Colóquio Internacional sobre as Línguas Nacionais de Angola
Colóquio Internacional sobre as Línguas Nacionais
«Universidade das Línguas Nacionais: História, Actualidade e Perspectivas da Ortografia e da Escrita»
1. DADOS DO COLÓQUIO
Datas: 07 a 09 de maio de 2015
Local: ISP Jean Piaget de Benguela, Angola
Responsabilidade científica: DAEFA (Departamento de Altos Estudos e Formação Avançada) e CEIC (Centro de Estudos e Investigação Científica) Continue lendo
Pauta indígena é prioridade no Ministério da Cultura

Indígenas caminham para o Palácio do Planalto, que recebe comitiva de lideranças que entregaram carta exigindo cumprimento de compromisso de campanha da presidente Dilma em relação aos povos indígenas – Foto: Fábio Nascimento / MNI.
Pauta indígena é prioridade no Ministério da Cultura
A questão indígena é uma pauta prioritária para o MinC, que tem definido uma série de ações em torno da questão com o intuito de estimular um debate, com a participação ativa do coletivo, e de criar políticas que atendam suas demandas. O Ministério quer que temas como meio ambiente, reconhecimento cultural, direito à produção cultural e de informação integrem a pauta.
Entre as ações de apoio, está o acordo de cooperação técnica, assinado entre a Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural do Minc e a Secretaria de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações, para instalação de 170 antenas GESAC em comunidades indígenas, quilombolas e rurais. O Ministério também realizará, em parceria com o SESC/SP, o Encontro Brasil Indígena e o II Seminário Nacional de Culturas Indígenas, previsto para agosto deste ano, com a presença de lideranças de todo o país em rodas de conversas, representações culturais e encontro preparatório para a Conferência Nacional da Política Indigenista.
Licenciatura indígena da UFAM é inovadora, diz relatório do MEC
Licenciatura indígena da UFAM é inovadora, diz relatório do MEC
Todo planejado e aplicado de acordo com as demandas dos povos indígenas da região do Alto Rio Negro, a 1.146 km de Manaus, o curso de Licenciatura Indígena Políticas Educacionais e Desenvolvimento Sustentável obteve o conceito 5, valor máximo,na dimensão Projeto Pedagógico e 4, na avaliação geral do Ministério da Educação (MEC). Em 2013, a Ufam formou os primeiros 72 profissionais habilitados em Educação Indígena para atuar nas escolas municipais e estaduais.
BIC – Brazilian Immersion Conference for educators
BIC – Brazilian Immersion Conference for educators
Tema: “(Bi) Letramento Eficaz para os nossos Alunos de Imersão”
Este é um evento pioneiro que oferece aos profissionais que atuam em educação de imersão de todo o Brasil, a oportunidade de reunirem-se para trocar ideias e compartilhar suas experiências profissionais.
O evento em 2015 será uma conferência de 2 dias, 06 e 07 de setembro de 2015, na Escola Beit Yaacov, na Barra Funda, em São Paulo.
Banco da China cria em Macau equipe para negócios com países de língua portuguesa
Banco da China cria em Macau equipa para negócios com países de língua portuguesa
A sucursal do Banco da China em Macau criou uma equipa para promover a cooperação económica e comercial entre a China e os países de língua portuguesa, escreve na edição de hoje [22/04] o jornal em língua portuguesa Tribuna de Macau.
O jornal adianta que a iniciativa pretende aproveitar “as grandes oportunidades” da política do governo central bem como manter uma coordenação “activa” com o governo de Macau para a construção de uma plataforma de serviços para a cooperação comercial entre a China e os países de língua portuguesa no território.
Mia Couto: carta aberta ao presidente da África do Sul, Jacob Zuma
Mia Couto: carta aberta ao presidente da África do Sul, Jacob Zuma
Há cerca de quatro semanas, uma onda de xenofobia tomou a África do Sul após o rei zulu, Goodwill Zwelithini, declarar publicamente que os estrangeiros deveriam “fazer as malas e ir embora” do país. Por conta disso, uma série de ataques violentos se espalhou pelo território, deixando ao menos sete mortos, mais de 300 detidos e mais de 5.000 refugiados, segundo a ONU.
A maior parte desses estrangeiros é proveniente de países como Malauí, Zimbábue e Moçambique, que chegou a fechar parte de sua fronteira terrestre com a África do Sul, temendo atentados contra seus cidadãos. Em meio a essa escalada de violência, o escritor moçambicano Mia Couto escreveu uma carta ao presidente sul-africano, Jacob Zuma, comparando atual situação ao período do apartheid e criticando a falta de resposta e de “memória de luta partilhada” das autoridades do país.
Leia a carta na íntegra:



