Língua e cultura turcas em festivais
A Língua e Cultura turcas se farão presentes em festivais. Concorrentes foram selecionados para participar da 12 ª Olimpíada da Língua Turca.
Alunos estudantes de turco e que desejam competir na Olimpíada da Língua Turca anual, realizada na Turquia, em primeiro lugar competirão em seu país de origem. Os três países que selecionaram os finalistas foram a Alemanha, Moldávia e Uganda.

A Alemanha realizou a sua Olimpíada Cultural turco-alemã pela quarta vez em Olimpiahalle, no Olympiapark de Munique, sob os auspícios do Estado da Baviera e do Ministério da Educação, Ciência e Artes. Cerca de 10.000 pessoas estavam na platéia para assistir as músicas e as danças dos competidores.
Uma cerimônia de premiação foi realizada para os alunos que venceram em suas respectivas categorias na Olimpíada. Vários membros do Parlamento Europeu participaram do evento, incluindo İsmail Ertuğ do Partido Social Democrata (SPD), e os deputados federais alemães, como Florian Post (SPD), Doris Wagner (Verdes) e do chefe da Polícia de Munique Hubert Steiger, assim como os políticos do estado.
Apresentadores de televisão famosos alemães como Sabine Christiansen e Ali Bulut presidiram o evento. Em seu discurso de abertura realizado na cerimônia, especialista em educação Nilüfer Pekince disse que as Olimpíadas Culturais alemã-turca promove uma cultura de convivência.
Exposição em SP aproxima língua alemã dos brasileiros
“Alemanha de A a Z” apresenta cultura e história do país europeu por meio das 26 letras do alfabeto e introduz iniciantes ao cotidiano alemão. Mostra fica em cartaz até junho no Museu da Língua Portuguesa.
Começando pelo A, de Arbeit (trabalho), e passando por U, de Umwelt (meio ambiente), a exposição “Alemanha de A a Z” aborda os mais variados temas relacionados à cultura do país: de futebol e culinária a nazismo, imigração turca e Muro de Berlim.
Com objetos, vídeos, textos e áudios, a exposição interativa introduz iniciantes à vida na Alemanha. “Serve como uma primeira aproximação”, explica Susanne Gattaz, coordenadora educativa da mostra. Apesar de ser apenas uma introdução, “Alemanha de A a Z” não deixa de apresentar aspectos negativos da história e de certos traços culturais alemães.
Na letra O, de Ordnung (ordem), por exemplo, é possível ler um comentário crítico sobre o país: “Pesquisas mostram que três quartos de todos os alemães acima de 14 anos consideram a ordem uma virtude, mas quando se trata deles mesmos, fazem vista grossa.”
Para as estudantes Beatriz e Juliane, de 15 anos, a exposição permitiu conhecer um pouco mais da Alemanha. “Só sabíamos do nazismo, porque aprendemos no colégio. Agora deu para ver que tem muito mais coisa”, disseram. Elas ficaram curiosas com a pronúncia e as músicas. “Não entendi muita coisa, mas achei legal”, conta Juliane.
Confederação Ibero-americana de Comunicação reúne 700 investigadores em Braga
A afirmação do português e do espanhol como línguas do pensamento, criação, conhecimento e cultura vai juntar mais de 700 investigadores, na Universidade do Minho, no 2º congresso da Confederação Ibero-americana de Associações Cientificas e Acadêmicas de Comunicação (Confirbercom).
Sob o tema “Os desafios da Internacionalização”, investigadores de 20 países vão “partilhar conhecimento” com o intuito de “contrariar” a construção de um mundo global “hegemonicamente” de língua inglesa, adianta a academia minhota, em comunicado enviado hoje à agência Lusa. Assim, segundo o presidente da Confirbercom, Moisés de Lemos Martins, as Ciências da Comunicação têm a “responsabilidade política e cívica” de construir uma comunidade científica ibero-americana. 
“Uma língua que não se esforce para dizer os avanços do nosso tempo e também as contradições e inquietações, assim como os seus bloqueios e os seus impasses, uma língua que não tenha pensamento, não cria conhecimento, torna-se arcaica, estiola e morre”, salienta o responsável. Para Moisés de Lemos Martins, “o fortalecimento de uma comunidade ibero-americana contraria a ideia única de um mundo globalizado monocolor, hegemonicamente falado em inglês”.
Por isso, o responsável deixa um alerta. “As Ciências da Comunicação têm a responsabilidade de concorrer para a construção da comunidade científica ibero-americana sólida, interrogando em português e espanhol os modos como nos distintos países deste espaço transcontinental interagimos uns com os outros e neles fazemos comunidade”, referiu.
Durante os quatro dias de congresso vão ser apresentadas mais de 900 comunicações em 160 sessões de grupos temáticos. Brasil, Portugal, Espanha e México lideram o número de inscrições registando-se ainda uma “presença substancial” de investigadores da Venezuela, Colômbia, Argentina, Peru e Equador.
Fonte: RTP.
Carlos Faraco assume a coordenação da Comissão Nacional do Instituto Internacional da Língua Portuguesa.
O Professor e ex-Reitor da UFPR, Carlos Alberto Faraco, assumiu a coordenação da Comissão Nacional Brasileira do Instituto Internacional da Língua Portuguesa, órgão da CPLP-Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, por indicação do Ministério das Relações Exteriores.
O Ministério das Relações Exteriores tinha a prerrogativa de indicação do nome para assumir a coordenação desta Comissão Nacional, que tem entre seus membros seis especialistas da área, indicados pelos Ministérios da Educação, da Cultura e das Relações Exteriores, pois cada Ministério poderia indicar dois integrantes.
