Chamada para III CIPLOM/EAPLOM; prazo para submissão de resumos encerra 14/02
Prazo para submissão de resumos prorrogado para o dia 14 de fevereiro
Transcrevemos a seguir comunicado postado hoje, 20/01, na página do III CIPLOM/EAPLOM no Facebook:
ATENÇÃO!! INSCRIÇÕES DE TRABALHOS PRORROGADAS!!
Devido ao grande número de solicitações para o adiamento do prazo final para a SUBMISSÃO DE TRABALHOS e devido ao período de férias, divulgamos novo calendário, que NÃO MAIS SOFRERÁ ALTERAÇÕES.
Para mais informações, acessem: http://iiiciplomeaplom.webnode.com/
Dúvidas: iiiciplom.iiieaplom@gmail.com
Confira na tabela abaixo os prazos e categorias para inscrições.

Prazos e categorias de inscrições III CIPLOM/EAPLOM
O concello asturiano da Veiga declara oficial o galego no seu municipio
O concello asturiano da Veiga (Vegadeo oficialmente en castelán) aprobou hai agora unha semana unha ordenanza pola que se declara a fala que alí se emprega como lingua oficial do municipio. Deste xeito, o eonaviego -galego de Asturias ou coñecido tamén como galego-asturiano no Principado- considérase, “xunto co castelán, lingua propia do Concello, da administración local e das corporacións públicas que dela dependen”.

O galego-asturiano pasa a ser “xunto co castelán, lingua propia do Concello, da administración local e das corporacións públicas que dela dependen”
Línguas em extinção
Pergunte aos tofas como o mundo surgiu e eles não saberão a resposta. Essa pequena tribo siberiana, situada entre a Rússia e a Mongólia, está esquecendo a mitologia que explica seu próprio nascimento. Esse torpor coletivo é resultado de uma perda ainda maior: os tofas estão esquecendo sua própria língua. “A morte de um idioma começa com um trauma”, explica Leanne Hinton, especialista em revitalização linguística da Universidade da Califórnia. “Pode acontecer pela perda de território ou por mudanças forçadas à cultura tradicional.”

CreativeCommons
No caso dos tofas, foram as duas coisas. Eles sempre foram nômades: vagavam pelas planícies da Sibéria com rebanhos de centenas de renas. Depois da revolução comunista, foram obrigados pelo regime a escolher apenas uma região para habitar. Nas décadas seguintes, os adultos tiveram que abandonar o xamanismo e roupas tradicionais, enquanto as crianças passaram a frequentar escolas soviéticas. O tofalar, idioma do grupo há séculos, começava a morrer.
“Línguas minoritárias são sufocadas por idiomas maiores”, explica o linguista americano David Harrison, que descreveu o grupo em When Languages Die (“Quando Línguas Morrem”, sem edição no Brasil).
“Políticas de Gestão do Multilinguismo e Integração Regional” é tema do 3ºCIPLOM e 3ºEAPLOM
III CIPLOM – Congresso Internacional de Professores das Línguas Oficiais do MERCOSUL
III EAPLOM – Encontro Internacional das Associações de Professores das Línguas Oficiais do MERCOSUL
Políticas de Gestão do Multilinguismo e Integração Regional
Florianópolis – Brasil, 06 a 10 de junho de 2016
Para maiores informações acesse aqui a página do evento.
Baixe aqui a Primeira Circular.
Apresentação
À medida que avança o século XXI, vão se tornando mais claros os contornos das situações linguísticas e culturais que, em poucas décadas, condicionarão os países da América do Sul e de outras partes do mundo, no cruzamento entre a globalização da economia, a conformação de blocos e organizações internacionais (Mercosul, Unasul, Celac etc.), as migrações internacionais, as alterações no conceito de fronteira, a emergência de identidades antes minorizadas, a internacionalização das línguas, a comunicação em redes de alcance remoto via Internet, as reformas educacionais, entre outras. Todos esses cruzamentos culminam, não sem conflitos, em reformas do próprio conceito de Estado em direção a um Estado Pós-Nacional, de caráter plurinacional.
Dissertação investiga cooficialização das línguas indígenas como mecanismo jurídico de proteção do patrimônio cultural e instrumentalização da descolonialidade do saber

São Gabriel da Cachoeira-AM cooficializou as línguas nheengatu, baniwa e tukano à língua portuguesa.
Línguas indígenas e descolonização do saber
Ozorio Fonseca
Neste artigo, Ozorio Fonseca ainda fala sobre conhecimento tradicional, desenvolvimento, economia e miséria socializada
Nessa segunda-feira, 21 de setembro, fui membro da Banca de Avaliação da Dissertação de Mestrado em Direito Ambiental (Universidade do Estado do Amazonas-UEA) escrita por Brenda Reis dos Anjos cujo título é: “A cooficialização das línguas indígenas como mecanismo jurídico de proteção do patrimônio cultural e instrumentalização da descolonialidade do saber”. O orientador é o Prof. Dr. Edson Damas da Silveira e o co-orientador o Prof. Dr. Alfredo Wagner Berno de Almeida.



