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Por que todo mundo não fala a mesma língua?

Muitas das línguas que você sabe que existem vieram de uma raiz comum

Porque as línguas foram surgindo nas várias regiões do mundo de forma independente. Algumas têm a mesma origem, como o hindu, o sueco, o inglês e o português. Eles vieram de uma grande língua comum, chamada proto-indo-europeu, que há milhares de anos era falada na Ásia. Esse idioma deu origem a quase todas as línguas ocidentais e algumas orientais. “Supõe-se que o indo-europeu tenha sido uma língua só, que foi se diferenciando com o tempo”, explica o professor de linguística Paulo Chagas de Souza, da Universidade de São Paulo. Continue lendo

Literatura em línguas nacionais é premiada

Ministra da Cultura anunciou para o próximo ano a criação de um concurso literário
Fotografia: Vigas da Purificação | Edições Novembro

Angola vai passar a ter um prémio literário em línguas nacionais,  a partir do próximo ano, com objectivo de promover os idiomas angolanos, garantiu, quarta-feira, a ministra da Cultura.

Carolina Cerqueira, que falava na cerimónia de entrega do Prémio António Jacinto,edição 2017,  no Museu Nacional de História Natural, disse que a iniciativa pretende promover a literatura em línguas nacionais, que constitui uma das prioridades do pelouro que dirige. “Trataremos, nos próximos dias, de elaborar a programação do sector da Cultura em 2018, de modo que tenhamos um calendário cultural repleto de realizações em todo o país”, disse a ministra.
Pedro Mayamona,  estudante de Ciência da Educação do Instituto Superior de Ciência da Educação (ISCEDE), disse que a intenção do Ministério da Cultura em criar tal prémio é digna de aclamação.  Continue lendo

Há línguas quase extintas. Como as podemos salvar?

O minderico é uma língua ameaçada em Portugal NUNO FERREIRA SANTOS

Em todo o planeta há línguas ameaçadas. Agora, uma equipa de cientista fez uma nova árvore evolutiva com algumas línguas do Sudeste asiático e do oceano Pacífico que devem ser preservadas. Também em Portugal há uma “quase extinta” que se tem procurado revitalizar.

Numa aldeia de Taiwan, existe uma língua que tem apenas 24 falantes, muitos deles já pessoas mais velhas. É o kavalan, considerado uma língua “quase extinta” e que ocupa o primeiro lugar de um ranking de línguas a preservar segundo um artigo na revista científica Royal Society Open Science. Construído por cientistas do Canadá, Reino Unido e da África do Sul, esse ranking é uma como árvore evolutiva para línguas de ilhas do Sudeste asiático e do oceano Pacífico. Continue lendo

“Mamug koe ixo tig”, o inovador método de alfabetização indígena no Brasil

ELISÂNGELA DELL-ARMELINA SURUÍ E CRIANÇAS EDUCADAS COM “MAMUG KOE IXO TIG” (FOTO: EFE)

Projeto rendeu o título de educadora do ano à professora Elisângela Dell-Armelina Suruí

Mamug koe ixo tig”, um inovador método de alfabetizaçãoque preserva a língua indígena em uma distante aldeia da Amazônia, se sobressaiu entre mais de 5 mil projetos de escolas do Brasil e rendeu o título de educadora do ano à professora Elisângela Dell-Armelina Suruí.

“O nome do meu projeto é ‘Mamug koe ixo tig’, que significa ‘A fala e a escrita das crianças’, para crianças do primeiro ao quinto ano do ensino básico”, contou à Agência Efe a professora, de 38 anos, vencedora em 2017 dos prêmios “Educadora Nota 10” e “Educadora do Ano”, ambos da Fundação Victor Civita. Continue lendo

Lei que exige interprete de libras em eventos é aprovada na Câmara de Campina Grande

Câmara de Vereadores de Campina Grande (Foto: Artur Lira/G1)

Eventos acadêmicos e da prefeitura devem ter pelo menos dois intérpretes de Libras.

Um projeto de Lei que obriga a atuação de interpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras) em eventos na cidade de Campina Grande, foi aprovada pela Câmara Municipal. A medida vai valer para todos os eventos profissionais e acadêmicos, além de eventos públicos promovidos pela Prefeitura de Campina Grande.

De acordo com o texto do projeto de Lei ordinária 366/2017, de autoria do vereador Lucas Ribeiros (PP), fica determinada a obrigatoriedade da presença de no mínimo dois interpretes de Libras, para que seja feito o revesamento no máximo a cada 20 minutos.

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Sérgio Andrade, Felipe Bragança e a representação indígena no cinema nacional

O cinema brasileiro se voltou aos assuntos indígenas em dois dos principais filmes nacionais lançados em 2017.

Sérgio Andrade e Fábio Baldo trouxeram a relação desta população dentro de um contexto urbano e com a questão LGBT inserida neste cenário com a produção rodada em Manaus, “Antes o Tempo não Acabava”. Já Felipe Bragança foi até a fronteira Brasil-Paraguai juntando não-atores guaranis com a estrela global, Cauã Reymond, na aventura “Não Devore Meu Coração”.

No meio do processo de realização da ficção científica “A Terra Negra dos Kawá”, Sérgio Andrade encontrou Felipe Bragança visitando Manaus para um bate-papo com Diego Bauer, do Cine Set. Continue lendo

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