguas ensinadas são uma herança da era colonial. Muitas crianças, especialmente as provenientes de ambientes rurais, entram nas escolas de inglês, francês ou português com poucos conhecimentos.

Para a especialista em educação, Birgit Brock-Utne, da Universidade sul-africana de Witwatersrand, aprender num idioma que não é a língua materna é contraproducente. “Já fizemos experiências em escolas secundárias na Tanzânia e em escolas primárias na África do Sul onde pusemos as crianças a aprender na língua que lhes é familiar e vimos como são muito melhores”, garante a investigadora. Continue lendo

Orientação Sesu e Secadi e modelos de formulários – Programa Bolsa Permanência

NOTA TÉCNICA Nº 16/2018/CGRE/DIPPES/SESU/SESU, divulgada pelo MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

PROCESSO Nº 23000.019926/2018-10

INTERESSADO: SECRETARIA DE ENSINO SUPERIOR – SESU, SECRETARIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA,
ALFABETIZAÇÃO, DIVERSIDADE E INCLUSÃO – SECADI, IFES

ASSUNTO: Reficação da Nota Técnica nº 15/2018/CGRE/DIPPES/SESU/SESU. Bolsa Permanência. Inscrições 2018.

1. Tendo como referência a Portaria MEC nº 560, de 14 de junho de 2018, a presente Nota Técnica refica o item 2.6 da Nota Técnica nº 15/2018/CGRE/DIPPES/SESU/SESU, de 17/8/18: onde se lê: “os estudantes indígenas e quilombolas têm até o dia 28/8/2018 para se inscreverem no PBP e as IFES têm até o dia 28/9/2018 para correção de documentos apresentados pelos estudantes e sua respecva autorização.”, leia-se: “os estudantes indígenas e quilombolas têm até o dia 31/8/2018 para se inscreverem no PBP e as IFES têm até o dia 28/9/2018 para correção de documentos apresentados pelos estudantes e sua respecva autorização.”.
Continue lendo

Show de Fanta Konatê une ritmos africano e brasileiro

Ancestralidade e contemporaneidade africana e brasileira se misturam em ritmos, cantos e danças, no show que a cantora, compositora e bailarina Fanta Konatê fez no teatro do Sesc Sorocaba.

A cantora, compositora e bailarina fará show ao lado de percussionistas sorocabanos – DIVULGAÇÃO

O espetáculo faz parte da programação especial do projeto “Iorubrá Quilombo: Cultura, Território e Resistência”, que acontece no mês em que se comemora o Dia da Consciência Negra. O show reúne músicas autorais, em malinkê e sussú, línguas faladas na Guiné Conacri, que tratam de temas sociais atuais, baseados na realidade da África Ocidental e do Brasil, e sobre reflexões para o ser humano, como a valorização dos laços familiares, o exercício da solidariedade, o respeito à natureza e o desapego a bens materiais. “São músicas com mensagens universais, sobre valores que merecem serem compartilhados com todo mundo”, afirma a cantora.

Já a sonoridade das faixas mescla instrumentos como guitarra, violão, saxofone e bateria com djembê, tambor originário de Guiné Conacri, que alcança uma grande gama de sons diferentes.

Fanta, aliás, é filha de Djembefolá Famoudou Konatê, considerado o maior mestre vivo do instrumento em todo o mundo.

As músicas, inéditas, farão parte do primeiro DVD de Fanta Konatê e a Troupe Djembedon, banda que entre seus integrantes tem os percussionistas sorocabanos Barba Marques, Manu Batista e Fábio Serra. O álbum gravado ao vivo, ainda sem título, será lançado em março e está disponível para pré-venda pelo site www.embolacha.com.br.

Além de ocorrer na data em que é comemorado o Dia da Consciência Negra, Fanta Konatê, nascida em Guiné Conacri, na África, destaca que o show também é especial porque celebra seus 15 anos de carreira no Brasil. “Depois que eu cheguei ao Brasil, o primeiro show que fiz foi no Sesc Sorocaba [antes da inauguração do prédio, em 2012, o palco da unidade ficava em uma tenda provisória]. É a realização de um sonho e uma alegria enorme poder voltar”, comemora a artista, que veio morar no país depois de se casar com o percussionista brasileiro Luis Kinugawa, que também faz parte do grupo.

Além de cantora, compositora e bailarina, Fanta é fundadora do Instituto África Viva em São Paulo. Foi arte-educadora das ONGs Medecins Sans Frontiers e Enfants Refugiées du Monde, que assiste adolescentes que moram na rua e refugiados de guerra na Guiné.

Fanta também trabalhou em projetos sócio culturais no Brasil, como Fábricas de Cultura, Meninos do Morumbi, Quitutes e Batuques, e recebeu o Prêmio Luíza Mahin da Prefeitura de São Paulo em reconhecimento ao seu trabalho de difusão da cultura africana. Atualmente, a artista está construindo a ONG Instituto África Viva em Conacri, capital da Guiné, que visa promover a educação e ações de desenvolvimento humano sustentável, de acordo com os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM).

Fonte: Jornal Cruzeiro

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