Libras

Clube do livro em Libras busca acessibilidade para surdos e ouvintes

LiteraSurda, que se autodenomina a primeira iniciativa desse tipo, tem tradutor para o português, mas protagonismo é da língua brasileira de sinais; projeto realiza encontros mensais em São Paulo

SÃO PAULO – Pouco mais de 40 pessoas participavam de um clube de literatura no Sesc Avenida Paulista, na região central, em uma quinta-feira à noite. Em um canto, dois intérpretes eram responsáveis pela “acessibilidade” do evento, traduzindo a Língua Brasileira de Sinais (Libras) para o português.

“É uma forma de reverter a ideia de acessibilidade, de pensar a acessibilidade para pessoas ouvintes que não dominam essa língua, que é a segunda língua oficial do País”, explica Sylvia Sato, uma das idealizadoras do LiteraSurda, autodenominado primeiro clube do livro em Libras do Brasil.  Continue lendo

Esforço para se comunicar

Fonte: Diário do Grande ABC.

Aprender a se comunicar é necessidade de todo ser humano que deseja se fazer entender e compreender. Entre os inúmeros idiomas espalhados pelo mundo, também há espaço e maneiras para que as pessoas com surdez (incapazes de ouvir) ou que tenham problemas auditivos também interajam entre si e com o universo ao seu redor.

No País, tudo é feito por meio da Libras (Língua Brasileira de Sinais), na qual mãos e movimentos são usados para criar representações de letras do alfabeto, palavras prontas e simbologias. Continue lendo

Pesquisas nas universidades federais reduzem barreiras para deficientes em Minas

Aplicativo da UFMG visa a indicar melhores rotas para cadeirantes

Pelo menos uma centena de pesquisas voltadas à criação de tecnologias assistivas e ao aprendizado de pessoas com deficiência têm sido realizadas nas universidades federais de Minas nos últimos quatro anos. Aplicativo que traça as melhores rotas, mouse para pés, leitor de fórmulas matemáticas e biblioteca de contação de histórias na Língua Brasileira de Sinais (Libras) estão entre as produções.

Os trabalhos visam a melhorar o dia a dia de cadeirantes, pessoas com mobilidade reduzida, cegos e surdos, além dos que tem déficit intelectual. Atualmente, 4,4 milhões de mineiros têm alguma deficiência, conforme o último censo demográfico, de 2010.

Na UFMG, por exemplo, o Programa de Apoio à Inclusão e Promoção à Acessibilidade (Pipa) financia iniciativas de graduação voltadas para esse público. Em 2018, o edital contemplou 24 projetos. Continue lendo

Libras para crianças: um jogo de sinais

Um jogo diferente: em vez de números e símbolos, palavras, sinais de Libras e desenhos. Trata-se do Librário, conjunto de cartas que permitem o aprendizado da Língua de Sinais e facilitam a comunicação entre surdos e ouvintes. No sábado, 20 de outubro, às 10h, o público infantil vai poder criar suas próprias cartas, que podem ser levadas para casa ao fim da atividade.

Voltada para crianças maiores de 4 anos, a oficina Libras para crianças: um jogo de sinais integra a programação de outubro do Sábado com Libras e é uma forma divertida de utilizar materiais didáticos inclusivos. Continue lendo

“Deixar de tornar a música acessível é limitar o acesso à arte”

Álbum ‘Mergulho’, de Luiza Caspary, terá músicas com Libras e legendas à comunidade surda

GABRIELLA STARNECK

ESPECIAL PARA O HOJE 

Tornar a arte acessível: essa é a principal proposta do novo trabalho de Luiza Caspary. Para isso, a cantora traz para cada canção do álbum Mergulho, um videoclipe com Libras (Língua Brasileira de Sinais) e Legenda para Surdos e Ensurdecidos (LSE) em tela cheia simultaneamente à interpretação musical. Além do fato de produzir música acessível a surdos e ensurdecidos, outra novidade do trabalho da artista é lançar as nove canções autorais e inéditas que compõem o trabalho uma por vez, mês a mês.  Continue lendo

Brasileiro cria primeiro desenho animado em libras no YouTube

A ideia do desenhista é conscientizar e divertir todos os públicos; assista ao primeiro episódio da série animada

Inspirado na dificuldade de se comunicar com deficientes auditivos, o desenhista Paulo Henrique dos Santos criou o primeiro desenho animado em libras no Brasil. A intenção é de dar mais opções de entretenimento para este público específico, mas sem deixar de agradar todos os nichos infantis.

Com circulação feita apenas para as redes sociais, a animação “Min e as Mãozinhas” tem como protagonista uma menina surda, que se comunica em libras (língua brasileira de sinais) com bichinhos da floresta. O objetivo é mostrar as dificuldades e também as aventuras de uma pessoa deficiente auditiva.  Continue lendo

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