Indígenas conquistam espaço em universidades públicas brasileiras

Estudantes indígenas participam, neste sábado (28), de processo seletivo para ingresso em cursos da Universidade de Brasília (UnB). Ao todo, 716 candidatos tiveram inscrição homologada e concorrem a uma das 72 vagas em 21 cursos de graduação da UnB.

O chamado vestibular indígena é composto por duas fases: na primeira, prova objetiva e redação; na segunda, análise de documentação e entrevista. Ambas serão realizadas nas cidades de Brasília; Águas Belas, em Pernambuco; Baía da Traição, na Paraíba; Cruzeiro do Sul, no Acre; Manaus e Lábrea, no Amazonas; e Macapá.  Os 716 candidatos que tiveram a inscrição homologada concorrem a uma das 72 vagas em 21 cursos de graduação da universidade.

A UnB foi a pioneira na adoção do vestibular indígena, mas há três anos não realizava esse processo seletivo, que é parte do acordo de cooperação técnica entre a Fundação Nacional do Índio (Funai) e a Fundação Universidade de Brasília (FUB). Continue lendo

Distance entre langues, distances entre cultures. Quelles incidences didactiques ?

Fonte: Inalco

Educar surdos é desafiador e possível

Quais são os desafios para inclusão educacional dos surdos no Brasil?

No domingo 5, milhares de alunos fizeram a prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e foram surpreendidos com o tema da redação, que este ano contemplou a discussão sobre a inclusão dos surdos na educação. A questão gerou polêmica entre estudantes e professores, e reverberou na redes. O principal ponto de contestação é o fato da inclusão não ser debatida, dentro e fora das salas de aula, e que apenas os textos fornecidos na prova eram insuficientes para a argumentação dos concorrentes. Continue lendo

Já pode aprender na Duolingo uma das línguas mais faladas do mundo

Com mais de mil milhões de falantes, o mandarim também é uma das línguas mais difíceis de aprender.

Se alguma vez desejou viajar até à China a aplicação Duolingo acabou de se tornar a melhor forma de começar a preparar esta aventura. A aplicação de aprendizagem adicionou mandarim ao seu catálogo de cursos, o que deverá servir de desculpa para vários interessados começarem a tentar aprender.

Mas não pense que será fácil. Mesmoo que tenha mais de mil milhões de falantes em todo o mundo, nota o Engadget que continua a ser uma das línguas mais difíceis de aprender uma vez que há que dominar os vários tons. Quem quiser aprender já pode aceder ao curso de mandarim tanto em Android como iOS.

Estas aulas de mandarim da Duolingo prometem ser especialmente úteis para quem viaja em trabalho para a China, permitindo aprender saudações e até obter vocabulário relacionado com comida, saúde e desporto.

Conheça as palavras africanas que formam nossa cultura

A língua se move e nos ajuda entender melhor de onde viemos

A língua é viva e se move entre cidades, estados, países e continentes. Se move de dentro para fora, pelas bordas, no meio de um rio. Transforma dor em carinho. Tem cor, tem história.

Hoje o Brasil é o país com mais descendentes africanos fora da África – 54% da população é afro-descendente, segundo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As religiões africanas, por sua vez, foram fundamentais para a perpetuação linguística de diferentes povos. Isso porque o conhecimento dos termos africanos é essencial para integrar-se nessa comunidade, vivenciar seus rituais e se conectar com a própria identidade e ancestralidade. Continue lendo

Fanuel Melo Paes Barreto: Mattoso Câmara e a linguística no Brasil

Fanuel Melo Paes Barreto é professor de Língua Portuguesa e Linguística/Unicap

Publicado em: 10/11/2017 06:58 Atualizado em:

Não anima estas linhas outro sentimento que não o apreço pela obra de Joaquim Mattoso Câmara Jr. (1904-1970). Coube a ele o que mais se aproxima do papel de um “founding father” da linguística no Brasil. Segundo o especialista em línguas indígenas Aryon Rodrigues, Mattoso Câmara “não foi apenas o pioneiro, mas o propugnador constante e imbatível dos estudos linguísticos sérios, cientificamente bem fundados”. Seu pensamento e sua atuação se desenvolveram em um ambiente onde “o estudo da linguagem era uma contradança tranquila que reunia de um lado a Gramática sobrevivente, e sempre prestigiada, e do outro lado a Filologia, gloriosa e fáustica…”, no parecer do ex-ministro da Educação Eduardo Portella. Embora outros, antecessores ou contemporâneos, tenham buscado renovar os estudos da linguagem no Brasil, foi Mattoso Câmara quem, efetivamente, quer pela atividade docente contínua, quer pela extensa bibliografia, revolveu o solo e lançou as sementes para o florescimento da linguística moderna no campo científico e acadêmico nacional.

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