Questões indígenas

As línguas que a América do Sul quer salvar

Um grupo de crianças indígenas em uma escola em Qemkuket, Paraguai - Foto: EFE.

Um grupo de crianças indígenas em uma escola em Qemkuket, Paraguai – Foto: EFE.

As línguas que a América do Sul quer salvar

Mais de 400 idiomas, em sua maioria de origem indígena, estão sob ameaça de extinção

Dora Luz Romero / Natasha R. Silva

Acesse aqui o mapa das línguas em perigo (em espanhol).

No fim do mundo, lá na Patagônia, há uma língua que está a ponto de morrer: o tehuelche. Os falantes que restam, segundo dados da Unesco, podem ser contados nos dedos de uma mão. São palavras, sons, uma cultura inteira que corre o risco de desaparecer. Não é o único caso na região. Existem na América do Sul 420 línguas ameaçadas, de acordo com o Atlas Mundial da Unesco das Línguas em Perigo. A organização calcula que existam entre 8,5 milhões e 11 milhões de pessoas que falam esses idiomas.

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II CIPIAL – Congreso Internacional Los Pueblos Indígenas de América Latina Siglos XIX-XXI

2cipialII CIPIAL – Congreso Internacional Los Pueblos Indígenas de América Latina. Siglos XIX-XXI
Avances, perspectivas y retos
Santa Rosa (La Pampa) Argentina – 20 a 24 de septiembre de 2016

Acerca del CIPIAL
El primer CIPIAL (Congreso Internacional Los Pueblos Indígenas de América Latina. Siglos XIX-XXI) tuvo lugar en Oaxaca, México, en octubre de 2013, y el próximo será entre el 20 y 24 de septiembre de 2016 en Santa Rosa (La Pampa) Argentina, momento a partir del cual se espera que se realice cada dos años en distintos países.

Para maiores informações acesse aqui a página do evento e aqui sua página no Facebook. 

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México: Presentan navegador de internet en 26 idiomas indígenas para poner en valor las lenguas maternas

mozillaMéxico: Presentan navegador de internet en 26 idiomas indígenas para poner en valor las lenguas maternas

Con el objetivo de conservarlas, Mozilla Firefox lanzó la versión beta de su software adaptado a 22 idiomas indígenas propios de México y cuatro del resto de América Latina.

Para el diseño del navegador, que estará disponible para las comunidades autóctonas de Puebla, Chiapas y Yucatán y otros estados mexicanos, se necesitó la participación de diferentes hablantes de lenguas indígenas.

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Mestrado profissional em Linguística e Línguas Indígenas (PROFLLIND) abre processo seletivo

Foto: Ana Patrícia Ferreira: “Oficina Linguística para Professores Apurinã”. Professor: Kuyuri Gloclines Apurinã. Local: Terra Indígena Peneri Tacaquiri- Comunidade Apurinã de Boa União - Pauini/AM.

Foto: Ana Patrícia Ferreira: “Oficina Linguística para Professores Apurinã”. Professor: Kuyuri Gloclines Apurinã. Local: Terra Indígena Peneri Tacaquiri- Comunidade Apurinã de Boa União – Pauini/AM.

Mestrado profissional em Linguística e Línguas Indígenas (PROFLLIND) abre processo seletivo

Estão abertas as inscrições para o primeiro processo seletivo do Mestrado Profissional em Linguística e Línguas Indígenas (PROFLLIND). As inscrições podem ser feitas do dia 14 de setembro ao dia 02 de outubro de 2015, via correio, e-mail ou, pessoalmente, na Secretaria do Setor de Linguística do Museu Nacional/UFRJ.

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Língua Guarani será ensinada gratuitamente na UEMS/Dourados

guaraniLíngua Guarani será ensinada gratuitamente na UEMS/Dourados

Eduarda Rosa

Começa nesta quinta-feira (03/09), o curso da língua Guarani oferecido pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS). Organizado pelo Programa Rede de Saberes e pelo curso de Letras com habilitação em Inglês, o curso é gratuito e será oferecido na sede da Universidade, em Dourados.

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III Encontro Nacional de Estudantes Indígenas

IIIeneiIII Encontro Nacional de Estudantes Indígenas

Elaine Tavares

III ENEI –  Encontro Nacional de Estudantes Indígenas acontece de 28 de setembro a 02 de outubro de 2015, no Centro de Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis-SC.  Entrada gratuita.

Acesse aqui o site do evento e aqui sua página no Facebook.

Os índios existem e estão em luta! Nas quebradas e nas universidades. Tem sido assim no Brasil. Índio bom é aquele que fica quietinho na aldeia. Mas, se sai a reivindicar terra, território, direitos, aí a coisa muda de figura. Passa a ser perseguido e, no mais das vezes, é assassinado. Essa é uma prática cotidiana não só no Mato Grosso do Sul, onde hoje se vive um momento de comoção por conta da morte do jovem Semião, assassinado enquanto bebia água no riacho de uma terra que era dele. Isso acontece na Amazônia, no Rio Grande do Sul, na Bahia e em Santa Catarina.

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