O Inventário do Hunsrückisch como Língua Brasileira de Imigração no sul do Brasil

Monumento do Cooperativismo. Pesquisadores da esquerda para a direita: Jussara, Gabriel e Ana.

Além dos estados de Santa Catarina e Espírito Santo,  também o Rio Grande do Sul recebeu pesquisadores do Inventário do Hunsrückisch (hunsriqueano) como Língua Brasileira de Imigração (IHLBrI ) durante o mês de agosto.

Entre os dias 01 e 03 de agosto, Jussara Habel, Gabriel Schmitt e Ana Winckelmann  que compõem a equipe do Inventário e do Projeto ALMA-H (Atlas Linguístico-Contatual das Minorias Alemãs na Bacia do Prata: Hunsrückisch) esteve em Nova Petrópolis, RS, para as pesquisas.

A equipe de pesquisadores chegou em Nova Petrópolis, RS, no dia 01 de agosto de 2017 com várias atividades agendadas. Inicialmente, a equipe foi até a Prefeitura para preencher o questionário sociológico e para ouvir as autoridades locais sobre a importância da língua alemã falada em Nova Petrópolis. Durante a tarde, foram recebidos pela Rádio Imperial FM, 104.5, para explicar os objetivos do trabalho aos ouvintes (Conferir entrevista abaixo).

Continue lendo

Frestas questiona negação da presença indígena na história

Fragmentos de réplicas de urnas funerárias indígenas – DIVULGAÇÃO / SESC

A omissão da presença indígena na construção de Sorocaba deu origem à obra Um vazio pleno, criada pela artista visual Maria Thereza Alves especialmente para a 2ª Frestas — Trienal de Artes, aberta ao público no sábado (12/08/2017). Mais que obra, Um vazio pleno pode ser classificada como resultado de uma série de ações colaborativas articuladas pela artista desde sua primeira visita de pesquisa na cidade, em março deste ano.

Para Frestas, a renomada artista brasileira radicada em Berlim convidou o ceramista guarani Maximino Rodrigues — professor e líder da comunidade Jaguapirú, em Dourados (MS) — para reproduzir urnas funerárias e moringas indígenas do acervo do Museu Histórico Sorocabano. Os fragmentos dessas réplicas, vestígios da presença indígena, serão semi-enterrados em diversos espaços públicos da cidade, como a Praça Coronel Fernando Prestes, Jardim Maylasky e o campus Sorocaba da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

Continue lendo

O Peru aprova a Política Nacional de Línguas Originarias, Tradição Oral e Interculturalidade

Fonte: acervo pessoal

Por Gerardo Chinchay – colaborador

No dia 9 de agosto, como parte da celebração do Dia Internacional dos Povos Indígenas, o Presidente da República do Peru, Pedro Pablo Kuczynski aprovou, através do decreto supremo N° 005-2017-MC, a “Política Nacional de Lenguas Originarias, Tradición Oral e Interculturalidad”, que visa a garantir os direitos linguísticos dos falantes de línguas indígenas no territorio nacional incorporando mudanças e melhorias no funcionamento da administração pública e serviços públicos.

Continue lendo

Abrindo espaço para a colaboração

O IPOL conta,  a partir de agora, com um novo espaço para notícias produzidas e enviadas por colaboradores. Temos a honra de inaugurá-lo hoje com uma notícia sobre a Política Nacional de Línguas Originárias, Tradição Oral e Interculturalidad, recentemente aprovada pelo Governo do Peru.

Conheça nossos atuais COLABORADORES.

Esperamos que usufruam desse espaço e o divulguem amplamente.

IPOL Comunicação

Convocatoria aprobada por la Asamblea General en el XVIII Congreso Internacional de ALFAL

CONVOCATÓRIA

Por uma ciência e uma educação superior pública, gratuita, crítica, científica, humanista e intercultural, baseadas em modelos plurilíngues de investigação e docência

Na academia latino-americana aumenta a preocupação com determinados processos de reestruturação das Ciências e da Educação Superior que incluem os seguintes fenômenos:

1. a crescente expansão do inglês e o deslocamento de outras línguas, como o espanhol e o português, de áreas estratégicas do campo das Ciências e da Educação Superior, e

2. a imposição progressiva de sistemas de avaliação, hierarquização e exclusão pertencentes a um modelo empresarial de gestão universitária, alheios ao funcionamento das Ciências e da Educação Superior como universidades – públicas ou privadas – orientadas para a investigação e educação crítica, científica, humanista e sem fins lucrativos.

Continue lendo

Língua assobiada com 2500 anos está prestes a desaparecer

A língua começou a ser utilizada como forma de conversar a longa distância através de vales
SAKIS MITROLIDIS/AFP/Getty Images

Só seis pessoas em todo o mundo a sabem assobiar. São habitantes de uma pequena aldeia no canto sudeste da ilha grega de Evia que nem sequer aparece no Google Maps. A língua é conhecida por sfyria.

Estima-se que exista há 2500 anos. A língua assobiada conhecida por sfyria é uma das mais raras do mundo e está prestes a desaparecer. É, de acordo com o Atlas das Línguas em Perigo da UNESCO, a língua — assobiada ou não — com menos falantes vivos. Os únicos que existem vivem em Antia, uma pequena aldeia no canto sudeste da ilha grega de Evia, que nem sequer aparece no Google Maps.

Continue lendo

Receba o Boletim

Facebook

Revista Platô

Revistas – SIPLE

Revista Njinga & Sepé

REVISTA NJINGA & SEPÉ

Visite nossos blogs

Forlibi

Forlibi - Fórum Permanente das Línguas Brasileiras de Imigração

Forlibi – Fórum Permanente das Línguas Brasileiras de Imigração

GELF

I Seminário de Gestão em Educação Linguística da Fronteira do MERCOSUL

I Seminário de Gestão em Educação Linguística da Fronteira do MERCOSUL

Clique na imagem

Arquivo

Visitantes