Colóquio internacional “A Língua Portuguesa, o Multilinguismo e as Novas Tecnologias das Línguas”
Colóquio internacional “A Língua Portuguesa, o Multilinguismo e as Novas Tecnologias das Línguas”
Confira aqui a programação do Colóquio.
Começou no dia 10 de setembro e vai até o dia 10 de outubro, o período de inscrição para o colóquio internacional “A Língua Portuguesa, o Multilinguismo e as Novas Tecnologias das Línguas”, marcado para os dias 15 e 16 de outubro, no Câmpus II do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG) em Belo Horizonte. Ao todo, são 150 vagas.
Para se inscrever o interessado (graduando, graduado, especialista, mestre ou doutor), deve preencher o formulário (no menu do blogue) e aguardar o retorno da comissão do evento confirmando a inscrição. O evento é gratuito e vai haver certificado de participação.
Organizado pelo Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP), pelo CEFET-MG, pela Fundação CEFETMINAS e pelo Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Linguística (IPOL), no colóquio, pretende-se debater o cenário internacional relativo às questões do multilinguismo, a produção e a utilização de tecnologias digitais para a difusão e ensino da língua portuguesa, interligar instituições pertencentes aos países membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), entre outros objetivos. Evgeny Kuzmin (presidente do Comitê “Informação para Todos” da UNESCO), Gilvan Müller de Oliveira (assessor para assuntos internacionais do IPOL) e Antônio Sartini (diretor do Museu da Língua Portuguesa de São Paulo) são alguns dos nomes confirmados para o colóquio.
Fonte: Blog do Colóquio
Escola pública cria dicionário trilíngue em Ponta Porã (MS)
Escola pública cria dicionário trilíngue em Ponta Porã (MS)
Em 2008, a escola João Calvoso Brembatti aderiu ao Programa das Escolas Interculturais Bilíngues de Fronteira (PEIBF), programa multilateral do Mercosul educacional, que pela primeira vez gerava reflexões sistematizadas sobre as línguas nas escolas de fronteira propondo inciativas para sua potencialização a partir da proposta metodológica do ensino via pesquisa.
O IPOL assessorou a escola na implementação do programa e teve a oportunidade de compartilhar com a equipe os inúmeros desafios e oportunidades para o ensino decorrentes do plurilinguismo ali presente.
Por essa história compartilhada, é com alegria que divulgamos essa importante inciativa da escola, evidenciando a construção coletiva do conhecimento!
Assista aqui ao vídeo da reportagem produzida pelo Bom Dia MS.
“Amnésia ou ignorância?” Artigo de Evanildo Bechara sobre o Acordo Ortográfico
Amnésia ou ignorância?
Evanildo Bechara*
Enquanto não passavam de desacertadas opiniões de pessoas desinformadas da história das propostas iniciais, expostas em 1885 e consubstanciadas na primeira reforma ortográfica, de 1911, íamos mostrando, em jornais e revistas, a tais reformistas a sem-razão de adotar oficialmente algumas sugestões de simplificação ortográfica, entre as quais a abolição do h inicial – oje por hoje – ou a redução da forma quero em qero. Embora os defensores dessas simplificações nunca tenham chamado a atenção dos seus leitores para o fato de que algumas dessas propostas muito parecidas já tivessem sido anunciadas, cabe lembrar que a pretensa novidade data, pelo menos, do século 19.
A própria Academia Brasileira de Letras (ABL), em 1907, tentou um movimento simplificador, que teve no filólogo João Ribeiro grande adepto. Todavia ele reconheceu: “Tudo aconselha a adotar um sistema conservador, embora difícil, em vez de outro qualquer, arriscado e susceptível de anarquizar a escrita”.
Especialistas brasileiros defendem Acordo Ortográfico e rejeitam simplificação da língua
Especialistas brasileiros defendem Acordo Ortográfico e rejeitam simplificação da língua
A implantação do Acordo Ortográfico de Língua Portuguesa (AO) foi defendida esta quarta-feira por um académico, um historiador e um linguista brasileiros, que rejeitaram o projeto de simplificação do idioma, analisado pelo Senado brasileiro, durante um debate em São Paulo.
O debate ocorreu na 23.ª Bienal Internacional do Livro e contou com a participação do gramaticista e membro da Academia Brasileira de Letras Evanildo Bechara, do linguista e coordenador da comissão brasileira no Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP) Carlos Alberto Faraco, e do historiador Jaime Pinsky. Faraco criticou o adiamento do prazo para a obrigatoriedade de alicação do AO no Brasil, de janeiro de 2013 para janeiro de 2016, e defendeu a integridade do documento, ou seja, que o acordo não sofra alterações. O projeto de simplificação do idioma tem sido defendido por linguistas brasileiros, liderados por Ernani Pimentel, e está em análise na Comissão de Educação do Senado brasileiro.
Plataforma Macau entrevista Gilvan Müller de Oliveira
Plataforma Macau entrevista Gilvan Müller de Oliveira
Por Patrícia Neves*
A lei para o aprofundamento das relações com a lusofonia aprovada em maio na Galiza poderá facilitar eventuais integrações de Macau e Goa na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), defende o diretor executivo do Instituto Internacional de Língua Portuguesa (IILP), Gilvan Müller de Oliveira. Em entrevista ao Plataforma Macau, o responsável considera a cooperação económica como uma plataforma para a promoção do português, mas alerta para a necessidade de Portugal e Brasil superarem uma “disputa disfuncional” pela língua.
Marechal Cândido Rondon (PR) promove palestra sobre a África
Marechal promove palestra sobre a África
No dia 25 de agosto foi realizada palestra sobre “A colonização europeia em África e o seu impacto na hibridação de línguas e culturas: O caso da língua portuguesa em Moçambique”, na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) no campus de Marechal Candido Rondon.
A palestra foi ministrada pelo professor Ilídio Enoque Alfredo Macaringue da Universidade Pedagógica Sagrada Familiar (Unisaf), sendo voltada para alunos dos cursos de História, Geografia, Letras, professores da rede municipal e do Programa de Desenvolvimento Educacional (PDE) e envolvidos em movimentos sociais.
O evento teve como objetivo discutir aspectos históricos e culturais da África, enfocando visões simplificadoras de uma realidade complexa. Também abordou o papel da língua gramatical portuguesa, enquanto língua oficial de Moçambique, para construção da nacionalidade do País.
A palestra foi organizada pelo Colegiado de História, Núcleo de Pesquisa e Documentação Sobre o Oeste do Paraná (Cepedal) e o Movimento Negro Organização Étnico-racial Nagô de Marechal Cândido Rondon (Oeran).
Durante o evento, Ilídio também lançou seu livro sobre o tema da palestra.



