Inuit, Métis groups welcome hiring of Commissioner of Indigenous Languages

Natan Obed, president of the Inuit Tapiriit Kanatami, said it is a ‘really big deal’ that an Inuk was included in the selection committee for Canada’s first Commissioner of Indigenous Languages. In this file photo, Prime Minister Justin Trudeau looks on as Mr. Obed speaks during a press conference in Iqaluit, Nunavut on March 8, 2019.
SEAN KILPATRICK/THE CANADIAN PRESS
The national organizations representing Inuit and Métis people in Canada say they welcome the federal government’s move to hire the country’s first Commissioner of Indigenous Languages.
The federal government is currently recruiting one commissioner and up to three directors for the Office of the Commissioner of Indigenous Languages. The job posting, which closes Jan. 11, says the commissioner is expected to be a “national champion” for Indigenous languages, who will promote public awareness, conduct research and write annual reports on the effectiveness of the government’s initiatives on the file.
Natan Obed, president of the Inuit Tapiriit Kanatami, said it is a “really big deal” that an Inuk was included in the selection committee. He said the government has promised that one of the three directors being hired to support the commissioner will also be Inuk.
“We are thankful for Minister [Steven] Guilbeault and his willingness to include Inuit all throughout the process,” Mr. Obed said.
“We’ve also been promised that there will be an Inuk director along with First Nations and Métis and that also is a step forward from past practices of seeing Indigenous peoples as a melting pot and not necessarily considering the huge distinctions between First Nations, Inuit and Métis.”
David Chartrand, the national spokesperson for the Métis National Council, said he has also been told that one of the directors will be Métis.
He praised the Indigenous Languages Act, which passed last year and established the office for the first time. The goal of the act and the office is to prevent further erosion of Indigenous languages in Canada, as part of the broader effort toward reconciliation.
“This languages legislation means a lot to us,” Mr. Chartrand said.
According to the 2016 census, 4.9 per cent of the Canadian population were Indigenous, with more than half being First Nations people. There are hundreds of First Nations communities with their own distinct languages and cultures living in their traditional territories in what is now known as Canada.
Inuit, who live mainly in Nunavut, northern Quebec and the Northwest Territories, are just 4 per cent of the overall Indigenous population and leaders sometimes express concern that their unique needs can be overshadowed by larger Indigenous communities in the south.
The 2016 census also reported 70 Indigenous languages were in use. According to a Statistics Canada analysis, the number of people who could speak an Indigenous language grew by 8 per cent between 1996 and 2016. But that rate of growth was far lower than the rate of growth for the Indigenous population as a whole, which means the share of Indigenous people who can speak an Indigenous language has fallen.
Statistics Canada attributed the population growth rate largely to more people identifying themselves as Indigenous to census-takers, and said most of the language growth rate was from people learning it as a second language.
The federal government drafted the Indigenous Languages Act in collaboration with First Nations, Métis and Inuit, and has continued consultations throughout the year on the act’s implementation.
Heritage Minister Steven Guilbeault, who has responsibility for protecting Indigenous languages, said the issue is one that he “cares for and feels very deeply” about.
“This is something we’re moving along, but it doesn’t get the same attention that [tackling] web giants gets,” Mr. Guilbeault said.
Know what is happening in the halls of power with the day’s top political headlines and commentary as selected by Globe editors (subscribers only). Sign up today.
Participação do IPOL no II Encontro dos Professores e Intérpretes de Línguas Indígenas de Roraima
Dia 03/12 (quinta-feira)
10 horas – Mesa 4
Inventário Nacional da Diversidade Linguística
Mediação: Larissa Guimarães.
Participação: Marcus Vinícius (IPHAN Brasília); Helder Perry “Línguas e Dialetos Yanomami no Brasil – Pacificando as visões sobre diversidade Yanomami”; Rosângela Morello (INDL Guarani Mbyá).
Dia 04/12 (sexta-feira)
10 horas – Mesa 6
Políticas Linguísticas: Conquistas e Desafios
Mediação: Ananda Machado.
Participação: Ivo Cípio Aureliano Makuxi (advogado e assessor jurídico do CIR); Deputada Joênia Wapichana; Gilvan Muller de Oliveira (Coordenador da Cátedra Políticas Linguísticas para o Multilinguismo (UNESCO).
Inscrições aqui:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeLcciV2YVRc738ykINZ6-jTrpbFMwsUZwmJHP6Ca4fxyCyHA/viewform
II Encontro dos Professores e Intérpretes de Línguas Indígenas de Roraima
O Programa de Valorização das Línguas e Culturas Indígenas de Roraima (PVLCIR-UFRR) e a comissão organizadora do evento o convidam para o III Encontro dos Professores e Intérpretes de Línguas Indígenas de Roraima que acontecerá nos dias 02, 03 e 04 de dezembro de 2020 das 8 às 12 pela internet.
No evento trataremos de temas que incluirão educação escolar em línguas indígenas, cooficialização de línguas a nível municipal, inventário da diversidade linguística, serviço de mediação linguística, atendimento diferenciado em saúde, na área jurídica, assistência social, dentre outros assuntos.
