Diversidade linguística

Lei sobre a violência doméstica traduzida em línguas nacionais na Angola

A lei sobre a violência doméstica está a ser traduzida em diferentes línguas nacionais, apurou a RNA.

A Secretária de Estado da Família e Promoção da Mulher, Ana Paula Sacramento Neto revelou a informação, garantiu também que, a lei sobre a violência doméstica já está traduzida em inglês e francês.

“Tão logo foi aprovado, foi traduzido em francês e inglês, depois foi traduzido para a língua kimbundo, agora estamos a trabalhar na língua nganguela, fiote, umbundo e kwanhama”, revelou.

Fonte: Radio nacional da Angola.

Acordo com Peru irá proteger povos indígenas isolados

Cooperação será para a proteção e promoção dos direitos dos povos indígenas isolados e recém contatados que vivem nas regiões de fronteira

A Fundação Nacional do Índio formalizou, em Lima, Peru, a cooperação com o Ministério de Cultura peruano para a proteção e promoção dos direitos dos povos indígenas isolados e recém contatados que vivem nas regiões de fronteira entre aquele país e o Brasil.

A delegação da Funai contou com a participação da presidenta Maria Augusta Assirati, do coordenador-geral de índios isolados e recém contatados, Carlos Travassos, e do assessor para assuntos internacionais, Felipe Lucena, que dialogou com diversas autoridades peruanas sobre os principais desafios relacionados à promoção dos direitos e aos diálogos entre governos e povos indígenas de ambos os países, dentro da perspectiva da consulta livre, prévia e informada.http://1.bp.blogspot.com/_wldJaUqEmz8/TU1KB0eydII/AAAAAAAABlQ/eOXw17mNTpA/s1600/brasil-indios-4c.jpg

De acordo com a presidenta da Funai, o termo de cooperação assinado na ocasião é exemplo de como a aproximação entre as instituições indigenistas dos países em temas específicos da proteção territorial de povos indígenas pode contribuir para discussões mais amplas, relacionadas com a presença efetiva dos estados em áreas de fronteiras, o combate a ilícitos, o desenvolvimento de ações de promoção aos seus direitos, e o estabelecimento de diálogos interculturais sobre grandes projetos e investimentos econômicos que afetem suas condições e modos tradicionais de vida.

Memorando de entendimento interinstitucional sobre proteção de povos isolados e de recente contato

O referido documento consiste em um memorando de entendimento entre as instituições que formaliza a cooperação voltada ao empenho de esforços conjuntos para o desenvolvimento de ações de localização e proteção dos povos isolados e de recente contato que vivem no Acre, no vale do rio Javari (AM) e nos departamentos de Madre de Dios, Ucayali e Loreto, no Peru.

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Aplicativo auxilia turistas com idiomas em viagens internacionais

O aplicativo “Oi Turista”, criado pelo empreendedor e presidente da Associação de Startups e Empreendedorismo Digital (Asteps), Antonio Ventura, tem a proposta de auxiliar os usuários a encontrarem pessoas que falam seu idioma em viagens internacionais. O aplicativo vem ajudar principalmente brasileiros que têm pouco conhecimento em outras línguas, como aponta estudo publicado em agosto de 2012 pela British Council (ONG do Reino Unido), que revelou que apenas 5% da população brasileira pode ser considerada fluente no inglês, por exemplo.   

Gratuito e disponível para sistema iOS, o aplicativo suporta mais de 50 idiomas.  Além de possibilitar encontrar pessoas que falam a mesma língua, o aplicativo facilita o encontro de informações úteis para o turista na cidade que visita. As pessoas que usam o aplicativo podem identificar highlights na cidade, dizendo se estão próximas do ponto em que o turista quer chegar, o horário de funcionamento dos estabelecimentos, o preço dos lugares, entre outros detalhes.    O aplicativo é, inclusive, uma boa alternativa para os turistas que visitarão as cidades brasileiras durante a Copa do Mundo, ajudando-os a se comunicar e aproveitarem melhor a viagem.

Fonte: Brasil Turis.

