Central de Libras volta a funcionar após denúncia
As atividades que estavam paralisadas retornaram a normalidade (Foto: Portal Infonet)
Após denúncia veiculada pelo Portal Infonet, a Central de Interpretação de Libras, situada no Centro de Atendimento ao Cidadão (CEAC), da Rua do Turista voltou a funcionar normalmente, na última quarta-feira, 22. Inaugurado em 30 de agosto do ano passado, o local que presta serviços de assistência a deficientes auditivos estava com suas atividades paralisadas.
O serviço é destinado a cerca de 12 mil pessoas surdas existentes em Sergipe e conta com três tipos de agendamento, a depender da necessidade do usuário: presencial, virtual e “in loco”. Neste último tipo, segundo informações da Secretaria de Estado da Inclusão Social, (Seidh), a Central disponibilizará intérprete em horário previamente agendado, para acompanhamento de pessoas surdas a bibliotecas, hospitais, delegacias, tribunais e outros locais de atendimento ao público. Continue lendo
Operadoras têm que oferecer atendimento online em Libras
Entrou em 1º/12/2017, a obrigação das prestadoras de telefonia móvel e fixa disponibilizarem intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras) aos usuários. Pelos portais online das empresas deverá ser possível ao deficiente auditivo realizar videochamadas pelo computador, tablet ou smartphone.
Como informa a Anatel, essa é uma das obrigações do Regulamento Geral de Acessibilidade, que prevê, seja pela internet em nos demais canais de atendimento informações mecanismos de interação via mensagem eletrônica, webchat e videochamada por profissionais qualificados para atender as pessoas com deficiência, além de possuir atendimento especializado que possibilite a melhor comunicação às pessoas com deficiência auditiva. Continue lendo
Crianças brasileiras preservam a língua e cultura maternas nas Arábias
“Que as crianças brasileiras ou de linhagem tenham oportunidade de conhecer e aperfeiçoar a língua e cultura brasileiras; e também auxiliar as famílias a entender os benefícios da manutenção da língua materna e promover os entendimentos do bilinguismo e do multiculturalismo”, é um dos objetivos da iniciativa A Hora do Conto em Dubai.Um dos desafios que os migrantes e expatriados enfrentam no exterior consiste em como manter viva a língua portuguesa e a cultura nas crianças, uma vez que elas frequentam escolas onde a língua comum é o inglês. Para enfrentar esse desafio, não podia faltar a criatividade dos brasileiros. Quem nos fala sobre isso é a Sra. Magaly Quadros.
Papa pede reconhecimento de indígenas e fim da violência
Durante missa em região dos mapuches, Francisco diz que luta pelo reconhecimento não deve ser baseada na violência. Região chilena é palco de conflito entre comunidades indígenas e empresas agrícolas.O papa Francisco defendeu nesta quarta-feira (17/01) em Temuco, na região chilena da Araucanía, berço de origem dos índios mapuches, o reconhecimento das culturas indígenas, mas instou os mapuches a abandonar a violência. Araucanía é palco de um conflito entre comunidades indígenas, que exigem terras ancestrais, e empresas agrícolas. Continue lendo
ONU aponta discriminação mulheres indígenas como barreira na eliminação da fome

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, acredita que a erradicação da fome e pobreza extremas têm um grande obstáculo: a discriminação tripla sofrida pelas mulheres indígenas.
A declaração foi feita pelo director-geral da FAO, José Graziano da Silva, durante uma visita ao México, encerrada na semana passada. Segundo ele, há discriminação de pobreza, de género e de etnia.
O responsável lembrou que as indígenas enfrentam taxas altas de pobreza, desnutrição crónica e analfabetismo. Essas mulheres também têm menos acesso a cuidados médicos e à participação na política.
Livros sobre Terra Indígena Alto Rio Guamá estão disponíveis para download

Estas histórias estão ricamente ilustradas e refletem o universo indígena sobre temas que ligam elementos da biodiversidade, como animais e plantas, a aspectos típicos da cultura Tembé e de suas relações com a natureza.
Uma das missões do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-bio), por intermédio da Diretoria de Biodiversidade/Gerência de Sociobiodiversidade, é apoiar a implementação da Política Nacional de Gestão Ambiental e Territorial de Terras Indígenas (PNGATI) no estado do Pará, através de ações de proteção, recuperação, conservação e uso sustentável dos recursos naturais dos territórios indígenas, estabelecendo o mapeamento e zoneamento participativos, como ferramentas de gestão dos territórios indígenas.
Em 2014, iniciaram-se os estudos de campo para o Diagnóstico Participativo e Etnozoneamento da Terra Indígena Alto Rio Guamá (TIARG). Os trabalhos resultaram na elaboração dos livros “Gestão Ambiental e Territorial da Terra Indígena Alto Rio Guamá: Diagnóstico Etnoambiental e Etnozoneamento” e “Narrativas Tembé sobre Biodiversidade”, que foram lançados pelo Instituto recentemente, em um Seminário realizado em Paragominas, município que aloja grande parte da área florestada da Terra Indígena Alto Rio Guamá. Continue lendo


