A importância das línguas para o mundo moderno

Kung – Foto: Henrique Gobbi.
A importância das línguas para o mundo moderno
Henrique Gobbi*
Existem cerca de 7.000 línguas faladas no mundo e quase a metade enfrentam o risco de desaparecer até o final deste século. Entre os motivos estão a integração dos povos tradicionais a culturas dominantes e a globalização, segundo a UNESCO. Mas o que acontecerá quando centenas de idiomas deixarem de existir? Afinal, qual é a importância da diversidade linguística para o mundo moderno?
“Políticas de Gestão do Multilinguismo e Integração Regional” é tema do 3ºCIPLOM e 3ºEAPLOM
III CIPLOM – Congresso Internacional de Professores das Línguas Oficiais do MERCOSUL
III EAPLOM – Encontro Internacional das Associações de Professores das Línguas Oficiais do MERCOSUL
Políticas de Gestão do Multilinguismo e Integração Regional
Florianópolis – Brasil, 06 a 10 de junho de 2016
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Apresentação
À medida que avança o século XXI, vão se tornando mais claros os contornos das situações linguísticas e culturais que, em poucas décadas, condicionarão os países da América do Sul e de outras partes do mundo, no cruzamento entre a globalização da economia, a conformação de blocos e organizações internacionais (Mercosul, Unasul, Celac etc.), as migrações internacionais, as alterações no conceito de fronteira, a emergência de identidades antes minorizadas, a internacionalização das línguas, a comunicação em redes de alcance remoto via Internet, as reformas educacionais, entre outras. Todos esses cruzamentos culminam, não sem conflitos, em reformas do próprio conceito de Estado em direção a um Estado Pós-Nacional, de caráter plurinacional.
A festa não esquece a luta na abertura do III Encontro Nacional de Estudantes Indígenas

Foto: Henrique Almeida/Agecom/Diretoria-Geral de Comunicação/UFSC
A festa não esquece a luta na abertura do III Encontro Nacional de Estudantes Indígenas
A cerimônia de abertura do III Encontro Nacional de Estudantes Indígenas (Enei) terminou com dança em roda na noite dessa segunda-feira, 28 de setembro, no auditório Garapuvu, antes do convite para a confraternização logo em seguida, no Centro de Convivência. O clima era festivo, com diversas apresentações e manifestações culturais, mas, em nenhum momento, alguém esqueceu que a ocasião também representa parte de uma luta que prossegue.
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Ministro participa, em Florianópolis, de seminário sobre Plano Nacional de Educação

Adiado Seminário do PNE Região Sul – Florianópolis
A comissão organizadora do Seminário do PNE Região Sul – Florianópolis informa que em decorrência das mudanças no comando do MEC, durante está semana, que por hora ainda não foram concretizadas, o Seminário que aconteceria nesta segunda-feira dia 5 de outubro, às 9 horas, no Auditório Antonieta de Barros, na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, em Florianópolis foi adiado.
Fonte: Notícias da UFSC
Ministro participa, em Florianópolis, de seminário sobre Plano Nacional de Educação
A necessidade de melhorar os índices da educação pública brasileira passa pela implementação do Plano Nacional de Educação (PNE), que tem vigência nos próximos nove anos. Essa é a principal motivação para a realização do seminário “O PNE e o futuro da Educação brasileira”, no dia 5 de outubro, na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, Florianópolis. O evento é realizado pela Frente Parlamentar pela Implementação do PNE da Câmara dos Deputados, presidida pelo deputado Pedro Uczai.
O seminário será oferecido de forma gratuita e envolverá autoridades e profissionais da educação dos três estados do Sul. Dentre os participantes está confirmada a presença do ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro; do secretário estadual de Educação, Eduardo Deschamps; da reitora da UFSC, Roselane Neckel; do reitor da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), Jaime Giolo; do coordenador nacional da Campanha pelo Direito à Educação, Daniel Cara; e do presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação, Alessio Lima.
Dissertação investiga cooficialização das línguas indígenas como mecanismo jurídico de proteção do patrimônio cultural e instrumentalização da descolonialidade do saber

São Gabriel da Cachoeira-AM cooficializou as línguas nheengatu, baniwa e tukano à língua portuguesa.
Línguas indígenas e descolonização do saber
Ozorio Fonseca
Neste artigo, Ozorio Fonseca ainda fala sobre conhecimento tradicional, desenvolvimento, economia e miséria socializada
Nessa segunda-feira, 21 de setembro, fui membro da Banca de Avaliação da Dissertação de Mestrado em Direito Ambiental (Universidade do Estado do Amazonas-UEA) escrita por Brenda Reis dos Anjos cujo título é: “A cooficialização das línguas indígenas como mecanismo jurídico de proteção do patrimônio cultural e instrumentalização da descolonialidade do saber”. O orientador é o Prof. Dr. Edson Damas da Silveira e o co-orientador o Prof. Dr. Alfredo Wagner Berno de Almeida.
Westfália-RS participa do 1º Encontro Nacional de Municípios Plurilíngues

Sieben (e), Oliveira, Ahlert e Landmeier – Foto: Divulgação
Município participa do 1º Encontro Nacional de Municípios Plurilíngues
A cultura de Westfália foi destaque no 1º Encontro Nacional de Municípios Plurilíngues, realizado em Florianópolis (SC), de 23 a 25 de setembro. Uma comitiva westfaliana esteve representada pelo vice-prefeito, Otávio Landmeier, secretário de Educação e Cultura, Gustavo Sieben, e professor Lucildo Ahlert, que enalteceram a tradição do dialeto sapato-de-pau e da língua alemã no Município.


