Evento no Rio debate direitos dos povos indígenas dez anos após declaração da ONU
Promovido pelo Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil (UNIC Rio) no Museu de Arte Moderna (MAM), o encontro reuniu especialistas e representantes da comunidade indígena de várias partes do Brasil.
Convidados debaterem o documentário “Guarani e Kaiowá: pelo direito de viver no Tekoha”, gravado em aldeias indígenas do centro-oeste do país. No dia 13 de setembro foram marcados os dez anos da Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas. Assista aos vídeos aqui.
É simbólico que os indígenas, frequentemente associados ao passado, estejam no Museu de Arte Moderna (MAM), no Rio de Janeiro, cantando músicas em guarani. A observação foi do professor José Ribamar Bessa Freire, coordenador Programa de Estudos dos Povos Indígenas da UERJ.
VI Marcha dos Povos Indígenas de Roraima

Fonte: acervo pessoal
O Conselho Indígena de Roraima (CIR), organização indígena criada para defender os direitos e interesses dos povos indígenas de Roraima com outras organizações indígenas de Roraima, entidades sociais e indigenistas, sindicatos, coordenações regionais e os demais parceiros e colaboradores organizaram e articularam a 6ª Marcha dos Povos Indígenas de Roraima, ato em alusão ao Dia Internacional dos Povos Indígenas, realizada na quarta-feira, 9 de agosto, em Boa Vista/RR.
Frestas questiona negação da presença indígena na história

Fragmentos de réplicas de urnas funerárias indígenas – DIVULGAÇÃO / SESC
A omissão da presença indígena na construção de Sorocaba deu origem à obra Um vazio pleno, criada pela artista visual Maria Thereza Alves especialmente para a 2ª Frestas — Trienal de Artes, aberta ao público no sábado (12/08/2017). Mais que obra, Um vazio pleno pode ser classificada como resultado de uma série de ações colaborativas articuladas pela artista desde sua primeira visita de pesquisa na cidade, em março deste ano.
Para Frestas, a renomada artista brasileira radicada em Berlim convidou o ceramista guarani Maximino Rodrigues — professor e líder da comunidade Jaguapirú, em Dourados (MS) — para reproduzir urnas funerárias e moringas indígenas do acervo do Museu Histórico Sorocabano. Os fragmentos dessas réplicas, vestígios da presença indígena, serão semi-enterrados em diversos espaços públicos da cidade, como a Praça Coronel Fernando Prestes, Jardim Maylasky e o campus Sorocaba da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).
O Peru aprova a Política Nacional de Línguas Originarias, Tradição Oral e Interculturalidade

Fonte: acervo pessoal
Por Gerardo Chinchay – colaborador
No dia 9 de agosto, como parte da celebração do Dia Internacional dos Povos Indígenas, o Presidente da República do Peru, Pedro Pablo Kuczynski aprovou, através do decreto supremo N° 005-2017-MC, a “Política Nacional de Lenguas Originarias, Tradición Oral e Interculturalidad”, que visa a garantir os direitos linguísticos dos falantes de línguas indígenas no territorio nacional incorporando mudanças e melhorias no funcionamento da administração pública e serviços públicos.
Indigenous language class lets instructors find their voices
‘Their medicine can be culture and language,’ instructor says

Students at the Canadian Indigenous Languages and Literacy Development Institute perform a seven-point prayer before beginning their play. (CBC )
Charis Auger plays the role of a Cree person questioning their history and gender identity in a small classroom theatre production at the University of Alberta.
Auger’s character is living on 118th Avenue in Edmonton. In the play, the character picks up her cousin and the two urban Cree women drive to meet their grandmother and aunt on reserve. But the trio cannot communicate in the same language, causing heated arguments.
Aplicaciones móviles permiten conocer dos lenguas indígenas amazónicas [TECNOLOGÍA HOY]
El Instituto de Investigaciones de la Amazonía Peruana (IIAP) tiene una original estrategia para revitalizar las lenguas amazónicas que están en peligro de desaparecer, golpeadas por la modernidad y la depredación de los bosques.
Los sistemas son interactivos y cuentan con audios que favorecen el aprendizaje de las lenguas mencionadas. Se tienen registros del alfabeto, números, animales, colores, partes del cuerpo, frases comunes y más.
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Según datos del IIAP, en el territorio amazónico del Perú, que abarca 750 mil kilómetros cuadrados, habitan pueblos indígenas que se comunican en 43 lenguas amazónicas oficiales. 27 de estas lenguas se hablan en Loreto.
La expansión del español, enfermedades y el aumento de invasores en la Amazonía (petrolero y traficante de drogas), así como la tala y minería ilegal, debilitan seriamente estas lenguas del Perú.
Fonte: TV Peru


