Oficina de Preparação de Candidaturas a Patrimônio Mundial
Duas fortificações simbólicas de Santa Catarina, a Fortaleza de Santa Cruz de Anhantomirim e o Forte de Santo Antônio de Ratones, são candidatas ao reconhecimento pela Unesco. As históricas edificações militares serão tema da Oficina de Preparação de Candidaturas a Patrimônio Mundial, promovida pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em Florianópolis (SC), em 13 e 14 de junho.
O Conjunto das Fortificações Brasileiras, que concorre ao título mundial, inclui 19 fortes e fortalezas em 10 estados. Além de representantes do Iphan, participam da oficina membros da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), Governo de Santa Catarina, Marinha, Coordenadoria das Fortalezas da Ilha de Santa Catarina da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Prefeituras Municipais de Florianópolis e Governador Celso Ramos, entre outros representantes da região. Continue lendo
Herança da colonização na África é obstáculo à ‘francofonia’ de Macron
Presidente francês propõe união entre escritores, mas a literatura francesa nunca dependeu de autores do país

A escritora franco-marroquina Leila Slimani Foto: Ludovic Marin/Reuters
Mercado de trabalho: conheça o curso de inglês voltado para mulheres negras
Que tal estudar em um curso de inglês e aprender cantando com Tina Turner, Nina Simone, Beyoncé, ou relatando, em inglês, a vida de Dandara dos Palmares, Aqualtune ou Luiza Mahin? Também é possível aprimorar a fluência no idioma ouvindo os discursos de Viola Davis, Oprah Winfrey, Lupita Nyong’o e lendo Chimamanda Ngozi ou Maya Angelou. Este é o formato de um curso de inglês criado para atender às demandas de um grupo totalmente excluído das escolas de idiomas e que, por mais este motivo, não consegue acessar melhores oportunidades de emprego: a mulher negra.
“Lecionamos um conteúdo da cultura africana que estimula a curiosidade das alunas. Assim os temas tratados se tornam maiores do que as barreiras que a sociedade nos impõe”, explica a professora e poeta Ryane Leão. O método permite que, durante os estudos, as alunas também descubram mais sobre a própria história e consigam, finalmente, avançar na assimilação do idioma. Continue lendo




