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Lançamento do projeto “Aplicativo Guarani Ayvu” tradutor trilíngue guarani-espanhol-inglês

La innovadora iniciativa de desarrollar una aplicación gratuita para celular y tablet con sistema Android denominada Guarani Ayvu se trata de un traductor trilingüe (guaraní, castellano e inglés) que inicialmente alojará unas 3.200 entradas con el registro en audio de cada una de las palabras en guaraní.

El importante proyecto será presentado este jueves 29 de octubre, a las 10:00, de manera virtual vía Zoom y Facebook Live de la Secretaría de Políticas Lingüísticas (SPL) y contará con la presencia de autoridades nacionales y extranjeras, representantes de las entidades involucradas en el proyecto.

El desarrollo de la app Guarani Ayvu, con un avance del 60%, es posible gracias a la alianza interinstitucional entre la SPL, la Academia de la Lengua Guaraní, el Instituto Superior de Lenguas de la FF-UNA, la ONG de Estados Unidos PopulisTech, con el apoyo del Grupo de Grabaciones en Guaraní.

Además del traductor trilingüe, guaraní-castellano-inglés, más el audio de todos los términos guaraníes, la aplicación Guarani Ayvu también alojará una serie de temas adicionales para el aprendizaje de la lengua guaraní, tales como el alfabeto, gramática y ortografía, además de contenidos didácticos del guaraní para uso médico, entre otros importantes temas sobre la lengua.

MIT cria inteligência artificial para traduzir línguas ‘mortas’

Uma equipe de pesquisadores do Laboratório de Ciência da Computação e Inteligência Artificial do MIT (CSAIL) anunciou na última quarta-feira (21) a criação de um algoritmo de decifração capaz de fornecer automaticamente o significado de linguagens perdidas há muito tempo, mesmo que não tenham qualquer relação com outros idiomas.

O projeto se baseia em um artigo escrito no ano passado pela professora Regina Barsilay, do MIT, e do estudante de doutorado Jiaming Luo, do MIT , que decifrou duas línguas mortas: o ugarítico e o Linear B, que levaram muitos anos para serem decifradas pelos humanos. Porém, essas línguas estavam relacionadas às primeiras formas do hebraico e do grego.

Com o novo sistema, a relação entre línguas é inferida diretamente pelo algoritmo. Essa questão era um dos maiores desafios da decifração. No caso do Linear B, um silabário utilizado pela Civilização Micênica entre os séculos XV a.C. e XII a.C., foram necessárias décadas de estudo para que se chegasse à sua decifração.

Fonte: alagunasr/Adobe Stock/Reprodução Fonte:  alagunasr/Adobe Stock 

Testando linguagens

Mas há línguas, como a ibérica, das quais não se conhece outras linguagens relacionadas, com alguns defendendo o basco, enquanto outros afirmam categoricamente que o ibérico não se relaciona com nenhum tipo de idioma conhecido.

Preparado para avaliar a proximidade entre duas línguas, o algoritmo foi testado no ibérico, comparando-o ao basco e a outros candidatos menos prováveis, como famílias românicas, germânicas, turcas e Uralic. Nenhuma das línguas foi considerada relacionada, nem mesmo o basco ou o latim.

Para chegar a essa conclusão, o algoritmo teve que categorizar palavras em um idioma antigo e vinculá-las a seus equivalentes em outros idiomas relacionados. Em outras palavras, o processo não consegue ser um Google Tradutor, traduzindo línguas “mortas” diretamente para o inglês, mas consegue identificar as raízes de diversas línguas antigas.

Para trabalhos futuros, a equipe pretende expandir a decifração para além do ato de conectar textos a palavras relacionadas a uma linguagem já conhecida. Uma nova abordagem envolveria identificar o significado semântico das palavras, mesmo sem saber lê-las.

Fonte: Tecmundo

 

Facebook poderá traduzir até 100 idiomas sem usar inglês

O Facebook desenvolveu o primeiro modelo de tradução automática multilíngue, capaz de traduzir até 100 idiomas sem utilizar o inglês como intermediário. O sistema, batizado de M2M-100, utiliza inteligência artificial.

Segundo a assistente de pesquisa do Facebook, Angela Fan, isso é um importante passo em direção a um modelo universal que compreenda todos os idiomas em diferentes tarefas. A empresa ainda não divulgou informações de quando o modelo será implementado. Até o momento, a tecnologia é apenas um projeto de pesquisa.

