Curso desenvolve estratégias de programação, comunicação e promoção efetivas para projectos e organizações culturais

china_museumCurso O Passado tão perto e o Futuro (ainda) tão longe. A necessidade de se re-imaginar as instituições culturais: programar, comunicar e promover
9 e 10 de Maio | Lisboa

Objectivos
Exige-se hoje que as instituições culturais sejam reflexivas e críticas e que, desde a sua especificidade, consigam abarcar diversos pontos de vista, discursos e leituras. O objectivo do curso é fomentar uma série de noções, conceitos e ferramentas essenciais para o desenvolvimento e implementação de estratégias de programação, comunicação e promoção efectivas para projectos e organizações culturais. Traduzir o futuro nem sempre é fácil mas a necessidade de adaptação constante das instituições culturais é, hoje em dia, fundamental. Continue lendo

II Colóquio da Unesp sobre Línguas de Sinais e Libras

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II Colóquio da Unesp sobre Línguas de Sinais e Libras

O II Colóquio da Unesp sobre Línguas de Sinais e Libras será realizado no dia 18 de maio, na FCLAR – Faculdade de Ciências e Letras da Unesp Araraquara, localizada na Rod. Araraquara-Jaú Km 1, Araraquara-SP. Trata-se de um evento cujo objetivo principal é promover o debate e as pesquisas relacionadas aos estudos de línguas de sinais, principalmente a libras e à educação de surdos.

As inscrições para o II Colóquio da Unesp sobre línguas de sinais e libras serão gratuitas e poderão ser feitas neste link. Serão aceitas apenas inscrições na modalidade ouvinte.

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IPOL realiza 1ª formação de digitadores e 2ª etapa de formação recenseadores para o censo linguístico do município de Antônio Carlos-SC

antoniocarlosIPOL realiza 1ª formação de digitadores e 2ª etapa de formação recenseadores para o censo linguístico do município de Antônio Carlos-SC

Nos dias 10 e 16 de abril foram realizadas, respectivamente, a 1ª formação dos digitadores e a 2ª etapa de formação dos recenseadores que atuarão no censo linguístico do município de Antônio Carlos-SC.

Leia também: Ipol realiza Censo Linguístico e Diagnóstico da Língua Hunsrückisch

Márcia R. P. Sagaz

Márcia R. P. Sagaz

“Em quase 3 horas de trabalho pudemos discutir sobre as orientações para digitação, conhecer os questionários, entender sua lógica e também conversar sobre as implicações de um censo e sua relevância. Assim, além dos questionários, das planilhas, incluindo de controle de fluxo, os digitadores receberam o manual do recenseador e o tutorial para digitação”, informou Márcia R. P. Sagaz, coordenadora técnica do censo e responsável pela formação.

De acordo com Sagaz, nessa etapa de formação dos recenseadores foram discutidos aspectos relativos à coleta e ao modo de abordagem. Também foram tematizados alguns pontos conceituais a partir da vivência dos recenseadores nestas primeiras semanas de coleta de dados, que já vem sendo realizada desde o dia 24 de março.

Antônio Carlos e a língua Hunsrückisch Continue lendo

Dissertação analisa contextos de patrimonialização do bairro Ribeirão da Ilha em Florianópolis


mariela2013-5Dissertação analisa os contextos de patrimonialização do bairro Ribeirão da Ilha em Florianópolis

A dissertação de mestrado intitulada De quem é o Ribeirão? Imagem, paisagem e identidade em contextos de patrimonialização foi defendida no mês passado em Florianópolis-SC, por Mariela Felisbino da Silveira, aluna do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), sob a orientação da Profª Drª Alicia Norma González de Castells.

Mariela Felisbino da Silveira faz parte da equipe do IPOL e participa do projeto Receitas da Imigração – Língua e Memória na Preservação da Arte Culinária (parceria entre o IPOL e o IPHAN), que objetiva mostrar as relações identitárias de falantes de línguas de imigração em Santa Catarina.

Apresentamos a seguir o Resumo da dissertação.

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Novo método facilita a transformação de documentos manuscritos históricos em arquivos digitais

Carta do século XIX sobre Mesa Cartesiana

Carta do século XIX sobre Mesa Cartesiana – Foto: LAPELINC.

Registro da escrita
Novo método facilita a transformação de documentos manuscritos históricos em arquivos digitais

Marcos de Oliveira

A dificuldade em manusear documentos históricos raros e manuscritos para análise dos textos levou um grupo de pesquisadores da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) a desenvolver um método de fotografia que facilita a transcrição e compreensão de fenômenos linguísticos de uma época. “Existem documentos e livros antigos para os quais o método tradicional de obtenção da imagem por escaneamento pode prejudicar ou até destruir o original porque é preciso, muitas vezes, dobrá-los ou desencaderná-los para uso no escâner”, diz o professor Jorge Viana Santos, do Laboratório de Pesquisa em Linguística de Corpus (Lapelinc) da Uesb. O objeto de estudo dos pesquisadores são livros e documentos cartoriais manuscritos do século XIX que já tiveram grande manuseio e cujo estado é bem frágil. “Diferentemente da fotografia, no escaneamento o documento é que se adapta ao aparelho e não o contrário”, diz. Para a digitalização de documentos impressos, já existem softwares bem difundidos que levam o nome de reconhecimento óptico de caractere (OCR na sigla em inglês) e podem ler o documento a partir de escâneres e transformá-lo em digital. Em documentos manuscritos não existe essa possibilidade.

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Os cinco pecados mortais anti-acordo ortográfico (servidos em bandeja de História)

Paulo Corino PintoOs cinco pecados mortais anti-acordo ortográfico (servidos em bandeja de História)

Lembrando que o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (AOLP) passa a ser oficialmente obrigatório em Portugal a partir do próximo dia 13 de maio (conforme Resolução do Conselho de Ministros nº 8/2011) e no Brasil em 1º de janeiro de 2016 (conforme Decreto nº 7.875/2012, que adiou a data estipulada no Decreto nº 6.583/2008, que promulga o AOLP), apresentamos nesta postagem o artigo Os cinco pecados mortais anti-acordo ortográfico (servidos em bandeja de História), de Paulo Jorge de Sousa Pinto, doutor em Ciências Históricas, Universidade Católica Portuguesa.

Publicado originalmente na revista Brotéria n. 177, em outubro de 2013, destacamos abaixo alguns trechos do artigo, que faz uma contundente crítica aos portugueses contrários à implementação do AOLP. O artigo pode ser lido na íntegra aqui.

Leia também: Carlos Alberto Faraco analisa a situação atual do Acordo Ortográfico e Carlos Alberto Faraco: “Devemos alterar o acordo ortográfico de 1990?

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