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China estabelece instituto nacional de pesquisa de tradução

China estabelece instituto nacional de pesquisa de tradução

chinaUm instituto nacional de pesquisa de tradução foi estabelecido na terça-feira, 29/07, para promover um melhor entendimento da China no exterior.

O instituto, subordinado à Administração de Publicação em Línguas Estrangeiras da China, ajudará a divulgar as opiniões da China e deixá-las melhor entendidas, de acordo com a administração.

Devido à diferença cultural e linguística, algumas expressões chinesas são difíceis para os estrangeiros entenderem mesmo que traduzidas em suas línguas nativas.

O instituto focará na pesquisa de como traduzir, expressar e publicar melhor as principais opiniões e ideias chinesas, especialmente aquelas relacionadas à política e aos conceitos com características chinesas.

O instituto também ajudará a promover os talentos de comunicação proficientes em línguas e culturas chinesas e estrangeiras.

Fonte: CRIonline

Como a tecnologia auxilia o aprendizado e a preservação das línguas faladas no mundo

Como a tecnologia auxilia o aprendizado e a preservação das línguas faladas no mundo

Novo dicionário Kenkyusha Japonês-Inglês por Niko Kitsakis (CC-SA-3.0)

Novo dicionário Kenkyusha Japonês-Inglês por Niko Kitsakis (CC-SA-3.0)

[Os links neste artigo conduzem a páginas em inglês, exceto quando outro idioma for indicado]

Este artigo foi escrito por Allyson Eamer, uma estudiosa de sociolinguística do Instituto de Tecnologia da Universidade de Ontário. A versão original do post foi publicada no blog do Ethnos Project

Entre as línguas ameaçadas de desaparecimento no mundo, uma acaba extinta de cada dez a quatorze dias. Na luta para salvá-las de total desaparecimento, falantes, estudiosos e especialistas em tecnologia da informação colaboram para pesquisar formas de uso da tecnologia digital para revitalizar uma língua.

As línguas tornam-se vulneráveis à extinção com o tempo, na medida em que seus falantes gradualmente passam a usar uma outra língua possuidora de maiores poderes político e econômico. Frequentemente, essa mudança ocorre em consequência de uma visão colonialista e expansionista, que assiste aos povos indígenas, culturas e terras cederem lugar aos formadores de império.

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Funai prevê chegada em massa de índios isolados na fronteira do AC

Funai prevê chegada em massa de índios isolados na fronteira do AC

fronteira-acre-peruManaus (EFE/Amazônia Real) – Uma equipe responsável pelo contato com índios desconhecidos da fronteira do Acre com o Peru enfrentou a desconfiança e o medo para convencê-los a tratar, com remédios dos “brancos”, uma gripe capaz de exterminar a tribo, que vive em local de difícil acesso no oeste da Amazônia.

Em entrevista à agência Amazônia Real, o coordenador-geral de Índios Isolados e Recém Contatados da Funai, Carlos Lisboa Travassos, explicou que os índios isolados recém contatados foram identificados como o povo do rio Xinane, pertencente ao tronco linguístico Pano.

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Políticas linguísticas para inclusão social I: livros infantis com audiodescrição

Destacamos nesta postagem uma importante iniciativa no campo das políticas linguística para a inclusão social: a audiodescrição em livros infantis.

Livros infantis do projeto Baú das Artes recebem recurso acessível de audiodescrição

Descrição da imagem:  Abaixo do logotipo Baú das Artes estão cinco jovens sorridentes em uma área florestal próxima a cidade. A direita está um jovem índio, que tem o cabelo preto e liso. Ele usa bermuda, camiseta, casaco e um colar rústico no pescoço. O jovem índio está abraçado com um adolescente de pele branca e cabelo castanho e curto. Ele usa camiseta azul com a letra X estampada, calça, tênis, uma pochete na cintura e óculos de aviação preso à cabeça. Ao lado deles, está um rapaz de pele negra e que usa uma faixa para prender o cabelo crespo e volumoso. Ele usa camiseta vermelha estampada com uma estrela, calça, tênis e segura um par de baquetas com uma das mãos. À esquerda, há uma garota oriental. Ela tem a pele branca e cabelo preto e liso na altura dos ombros. Ela usa óculos, camiseta listrada branca e rosa, shorts, sapato e uma fita rosa com um laço no cabelo. Também segura uma prancheta e uma caneta. Agachada, logo à frente da garota, está uma jovem de pele branca, olhos claros e cabelo loiro. Ela usa toca, camiseta, shorts, tênis e colar pendurado no pescoço. A jovem segura um pincel em uma das mãos. Na base da imagem, há o logotipo da Editora Evoluir.

Descrição da imagem:
Abaixo do logotipo Baú das Artes estão cinco jovens sorridentes em uma área florestal próxima a cidade. A direita está um jovem índio, que tem o cabelo preto e liso. Ele usa bermuda, camiseta, casaco e um colar rústico no pescoço. O jovem índio está abraçado com um adolescente de pele branca e cabelo castanho e curto. Ele usa camiseta azul com a letra X estampada, calça, tênis, uma pochete na cintura e óculos de aviação preso à cabeça. Ao lado deles, está um rapaz de pele negra e que usa uma faixa para prender o cabelo crespo e volumoso. Ele usa camiseta vermelha estampada com uma estrela, calça, tênis e segura um par de baquetas com uma das mãos. À esquerda, há uma garota oriental. Ela tem a pele branca e cabelo preto e liso na altura dos ombros. Ela usa óculos, camiseta listrada branca e rosa, shorts, sapato e uma fita rosa com um laço no cabelo. Também segura uma prancheta e uma caneta. Agachada, logo à frente da garota, está uma jovem de pele branca, olhos claros e cabelo loiro. Ela usa toca, camiseta, shorts, tênis e colar pendurado no pescoço. A jovem segura um pincel em uma das mãos. Na base da imagem, há o logotipo da Editora Evoluir.