Como o estudo foi realizado

Fonte:  Facebook/Divulgação 

Inicialmente, a equipe de pesquisadores coletou da internet 7,5 bilhões de pares de frases em 100 línguas diferentes, dando prioridade às traduções mais solicitadas pelos internautas.

Em seguida, os idiomas foram separados em 14 grupos, com base em semelhanças linguísticas, geográficas e culturais. Um desses grupos, por exemplo, inclui línguas comuns da Índia, como hindi, bengali e marata. Para facilitar o entendimento das pessoas, a equipe decidiu criar pontes de tradução.

No caso das línguas indianas, o hindi, bengali e tâmil serviram como intermediárias para as indo-arianas. Com essa técnica, a empresa diz que superou os sistemas centrados em inglês em 10 pontos na métrica BLEU, que avalia traduções automáticas, alcançado a marca de 20,1. 

Comparação entre o novo modelo de tradução, com 20,1 pontos na métrica BLEU; e o modelo atual, com apenas 16,7 pontos. Fonte:  Facebook/Divulgação 

“Ao traduzir, digamos, de chinês para francês, a maioria dos modelos multilíngues centrados em inglês treinam de chinês para inglês e de inglês para francês, porque os dados de treinamento em inglês estão amplamente disponíveis”, explicou Angela Fan. “Nosso modelo treina diretamente em dados chineses para franceses para preservar melhor o significado.”

Apesar de ainda não ter sido incorporado ao Facebook, onde usuários postam conteúdo em mais de 160 línguas, testes realizados pela equipe indicam que o modelo pode suportar uma grande variedade de traduções.

 

Experiencias en traducción e interpretación en lenguas indígenas

El Ministerio de Cultura do Peru ha elaborado el presente Webinar denominado “Experiencias de traducción y/o interpretación en lenguas indígenas en América Latina en tiempos de pandemia: avances y desafíos”, para conocer e intercambiar experiencias, ideas y opiniones relacionadas a los desafíos, retos e importancia de la traducción e interpretación en el marco de la situación mundial actual.
Este Webinar surge como parte del Programa Formativo de Traductores e Intérpretes de Lenguas Indígenas, en el que se espera que el público en general y los participantes del XIV Curso de traductores e intérpretes de Lenguas Indígenas conozcan las experiencias e importancia de la interpretación y traducción de lenguas indígenas.
Expositores:
Ananda Machado
Universidade Federal de Roraima (Brasil)
Antonia Manresa
Universidad Andina Simón Bolivar (Ecuador)
Marleen Haboud
Pontificia Universidad Católica (Ecuador)
Susana Schlak
Instituto de Lengua y Cultura del Chaco (Argentina)
Gerardo García
Ministerio de Cultura (Perú)

Acesse o evento em:

Equipe Base Warmis procura tradutor/a voluntário/a

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Via http://warmis.org/

Aplicativo traduz Português para LIBRAS

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Ronaldo Tenório, alagoense de 30 anos, criou, em 2012, o Hand Talk, um aplicativo que traduz mensagens em português para libras – a linguagem dos sinais. O projeto começou ainda na faculdade, em 2008, quando recebeu a tarefa de desenvolver uma ideia inovadora. Até agora, o aplicativo que ele criou em conjunto com os seus sócios, Carlos Wanderlan e Thadeu Luz, já foi baixado por um milhão de pessoas. E seu criador espera que, à medida que seja traduzido para outras línguas, possa ajudar mais pessoas ao redor do mundo.

Leia a Notícia do Brasil Post na íntegra:

Tenório está entre as 35 pessoas com menos de 35 anos mais inovadoras do mundo, lista divulgada todos os anos pelo renomado Instituto de Tecnologia de Massachusetts, o MIT, nos Estados Unidos. Tenório é o único representando da América Latina desta edição.

O brasileiro está na disputada lista “35 Innovators Under 35” por ter criado o Hand Talk, um aplicativo para celulares e tablets que traduz o português para Libras — linguagem de sinais. O aplicativo ajuda deficientes auditivos ou com problemas na fala a se comunicarem com pessoas que não sabem linguagem de sinais.

Só no Brasil, existem mais de 10 milhões de deficientes auditivos que podem utilizar o aplicativo.

Para estabelecer a comunicação, o app utiliza um avatar chamado Hugo para traduzir a fala em linguagem de sinais. A pessoa fala a frase no app e, em seguida, Hugo começa a fazer os sinais. Continue lendo

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