Helder Macedo: Português tem de ser “língua da diferença”

O escritor Helder Macedo defendeu hoje que o Português “tem de se assumir como língua da diferença” e “explodir em todas as direções” até porque depende “muitíssimo mais dos que o adotaram” como sua língua.
Português tem de ser língua da diferença O português “tem de se assumir como a língua da diferença porque se nós, em português, não formos capazes de entender a diferença entre o português e o angolano ou entre o brasileiro e o moçambicano, aí torna-se numa língua impositiva, culturalmente colonialista, quando tem de ser o oposto: Tem de explodir em todas as direções e ser uma língua da diferença”, disse Helder Macedo, à agência Lusa.
Como assinalou o poeta, romancista e ensaísta – que proferiu, ao final da tarde, uma palestra subordinada ao tema “O Português e a Cultura Lusófona no Mundo de Hoje” no Instituto Politécnico de Macau – “é isso que, de certa maneira, acontece um bocado com a língua inglesa”, idioma literário de paquistaneses, nigerianos, indianos ou de norte-americanos. “Nós ainda temos o sentido um bocado imperialista da língua portuguesa”, criticou Helder Macedo, para quem “é muito importante que os praticantes culturais de língua portuguesa percebam que se podem entender uns aos outros sem nenhum dominar”.

Para o escritor, “se as várias culturas de língua portuguesa se levarem culturalmente a sério deixam de ser periféricas em relação à cultura inglesa e às outras culturas e passam a assumir a sua própria identidade”. “A sobrevivência da língua portuguesa vai ser muito menos dependente de Portugal europeu do que do Brasil, Angola, Moçambique. Esses é que são os países que vão manter a [sua] importância internacional e o desenvolvimento da língua portuguesa, com todas as variantes que vai ter”, argumentou.

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Países lusófonos querem reforçar a presença do português no mundo

A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) pretende reforçar a influência e a posição do português no sistema mundial como um idioma comum e uma língua materna de milhões de pessoas em todo o mundo, declarou em entrevista exclusiva à Voz da Rússia Gilvan Muller, diretor-executivo do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP).

Conforme Gilvan Muller, a próxima cúpula da CPLP que atualmente integra oito países onde se fala português (o Brasil, Portugal, cinco países de África e Timor-Leste) vai aprovar em julho de 2014 o chamado Plano de Ação de Lisboa, visando a promoção e a difusão da língua de Luís Camões à escala mundial.

O diretor-executivo do Instituto que faz parte integral da CPLP, destacou o papel do português como “uma das grandes línguas de comunicação internacional, multinacional partilhada por cidadãos de diferentes países e comunidades”.

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O Plano de Ação de Lisboa (igualmente ao antigo Plano de Ação de Brasília de 2010) define várias áreas de estratégia, grandes setores de atuação, dos estados-membros da CPLP, frisou Gilvan Muller:

“Em primeiro lugar, visa a promoção do português como uma língua de organizações internacionais. Em segundo lugar, pretende reforçar a presença do português na Internet e no mundo digital. Em terceiro lugar, implica a difusão da língua portuguesa junto às diásporas em todo o mundo, e em quarto lugar, visa a desenvolvimento das outras línguas no espaço da CPLP.”

A CPLP é um conjunto de países com muitas línguas, disse Gilvan Muller. “Nós temos nos nossos países cerca de trezentas e trinta e nove línguas que convivem com o português”.

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Por uma educação plurilinguística

Em 21/03/2014 aconteceu a defesa da Tese de Doutorado na área/especialidade de Estudos da Linguagem/Linguística Aplicada, intitulada “Ações de promoção da pluralidade linguística em contextos escolares”, de Ingrid Kuchenbecker Broch sob a orientação do Prof. Dr. Cléo Vilson Altenhofen (UFRGS), cuja Banca Examinadora foi composta pelas professoras, Dra. Karen Pupp Spinassé (UFRGS), Dra. Neusa Inês Philippsen (UNEMAT) e Dra. Rosangela Morello (IPOL), na Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Acesse aqui a tese na íntegra.

defesa ingrid A Tese investiga como se articulam os espaços da diversidade linguística (DL) em contextos escolares, tomando por base a análise de ações de promoção da pluralidade linguística. O termo pluralidade linguística (PL), ou plurilinguismo, é utilizado aqui para designar as competências do indivíduo em mais de uma língua, incluindo uma “postura linguística plural” (ALTENHOFEN & BROCH, 2011, p. 17), em contraposição à diversidade linguística, que representa a “coexistência de línguas diferentes, na sociedade”. Este estudo parte do pressuposto de que não constitui finalidade de uma educação básica “afunilar”, por assim dizer, a escolha por uma determinada língua, e sim “abrir o leque” de possibilidades, valorizando todo e qualquer conhecimento linguístico diverso como parte de uma “competência plurilíngue”.

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