PROGRAMAÇÃO
Dia 02/12 (quarta-feira)
8 horas – Mesa 1
Abertura:
OPIRR, CIR, OMIRR, APIRR, TWM, PAUXI, HUTUKARA, SEEDUME, COPING, SODIURR, UFRR, DIEI
Mediação: Maria Betânia (CIR)
10 horas – Mesa 2
O Ensino de Línguas Indígenas: um compartilhar de experiências
Mediação: Edite Andrade (OPIRR).
Participação: Bruna Francheto; Cléia Wai Wai; Lelnícia André Padrinho; Joceline Neide Araújo Veras (curso de extensão); Maria Shirlene Souza (EAD-parceria Univirr-PVLCIR-UFRR).
Dia 03/12 (quinta-feira)
8 horas – Mesa 3
Línguas, Interculturalidade e Currículo: usos e sentidos
Mediação: Benone Costa Filho.
Participação: Nilzimara de Souza Silva; Edite da Silva Andrade; Rosilda Silva.
10 horas – Mesa 4
Inventário Nacional da Diversidade Linguística
Mediação: Larissa Guimarães.
Participação: Marcus Vinícius (IPHAN Brasília); Helder Perry “Línguas e Dialetos Yanomami no Brasil – Pacificando as visões sobre diversidade Yanomami”; Rosângela Morello (INDL Guarani Mbyá).
Dia 04/12 (sexta-feira)
8 horas – Mesa 5
Tradutores e Intérpretes de Línguas Indígenas: Experiências e Perspectivas
Mediação: Cleia Alice Moraes.
Participação: Gerardo Garcia Chinchay (XIV curso de formação de intérpretes em Línguas Indígenas- Ministério da Cultura do Peru); Lucilene Souza da Silva (Intérprete no Tribunal de Justiça de RR); Jaqueline Neves Nordin (Formação de Intérpretes comunitários).
10 horas – Mesa 6
Políticas Linguísticas: Conquistas e Desafios
Mediação: Ananda Machado.
Participação: Ivo Cípio Aureliano Makuxi (advogado e assessor jurídico do CIR); Deputada Joênia Wapichana; Gilvan Muller de Oliveira (Coordenador da Cátedra Políticas Linguísticas para o Multilinguismo (UNESCO).
Inscrições aqui:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeLcciV2YVRc738ykINZ6-jTrpbFMwsUZwmJHP6Ca4fxyCyHA/viewform
Chamada para publicação – Revista Brasileira de Linguística Antropológica (RBLA)
Dossiê Temático: Variação linguística em línguas indígenas: léxico, fonologia e morfossintaxe, para o seu volume 13 – 2021 –RBLA
A Revista Brasileira de Linguística Antropológica (RBLA) (https://periodicos.unb.br/index.php/ling) convida a comunidade acadêmica para a submissão de artigos no Dossiê Temático: Variação linguística em línguas indígenas: léxico, fonologia e morfossintaxe, para o seu volume 13 – 2021. A RBL dedicará esse Volume aos resultados de estudos sobre variação linguística em línguas indígenas, um tema minimamente abordado na literatura linguística sobre línguas indígenas da América do Sul. Entretanto, estudos sobre variações linguísticas de natureza léxica, fonológica ou morfossintática são de grande importância para os projetos de normatização de escrita e de letramento em comunidades indígenas. São também de importância reconhecida para os estudos histórico-comparativos e para o enriquecimento dos estudos variacionistas (Weireich, Labov, and Herzog 1969; Kiparsky 1989; Labov 1994). Nesta perspectiva, este dossiê visa estimular o aprofundamento e ampliação dos estudos linguísticos das línguas indígenas, com foco especial nas línguas indígenas do Brasil.
Artigos para esse dossiê serão recebidos até 28 de fevereiro de 2021. Submissões pelo link
https://www.periodicos.unb.br/index.php/ling/about/submissions.
A proposta desse Volume 13 vem ao encontro dos objetivos da RBLA, que é uma revista que visa ser um fórum frutífero para os estudos acadêmicos sobre as línguas e culturas dos povos nativos das Américas, com foco especial no continente sul-americano. Seus principais interesses são artigos, relatórios de pesquisa, diários de campo, ensaios bibliográficos e recensões de estudos linguísticos que enfatizem a interface entre língua e cultura em uma perspectiva descritiva ou histórica.
Fundada em 2009 por Aryon Dall’Igna Rodrigues e Ana Suelly Arruda Câmara Cabral, é uma revista aberta, de publicação contínua e publicação de números especiais, publicada pelo Laboratório de Línguas Indígenas, Instituto de Letras da Universidade de Brasília. A revista publica estudos sobre línguas e culturas nativas, entre os quais, léxico, fonologia, gramática, sistemas e campos semânticos, classificações culturais de plantas e animais, etnografia, etno-história, onomástica, sistemas de parentesco, pré-história linguística e cultural, genética humana, contato de línguas, processos de obsolescência e de revitalização linguística, análises de texto e de discurso, artes verbais, linguagem ritual e expressões linguísticas de distinções de gênero. Estudos sobre interpretações e discussões de material de arquivo, documentos históricos editados e contribuições à história do campo da linguística antropológica são também bem-vindos.
