Questões indígenas

Presentarán documentos lingüísticos del Guaraní inéditos de la época colonial del siglo XVIII

Científicos de la Universidad la Sorboncartasa de Francia presentarán hallazgos de alto valor histórico y lingüístico del guaraní que era hablado en el siglo XVIII en el Paraguay colonial y en regiones de las Reducciones Jesuíticas de entonces ubicadas hoy en Argentina y Uruguay. La presentación de los hallazgos se realizará en el marco de un Taller que se efectuará este viernes 4 de marzo, de 8 a 16 horas, en la sede de la Organización de Estados Iberoamercianos (OEI) situada en Humaitá casi 14 de mayo en Asunción. El evento es organizado por la Secretaría de Políticas Lingüísticas con la presencia de la ministra-ejecutiva, Ladislaa Alcaraz de Silvero.

 

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Inscrições abertas para a formação de lideranças indígenas no Programa de bolsas da ONU

fda0349592f3767a8aeb65314b9a7fyande92O programa de treinamento é promovido pelo Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH), os participantes são instruídos a compartilhar os conhecimentos transmitidos na formação para suas comunidades ou organizações indígenas.

Ailton Krenak: um professor formado na luta

Liderança indígena recebe o título de doutor honoris causa da Universidade Federal de Juiz de Fora

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Krenak: o notório saber não está apenas na universidade Foto: Alexandre Dornelas / UFJF

Em algumas universidades no Brasil, os conhecimentos profundos da diversidade epistemológica do País estão finalmente atravessando o alto muro da academia.

Por: Felipe Milanez

 Nesse início de ano letivo de 2016, a Universidade Federal de Juiz de Fora deu um grande exemplo de como a produção de conhecimento deve ser feita a partir de uma descolonização da própria universidade, e concedeu o título de professor honoris causa a Ailton Krenak.

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UFSC divulga lista de aprovados no curso de Licenciatura Intercultural Indígena

noticas-ufscA Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) divulgou a lista de aprovados no vestibular para o curso de Licenciatura Intercultural Indígena nesta quarta-feira, 2 de março. São 45 vagas distribuídas igualmente entre os povos guarani, kaingang e Xokleng-Laklãnõ.
O curso oferece uma formação para docência nos anos finais do ensino fundamental e ensino médio, segmentada em duas áreas – Licenciatura do Conhecimento Ambiental e Licenciatura em Artes e Linguagens, com o tema norteador “Territórios e Conhecimentos Indígenas no Bioma Mata Atlântica”. Continue lendo

Filme sobre povo Guarani em SP denuncia opressão fundiária

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Crianças indígenas da tribo Guarani M’bya em Jaraguá, SP

Logo na abertura do filme “Atrás da Pedra – Resistência Tekoa Guarani” (2016), o líder indígena David Karai Popygua pergunta: “Como a gente vai comprovar documento se foi tirado o direito da gente ter a nossa terra?”. O documentário de Thiago Carvalho parte da luta do povo Guarani M’Bya em São Paulo, na região do Jaraguá. Mas diz muito sobre o paradoxo – imposto por nossa civilização – relativo ao direito dos povos originários ao próprio espaço.

Por Alceu Luís Castilho

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Educação: Alunos Tukano escrevem dissertação de mestrado da Ufam na língua da etnia

O Tukano é lingua cooficial no Município de São Gabriel da Cachoeira e, ao lado nheengatu e baniwa, é uma das línguas de instrução no curso de Licenciatura Indígena “Políticas Educacionais e Desenvolvimento Sustentável”, também oferecido pela UFAM. Saiba mais em http://www.ensinosuperiorindigena.ufam.edu.br/.

Por:  Elaíze Farias

Decisão da Universidade Federal do Amazonas é um marco no sistema do ensino superior para os índios do Brasil. 

 

 

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O aluno Dagoberto Azevedo nasceu na comunidade Pirarara, no rio Tiquié. (Foto: Alberto César Araújo/AmReal)

Os indígenas Dagoberto Azevedo, 37 anos, e Gabriel Maia, 45 anos, falam língua Tukano, originária dos territórios margeados pelos rios Uaupés, Tiquié e Papuri, afluentes do Alto Rio Negro, município de São Gabriel da Cachoeira, no noroeste do Estado do Amazonas, na fronteira com a Colômbia. É nesta língua, e não no português, que eles vão escrever suas dissertações de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS) da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), uma iniciativa considerada um marco no sistema educacional do ensino superior do país.

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