Apenas 19 escolas de Minas promovem valores da Unesco
Colégios com certificado ensinam, entre outras coisas, questões culturais e direitos fundamentais
Trabalho. No Colégio Magnum Cidade Nova, na capital, alunos fazem trabalho sobre coleta seletiva PUBLICADO EM 21/10/18 – 02h00
Promoção de idiomas africanos e a língua portuguesa
Pelo carácter identitário e de soberania, as questões linguísticas e culturais são vistas, em todo o mundo, como prioridades nacionais. Há decisões tomadas pelos chefes de Estado africanos e pelos seus ministros da Educação e da Cultura, direccionadas para a promoção e difusão das línguas e das culturas autóctones dos seus respectivos países. Mas a operacionalização dessas políticas têm sido pouco relevantes, sobretudo, por falta de vontade política e pelo baixo orçamento atribuído aos sectores governamentais que as têm de implementar.
Língua e cultura nunca foram uma prioridade em nenhum plano africano quinquenal e segundo Bangbose e Vic Webb “parece haver uma forte oposição de importantes agências internacionais, como o Banco Mundial, à ‘excessiva’ promoção das línguas e culturas autóctones”. Concomitantemente, numa lógica de exclusão e não de complementaridade, existem grandes forças a favor da assimilação linguística e cultural como justificação dos efeitos da urbanização, da industrialização, da comunicação internacional e do medo da etnicidade como uma eventual fonte motivadora de conflitos. Basil Davidson, em o “Fardo do Homem Negro” também se opôs a este argumento e considerou que o verdadeiro tribalismo era a corrupção e o clientelismo. Continue lendo
“Deixar de tornar a música acessível é limitar o acesso à arte”

GABRIELLA STARNECK
ESPECIAL PARA O HOJE
Tornar a arte acessível: essa é a principal proposta do novo trabalho de Luiza Caspary. Para isso, a cantora traz para cada canção do álbum Mergulho, um videoclipe com Libras (Língua Brasileira de Sinais) e Legenda para Surdos e Ensurdecidos (LSE) em tela cheia simultaneamente à interpretação musical. Além do fato de produzir música acessível a surdos e ensurdecidos, outra novidade do trabalho da artista é lançar as nove canções autorais e inéditas que compõem o trabalho uma por vez, mês a mês. Continue lendo
Aldeia Multiétnica promove aproximação com índios do povo Xavante (FOTOS, VÍDEO)

Brasileiros e estrangeiros têm a chance de conhecer os modos de ser, fazer e pensar do povo Xavante, convivendo com um grupo indígena da Aldeia Ripá (MT) – a Aldeia Multiétnica. A Sputnik Brasil conversou com um dos organizadores do projeto sobre sua importância para a aproximação do modo de viver indígena.
O Projeto cultural/social e turístico Aldeia Multiétnica no Alto Paraíso de Goiás proporciona que turistas brasileiros e internacionais passem por uma experiência única de conhecer o dia-a-dia e as crenças dos Xavantes, índios que vivem entre Mato Grosso e Goiás. A vivência chamada “Sementes e Sonhos na Visão Xavante” aconteceu de 11 a 16 de outubro, com um grupo de indígenas da Aldeia Ripá, do Mato Grosso, dentro da Aldeia Multiétnica, que fica a pouco mais de 200 quilômetros de Brasília. Continue lendo
União de facto (ou de fato) no acordo orto … gráfico
A Academia Angolana de Letras (AAL) pediu hoje ao Governo que não ratifique o Acordo Ortográfico (AO), perante os “vários constrangimentos identificados” no documento, que necessita de uma revisão.
Adecisão foi apresentada pelo reitor da Universidade Independente de Angola e membro da AAL, Filipe Zau, numa conferência de imprensa em que, pela primeira vez, a Academia, criada oficialmente em Setembro de 2016 e que conta com 43 membros, tomou uma posição pública sobre o Acordo Ortográfico, apresentado em 1990. Continue lendo