Experiencias en traducción e interpretación en lenguas indígenas

Universidade Federal de Roraima (Brasil)
Universidad Andina Simón Bolivar (Ecuador)
Pontificia Universidad Católica (Ecuador)
Instituto de Lengua y Cultura del Chaco (Argentina)
Acesse o evento em:
Decreto Supremo que crea el “Servicio de Interpretación y Traducción en Lenguas Indígenas u Originarias para situaciones de emergencia”

DECRETO SUPREMO
N° 012-2020-MC
EL PRESIDENTE DE LA REPÚBLICA
CONSIDERANDO:
Que, el numeral 19 del artículo 2 de la Constitución Política del Perú establece el derecho de toda persona a su identidad étnica y cultural, y que el Estado reconoce y protege la pluralidad étnica y cultural de la Nación;
Que, asimismo, el artículo 48 de la citada norma, dispone que son idiomas oficiales el castellano y, en las zonas donde predominen, también lo son el quechua, el aimara y las demás lenguas aborígenes, según Ley;
Que, por la Ley N° 29565, Ley de creación del Ministerio de Cultura y su modificatoria, se crea el Ministerio de Cultura, como organismo del Poder Ejecutivo con personería jurídica de derecho público, estableciéndose las áreas programáticas de acción sobre las cuales ejerce sus competencias y atribuciones para el logro de los objetivos y metas del Estado;
Que, el artículo 4 de la Ley N° 29735, Ley que regula el uso, preservación, desarrollo, recuperación, fomento y difusión de las lenguas originarias del Perú y sus modificatorias, establece, entre otras disposiciones, el derecho de toda persona a usar su lengua originaria en los ámbitos público y privado, el derecho a ser atendida en su lengua materna en los organismos o instancias estatales, y el derecho a gozar y disponer de los medios de traducción directa o inversa que garanticen el ejercicio de sus derechos en todo ámbito;
Que, mediante la Única Disposición Complementaria Modificatoria del Decreto Legislativo N° 1489, Decreto Legislativo que establece acciones para la protección de los pueblos indígenas u originarios en el marco de la emergencia sanitaria declarada por el COVID-19, se modifica el artículo 15 de la Ley N° 29735, Ley que regula el uso, preservación, desarrollo, recuperación, fomento y difusión de las lenguas originarias del Perú, y se dispone que: “El Ministerio de Cultura es la entidad responsable de brindar el servicio de interpretación y traducción en lenguas indígenas u originarias para situaciones de emergencia, así como de la implementación de una Central de Interpretación y Traducción en Lenguas Indígenas u Originarias – CIT. Para ello, coordina con las entidades públicas las acciones necesarias para garantizar el acceso de los ciudadanos hablantes en lenguas indígenas u originarias al servicio de interpretación y traducción remota y presencial en lenguas indígenas brindado por la CIT. Igualmente, supervisa su correcta utilización, emitiendo las acciones y recomendaciones que resulten pertinentes. Mediante Decreto Supremo, el Ministerio de Cultura establece las disposiciones complementarias para la aplicación del presente numeral”;
Que, en tanto que se trata de un servicio prestado en exclusividad por el Ministerio de Cultura, tal como lo indica la norma citada en el considerando precedente, de conformidad con lo previsto en el numeral 43.2 del artículo 43 del Texto Único Ordenado de la Ley Nº 27444, Ley del Procedimiento Administrativo General, aprobado mediante Decreto Supremo Nº 004-2019-JUS, el mismo debe ser aprobado mediante decreto supremo que establezca los requisitos y las condiciones para su prestación, el pago por derecho de tramitación, las vías de recepción adecuadas para acceder al servicio, la autoridad competente para resolver y los formatos que sean empleados durante la tramitación del servicio, en lo que fuera aplicable;
Que, teniendo en cuenta el marco normativo anteriormente expuesto, es necesario emitir el decreto supremo que crea el “Servicio de Interpretación y Traducción en Lenguas Indígenas u Originarias para situaciones de emergencia”, como servicio exclusivo del Ministerio de Cultura que por su naturaleza no tiene requisitos para su prestación, ni autoridad que lo resuelva, y que tiene como única condición para que dicho servicio sea brindado que, la entidad pública usuaria identifique un/a ciudadano/a hablante de una lengua indígena u originaria que no puede acceder a un servicio público priorizado en su lengua indígena u originaria;
De conformidad con la Constitución Política del Perú; la Ley N° 29158, Ley Orgánica del Poder Ejecutivo y sus modificatorias la Ley N° 29565, Ley de creación del Ministerio de Cultura y su modificatoria; y el Decreto Legislativo N° 1489, Decreto Legislativo que establece acciones para la protección de los pueblos indígenas u originarios en el marco de la emergencia sanitaria declarada por el COVID-19;