A Editora Evoluir lançou recentemente o projeto Baú das Artes – Edição 2014, que distribui materiais paradidáticos para escolas municipais de Ensino Fundamental (EMEF). Entre eles, estão 20 livros que foram adaptados com o recurso acessível de audiodescrição. Diferencial que beneficia, especialmente, crianças com deficiência visual, baixa visão e até mesmo deficiência intelectual.

Como explica Thiago Barros, roteirista audiodescritor da Iguale Comunicação de Acessibilidade, empresa responsável pela execução deste projeto acessível para a Editora Evoluir, o trabalho de desenvolvimento dos audiolivros com audiodescrição compreende a intercalação, em meio ao texto original e às falas das personagens, das descrições das imagens dessas personagens, suas ações e os locais onde se encontram. Feito que garante ao público-alvo uma compreensão mais assertiva acerca do conjunto de cada obra.

Segundo Thiago, uma das peculiaridades deste trabalho foi, além da revisão cognitiva feita por uma pessoa com deficiência visual – procedimento padrão nas produções da Iguale para avaliar a qualidade do recurso acessível que está sendo produzido –, a consultoria da pedagoga de Educação Especial para Deficiência Visual e presidente fundadora do Projeto Acesso, Vera Lucia Lorenzzi Triñanes Zednik. “Essa consultoria garantiu que aspectos pedagógicos importantes não fossem deixados de lado no processo de adaptação das ilustrações para a audiodescrição”.

Todo o trabalho da Iguale compreendeu as seguintes etapas: adaptação de conteúdo; revisão cognitiva; composição das trilhas sonoras específicas para cada um dos livros; gravação, edição e mixagem dos áudios (total de 123 horas de trabalho) e revisão do conteúdo. Em cada audiolivro, além do narrador principal e do narrador audiodescritor, outros atores interpretam as personagens. E mais, todos os CDs receberam o título do livro em Braile, para a devida identificação.

“Os temas dos livros da Evoluir estão sempre ligados à sustentabilidade e qualidade de vida, assuntos que, como a acessibilidade, ganham cada vez mais importância na sociedade contemporânea. A Iguale Comunicação de Acessibilidade entende que tratar esses conceitos como parte da educação desde a infância é fundamental para a estruturação de cidadãos mais conscientes, atuantes e participativos”, complementa Thiago sobre a identificação da empresa para com a proposta do projeto Baú das Artes.

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Português será ensinado nas escolas primárias da Guiné Equatorial

Português será ensinado nas escolas primárias da Guiné Equatorial

aula-em-malabo​O governo da Guiné Equatorial promete que o ensino do português será implementado nas escolas primárias, faltando agora a validação técnica do projeto de ensino, no âmbito do processo de entrada na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Em entrevista à Lusa, Isabel Oyono, embaixadora de carreira e coordenadora da Comissão Nacional da CPLP na Guiné Equatorial, explicou que o “ministério de educação já elaborou um programa curricular de ensino até à universidade”, faltando agora o apoio de técnicos para validar o modelo e formar professores.

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Marisa Mendonça é eleita diretora executiva do IILP

 Marisa Mendonça é eleita diretora executiva do IILP

Marisa Mendonça

A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) elegeu ontem (22), Marisa Guião de Mendonça para o cargo de diretora executiva do Instituto Internacional da Língua Portuguesa, em substituição de Gilvan Müller de Oliveira.

A indicação de Marisa Guião de Mendonça, atual diretora da Faculdade de Línguas da Universidade Pedagógica de Moçambique, resulta de uma proposta feita pelo governo moçambicano, segundo um comunicado divulgado no final da XIX Reunião Ordinária do Conselho de Ministros da CPLP reunido em Díli, capital timorense.

A moçambicana, formada em línguas pela Universidade Pedagógica de Moçambique, vai substituir no cargo o brasileiro Gilvan Müller de Oliveira, linguista de formação, que dirigiu a instituição nos últimos dois anos.

De acordo com a nota final da CPLP, decidiu ainda pela eleição de Raul Calane da Silva, de Moçambique, para a Presidência do Conselho Científico do IILP, uma entidade que visa à promoção, defesa, o enriquecimento e difusão da língua portuguesa.

Na declaração final, o órgão da CPLP congratulou o brasileiro Gilvan Müller de Oliveira, “reconhecendo a ação preponderante que desempenhou na condução dos destinos do IILP”.

Leia aqui a íntegra da Declaração de Díli.

O Conselho de Ministros elogiou ainda o trabalho do diretor executivo cessante por “todos os esforços” que empreendeu “para assegurar o funcionamento do IILP e a sua representação, tanto a nível da CPLP como nos fóruns internacionais”, refere a nota.

 Fonte: RTP

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