Faraco salienta que ao assumir esta coordenação leva consigo e com orgulho o nome de nossa instituição Universidade Federal do Paraná. O Gabinete do Reitor da UFPR se pronunciou dizendo que o histórico acadêmico de Faraco, o coloca merecidamente nesta posição de destaque e que a história a acadêmica de Faraco está intimamente ligada a UFPR.
Ele possui graduação em Letras Português/Inglês pela PUC-PR (1972), mestrado em Linguística pela Universidade Estadual de Campinas (1978), doutorado em Linguística – University of Salford (1982), pós-doutorado em Linguística na University of California (1995-96) e é Professor Titular (aposentado) da Universidade Federal do Paraná. Tem experiência na área de Linguística, com ênfase em Linguística Aplicada, atuando principalmente nos seguintes temas: Bakhtin, discurso, dialogismo, ensino de português e linguística.
Fonte: IILP.
Juiz de direito defende o ensino do alemão nas escolas de Santa Catarina
Márcio Schiefler Fontes diz que Estado está testemunhando sua herança linguística minguar
“No mundo inteiro o multilinguismo se consolida como uma das marcas da educação de qualidade. A onipresença da língua inglesa não suprimiu a necessidade e a vantagem do conhecimento de outros idiomas. Ao contrário, alguns outrora tidos como exóticos (para ficar no japonês nos anos 90 e no mandarim neste início de século) despontam como de grande interesse comercial, turístico e mesmo acadêmico. Enquanto alguns buscam um caminho a seguir, Santa Catarina testemunha sua rica herança linguística minguar geração após geração.
Como primeira língua, o alemão é o idioma mais difundido na Europa. Sua posição proeminente entre as línguas internacionais (rol em que também figura nosso português), com mais de 200 milhões de falantes no mundo, e a posição central da Europa germânica o promovem naturalmente como língua franca dos negócios e de conexão entre diversos povos. Sua semelhança com vários outros idiomas (holandês, ídiche, as línguas nórdicas, o próprio inglês) o torna ferramenta de acesso a inúmeras culturas. Um fator decisivo de expansão da língua alemã no mundo foram as sucessivas levas de migrantes que deixaram a Europa central ao longo de centenas de anos com destino à Europa Oriental, à Grã-Bretanha, às Américas.
Santa Catarina ocupa papel de destaque nessa história, o que só torna mais gritante a ausência de uma política educacional clara de valorização desse potencial que se esvai diante dos olhos, demandando investimento inversamente proporcional à demora de o resgatar. Enquanto a diversidade e a particularidade dos dialetos alemães ainda praticados em SC (Plattdeutsch, Westfälisch, Hunsrückisch) levam alguns pesquisadores a cogitar uma variante própria, o Katharinensisch, nem a rede pública nem a rede particular demonstram aptidão para a importante tarefa. Faltam-nos energia, competência, enfim, vontade.”
Fonte: Diário Catarinense.
Aplicativo móvel Lingua.ly transforma o ambiente do aprendizado de idiomas
Lingua.ly, uma solução multiplataforma que explora o ambiente e interesses do usuário para criar uma experiência personalizada de aprendizado de idiomas, anunciou o lançamento de seu aplicativo gratuito para Android. O novo aplicativo ensina os aprendizes de nível iniciante a avançado por meio da transformação de conteúdo diário em prática divertida e simples, apoiando a filosofia educacional de que os idiomas são melhor aprendidos através da imersão em vez dos planos tradicionais de livros didáticos e lições.
À medida que os usuários leem o conteúdo estrangeiro em seus dispositivos móveis e destacam palavras desconhecidas, o Lingua.ly utiliza um inteligente dicionário móvel para fornecer a tradução dessas palavras. O aplicativo então utiliza essas palavras para fornecer jogos e cartões personalizados com dicas visuais, contextuais e de áudio para ajudar os aprendizes a memorizar as palavras desconhecidas – uma forma divertida e perfeita de aprender um idioma. Esta é a primeira vez que um aplicativo oferece um dicionário móvel integrado a um sistema de aprendizado de idiomas, beneficiando ambos estudantes em sala de aula e entusiastas de aplicativos de idiomas. O dicionário móvel também possibilita que os usuários pesquisem e aprendam palavras em mais de 20 idiomas diferentes.
“Somos parte de um novo paradigma, com a tecnologia móvel pronta para modificar o cenário do aprendizado de idiomas”, disse o Dr. Jan Ihmels, Diretor Executivo do Lingua.ly. “As pessoas aprendem melhor quando estão envolvidas – complementar cursos de idiomas estrangeiros com conteúdo do mundo real enriquece a experiência de tornar o idioma mais memorável”.
O Lingua.ly possui atualmente uma base multinacional de usuários da sua extensão de navegador no Google Chrome e que funciona em sinergia com o aplicativo móvel – então, caso os usuários desejem se referir, através do aplicativo móvel, a uma palavra anteriormente pesquisada na extensão de navegador, isto é perfeitamente possível. A tecnologia que impulsiona tanto a extensão do navegador quanto o novo aplicativo móvel aprende os interesses e o nível de habilidade dos usuários através de seu banco de palavras e atividade online. Ele, então, é capaz de reconhecer a correspondência de um material de leitura e fornecer conteúdo personalizado, atual e presente na internet na forma de artigos, postagens em blogs, histórias curtas e outros – tornando a solução do Lingua.ly a inicialização perfeita para a multidão de aprendizes estagnados na área de nível “intermediário”. O conteúdo personalizado pode ser fornecido nos seguintes idiomas: inglês, francês, espanhol, árabe e hebreu.


