Projeto de Valorização da Produção Tradicional da Rota do Enxaimel em Pomerode

Projeto de Valorização da Produção Tradicional da Rota do Enxaimel em Pomerode

produtosO pão de cará, a torta de aipim, o café local do tipo arábica, o Kochkäse (queijo cozido), a gengibirra ou cerveja de gengibre (Ingwerbier ou Spritzbier) e o melado de cana, foram os produtos escolhidos pelos produtores rurais de Testo Alto e demais localidades do município de Pomerode para o desenvolvimento do projeto de valorização da produção tradicional relacionada com a paisagem cultural da Imigração em Santa Catarina.

O lançamento oficial da marca e embalagens aconteceu no dia 4 de dezembro, no Salão Belz, que é um dos bens tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, inserido no Conjunto Rural de Testo Alto. A ação faz parte do projeto Roteiros Nacionais de Imigração e foi desenvolvida com recursos do IPHAN através de convênio com a Fundação Cultural de Pomerode, que buscou o conhecimento e a experiência do Eng. Agrônomo Otto Walter Schmiedt, da empresa KAS Assessoria e Consultoria Ltda, para sua realização. O projeto conta ainda com a parceria da Associação Rota do Enxaimel e também com a participação da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina – Epagri.

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USP na lista das 10 melhores universidades entre os BRICS, segundo ranking da revista Times Higher Education

As 100 melhores universidades entre os BRICS; USP em 10º

Claudia Gasparini

usp-logoA Universidade de São Paulo (USP) entrou para a lista das 10 melhores universidades entre os BRICS (grupo que integra Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e países emergentes, segundo o ranking de 2015 da revista Times Higher Education.

Em relação à edição anterior do estudo, a universidade passou da 11ª para a 10º posição. Porém, terminam por aí as boas notícias para o Brasil. Das 100 instituições listadas, apenas quatro são brasileiras: além da USP, também aparecem Unicamp (27º), UFRJ (61º) e Unesp (97º).

Na opinião de Phil Baty, editor da THE, o cenário geral das universidades brasileiras é de estagnação. “Enquanto iniciativas como o programa Ciências sem Fronteiras terão resultados positivos a longo prazo, mais precisa ser feito para priorizar o desenvolvimento das melhores instituições do Brasil”, afirma.

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Bonfim (RR) é terceiro município brasileiro a tornar línguas indígenas cooficiais

Bonfim é terceiro município brasileiro a tornar línguas indígenas cooficiais

Bonfim é o primeiro município de Roraima e o terceiro do Brasil a adotar as línguas Macuxi e Wapichana como co-oficiais - Foto: France Telles.

Bonfim é o primeiro município de Roraima e o terceiro do Brasil a adotar as línguas Macuxi e Wapichana como cooficiais – Foto: France Telles.

A Lei Nº 21/2014 foi aprovada na sessão de terça-feira (2) da Câmara de Vereadores do município

A Universidade Federal de Roraima (UFRR), por meio do Instituto Insikiran, articulou junto com lideranças indígenas da região do Bonfim para tornar as línguas Macuxi e Wapichana como oficiais do município, além do Português. Esta foi a terceira cidade a reconhecer línguas indígenas como cooficiais no Brasil. São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, e Tacuru, no Mato Grosso do Sul, também reconhecem a linguagem das etnias locais.

A Lei Nº 21/2014 foi aprovada na sessão de terça-feira (02/12) da Câmara de Vereadores de Bonfim. A proposta vinha sendo discutida com as lideranças e professores de línguas indígenas da região Serra da Lua desde 2012. A coordenação do Programa de Valorização das Línguas e Culturas Macuxi e Wapichana do Instituto Insikiran acompanhou e assessorou todo o processo.

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Políticas públicas podem preservar 230 idiomas no Brasil

Políticas públicas podem preservar 230 idiomas no Brasil

Aline de Melo Pires

Foto: Marcello Casal Jr. - Agência Brasil

Foto: Marcello Casal Jr. – Agência Brasil

A herança cultural de um povo é preservada por sua língua. No Brasil, o idioma oficial é a Língua Portuguesa, mas existem, além dela, mais 230 línguas faladas no País. Desse total, 200 são de tribos indígenas e 30 de descendentes de imigrantes. Parece muito? Estima-se que, quando os portugueses atracaram por aqui, esse número chegava perto de 1 mil.

A falta de políticas públicas para preservar os idiomas e a característica cultural das suas comunidades está entre os principais motivos que levam à extinção de uma língua. A afirmação é da professora Ana Elvira Gebara, do curso de Mestrado em Linguística da Universidade Cruzeiro do Sul, em São Paulo (SP). “As línguas estão muito ligadas à situação social e histórica em que as comunidades vivem. O que acontece com as línguas indígenas, por exemplo, é que, se você não tem uma política para essas comunidades, a língua morrer é um reflexo de como elas estão sendo tratadas dentro do País”, afirma.

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Línguas regionais e de minorias na Alemanha

Línguas regionais e de minorias na Alemanha

(c)HenningSchacht-HartmutKoschykUma entrevista com o encarregado do governo alemão para questões relacionadas com Aussiedler e minorias nacionais, Hartmut Koschyk, sobre o papel das línguas regionais e de minorias na Alemanha.

Senhor Koschyk, como encarregado do governo alemão para questões relacionadas com Aussiedler e minorias nacionais, o senhor se interessa também pelo legado cultural de línguas regionais e de minorias na Alemanha. Quais dessas línguas são faladas na Alemanha?

Em virtude da Convenção do Concelho da Europa, as quatro minorias nacionais reconhecidas na Alemanha – a minoria dinamarquesa, os sorábios, os frísios, os Sinti alemães e os Roma alemães e as respetivas línguas – o dinamarquês, o alto e o baixo sorábio, o Nordfriesisch e o Saterfriesisch, bem como o romani – estão protegidas. Os membros de minorias nacionais na Alemanha cultivam costumes e hábitos seculares. A língua representa a sua identidade cultural, que transmitem aos filhos e netos. O mesmo se aplica aos falantes da língua regional Niederdeutsch/Platt. Essa língua regional está igualmente protegida na Alemanha.

Por que é importante promover essas línguas?

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Abertas inscrições de trabalhos para o Simpósio “Educação Intercultural e Diversidade Linguística”

Abertas inscrições de trabalhos para o Simpósio “Educação Intercultural e Diversidade Linguística”

III-ECHTECEstão abertas as inscrições de trabalhos para o Simpósio “Educação Intercultural e Diversidade Linguística“, a ser realizado no III Encuentro de las Ciencias Humanas y Tecnológicas para la integración de la América Latina y el Caribe, nos dias 07 a 09 de maio de 2015, em Goiânia-GO.

Coordenado pelos professores Erineu Foersteb (Universidade Federal do Espírito Santo), Rainer Enrique Hamel (Universidade Autônoma Metropolitana do México) e Rosângela Morello (coordenadora-geral do IPOL), o simpósio tem como data limite de postagem dos resumos o dia 01º de janeiro e dos trabalhos completos o dia 31 de janeiro. O endereço para postagem tanto dos resumos quanto dos trabalhos completos é simposiogoiania2015@yahoo.com.br

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