Libro ‘Lengua y peronismo. Políticas y saberes lingüísticos en la Argentina, 1943-1956’
Presentación del libro
Lengua y peronismo. Políticas y saberes lingüísticos en la Argentina, 1943-1956.
Archivo documental, Mara Glozman, Biblioteca Nacional / Museo del libro y de la lengua.
El volumen reúne un conjunto disperso y heterogéneo de materiales surgidos de un proceso de investigación. En cada capítulo, una serie documental; para cada serie, un problema/haz de elementos. Y un estudio preliminar que se propone interrogar la polilícidad de los saberes y formas de intervención sobre la lengua, introducir reflexiones sobre el trabajo de archivo e historizar las tensiones que aparecen entramadas en esta zona, aún en gran parte desconocida, del “primer peronismo”.
Participarán de la presentación Elvira Amoux, Guillermo Korn y Eduardo Rinesi.
Viernes 17 de julio a las 18.30 hs.
Auditorio David Viñas
Museo del libro y de la lengua
Entrada libre y gratuita
Av. Las Heras 2555. CABA (Buenos Aires, Argentina)
Contacto: museodellibro@bn.gov.ar
‘Línguas africanas’ são tema de seminário internacional na UFSC
‘Línguas africanas’ são tema de seminário internacional na UFSC
Gisele Flôres
O projeto Kadila: Culturas e Ambientes, em parceria com o Núcleo de Estudos de Identidades e Relações Interétnicas (Nuer) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a Universidade Agostinho Neto (Angola), promove o Seminário Internacional de Línguas Africanas. O evento será realizado nos dias 3 e 4 de agosto, na sala Drummond do bloco B do Centro de Comunicação e Expressão (CCE). Entrada franca e inscrições através do e-mail linguasafricanas@gmail.com.
‘Propósitos para o ensino de línguas, políticas linguísticas educacionais e orientações curriculares’ é tema de aula inaugural
‘Propósitos para o ensino de línguas, políticas linguísticas educacionais e orientações curriculares’ é tema de aula inaugural
O Doutorado Interinstitucional do Programa de Pós-Graduação em Linguística (Dinter UFSC-IFSC) realiza a aula inaugural “Troca de ideias com Pedro Garcez: Propósitos para o ensino de línguas, políticas linguísticas educacionais e orientações curriculares” no dia 3 de julho, às 9h30, no auditório Henrique Fontes, Centro de Comunicação e Expressão (CCE).
De Bandung aos BRICS: dois estilos, um objetivo

Sessão de Trabalho da VI Cúpula dos BRICS, em 2014. Os presidentes dos países integrantes do bloco voltarão a se reunir nos próximos dias 8 e 9 de julho, na cidade de Ufa, Rússia – Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil.
De Bandung aos BRICS: dois estilos, um objetivo
Os BRICS avançam para a adoção de medidas estratégicas que os aproximam das definições dos Não Alinhados e questionam a ordem internacional
Beatriz Bissio
“The despised, the insulted, the hurt, the dispossessed—in short, the underdogs of the human race were meeting. Here were class and racial and religious consciousness on a global scale. Who had thought of organizing such a meeting? And what had these nations in common? Nothing, it seemed to me, but what their past relationship to the Western world had made them feel. This meeting of the rejected was in itself a kind of judgment upon the Western world!”
Richard Wright – The Color Curtain: a Report on the Bandung Conference. The World Publishing Company, Cleveland and New York, 1956
A Conferência realizada em Bandung, Indonésia, de 18 a 24 de abril de 1955, reuniu líderes de 30 estados asiáticos e africanos, responsáveis pelo destino de um bilhão e 350 milhões de seres humanos. Em 2015, sessenta anos depois, muitos dos problemas que foram objeto de análise e debate naquela conferência pioneira continuam desafiando a uma enorme parcela da Humanidade. Essa constatação já justifica uma reflexão sobre o sentido e as projeções de Bandung e nos convida a pensar até que ponto mantém vigência alguns dos diagnósticos e propostas desse evento, que constituiu um marco na história das relações internacionais do século XX.
Jogos Mundiais Indígenas são lançados com presença de Dilma Rousseff e lideranças internacionais
Jogos Mundiais Indígenas são lançados com presença de Dilma Rousseff e lideranças internacionais
Cleide Passos, Ascom – Ministério do Esporte
Brasília foi palco na noite de terça-feira (23.06) da cerimônia de lançamento da primeira edição dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas, evento que acontecerá em Palmas (TO), de 20 de outubro a 1º de novembro. Com a presença da presidenta da República, Dilma Rousseff, de ministro do Esporte, George Hilton, governadores, entre outras autoridades, a solenidade teve início com o hino nacional, tocado pelo bandolinista carioca, Hamilton de Holanda. A cantora baiana Margarete Menezes, madrinha dos jogos, também abrilhantou a festa.
Acesse aqui a página da 1ª edição dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas e aqui sua página no facebook.
Brasil participa de reunião dos BRICS sobre planos para cultura

Antonio Guerreiro (à dir.), embaixador extraordinário e plenipotenciário do Brasil na Rússia – Foto: Lyubov Kazachenkova.
Reunião dos Ministros da Cultura dos Países BRICS
Por Lyubov Kazachenkova
Editora-Chefe da Revista “Biblioteca Moderna de Todas as Rússias”
<lkazachenkova@gmail.com>
Especial para o IPOL
No dia 17 de junho o ministro da Cultura da Federação Russa, Vladimir Medinskiy, abriu a reunião de ministros da cultura dos países BRICS em Moscou.
“O BRICS é um formato único, que une os países com as maiores economias e de mais rápido crescimento, com políticas externas independentes e uma diversidade de culturas”, disse Vladimir Medinskiy. “Este aspecto cultural – a dimensão civilizatória dos BRICS – não é menos importante do que o poder econômico e o peso da política externa do nosso país no moderno mundo multipolar”.


